domingo, maio 28, 2017

Visita surpresa + Cansaço

Visita surpresa

Na 6F passada (26.05) foi mais um aniversário da minha mãe. E que teve uma visita surpresa: meu irmão e família.
Tenho para mim que para a generalidade das pessoas talvez seja complexa a realização de um exercício simples: imaginar que algum familiar/ente querido está longe, e objectivamente com um oceano pelo meio. Não conheço muitas pessoas na mesma condição. Mas é o que acontece. Bem sei que hoje em dia a viagem para os Açores é rápida, mas, como concordarão comigo, era mais fácil estar tudo no mesmo pedaço de terra, ainda que a 2H de distância! 
Eu já tinha conhecimento desta surpresa. O meu irmão tinha-me dito no início da semana passada que viriam no final do dia de 6F para jantar connosco. Assim sendo, organizei-me por forma a sair do trabalho, ir comprar um ramo de flores e ir a casa entregar. Passados 20 minutos, o meu irmão enviou "sms" a informar que tinha acabado de aterrar. Nesse compasso de tempo (espera pela bagagem do porão), fui ao supermercado comprar um bolo e duas velas para o Afonso entregar à avó. Fui ao aeroporto buscá-los. Voltei para casa e assisti ao ar de deleite da minha mãe, com esta surpresa. Deixei cunhada e princesa em casa e fui com meu irmão e Afonso buscar o jantar - afinal a minha mãe não estava preparada para esta surpresas - nem tampouco desconfiava. No final do dia, no momento em que escrevo estas linhas, tenho cá a família. Na mesma região geográfica. O que é simplesmente único.

Cansaço

No seguimento do texto anterior, partilho convosco que chego a esta altura do meio do ano de língua de fora. Cansado. Os treinos, o pouco intervalo de descanso e uma actividade profissional marcada nos últimos meses por alguns picos de trabalho, conduzem a que esteja verdadeiramente cansado. Por outro lado, neste momento, estou lesionado: na zona do peito (desde há duas semanas que ao fazer uns exercícios no crossfit me magoei). E passados alguns dias dessa lesão no peito, magoei-me no ombro direito numa das aulas de Krav. É a velhice! Tenho aproveitado estas últimas semanas para repousar - só do crossfit por ser mais intenso e trabalhar com pêsos. No próximo final de semana tenho um evento de Krav e quero estar (quase) a 100% pelo que faz sentido não abusar da sorte nestes dias. E tenho sentido menos cansaço. Mas ainda assim...algum!

Boa semana para todos(as)!

domingo, maio 21, 2017

Restauração sem crianças + Tribunal

Restauração sem crianças

Já tenho lido várias vezes sobre o tema e embora já me tivesse ocorrido aqui desenvolver o mesmo, por razões diversas (incluindo o esquecimento) ainda não tinha aqui escrito.
Para início de "conversa", partilho já que adoro crianças. Há aspectos na nossa vida que não têm valor e o amor que as crianças sentem por nós (e vice-versa) é uma delas e naturalmente impagável. Mas a minha questão não é esta nem é isso que me interessa desenvolver, de tão óbvio que é.
Há uma filosofia relativamente recente por cá, em Portugal, da não aceitação de crianças em restaurantes e hotéis. Acredito que as pessoas que estão à frente destes estabelecimentos sejam também pais e adorem crianças. Não será o ponto.
Há duas formas de abordar a questão: a) Descanso e b) Pessoas que não gostam de crianças -  e pagam um preço alto (literalmente) por isso mesmo.
O tema "descanso" parece-me óbvio. Basicamente, pessoas que têm filhos e que por alguns dias..."não querem ter". Descanso dos filhos. Acho que todos pensam nisso, mas poucos o assumem. Faz parte. E, sem querer desenvolver muito profundamente o tema, compreendo e até acho normal. Claro está que os filhos teriam de ficar com quem garantisse a segurança dos mesmos. Lógico.
O outro aspecto, "pessoas que não gostam de crianças" é bem mais controverso. Tipicamente são pessoas que optaram por não ter filhos. E a vontade dessas pessoas terá de ser respeitada. Da mesma forma que se respeita o medo que alguém possa ter de um cão. Mas são pessoas que pagam para ter essa privacidade. E que não querem ouvir o berreiro dos filhos ou serem incomodados(as).
Em qualquer um dos casos, este tipo de estabelecimento seguidor desta filosofia é, por via da exclusividade, inacessível à bolsa do comum mortal. E com mais aderentes, a cada dia que passa.

Tribunal

Esta semana foi marcada, no início, por uma ida minha a tribunal, enquanto testemunha / perito num processo lá do trabalho.
Desta vez fui inquirido pela parte contrária, ou seja, pelos advogados da outra parte (acusação).
As questões foram colocadas, curiosamente, por uma advogada que é minha amiga de adolescência. 
Como em tudo em que me envolvo, estudei bem a lição. Além do facto da minha inquirição ser sobre um tema que domino e lido diariamente. E estava atento às questões. Muito atento mesmo.
O resultado para quem coloca as questões, quando apanha uma testemunha com a preparação que tinha, não podia ser pior ou mais desastroso. Entre desmontar por completo algumas teses frágeis até corrigir alguns aspectos...é mau. E retira credibilidade ao trabalho realizado - penso eu que mal - pela parte contrária. Teria de ser feito um trabalho muito melhor, mais exaustivo - o que é perfeitamente impossível para alguém que não lida com estes temas numa base regular. Aí residiu o meu ponto forte.
Saí de lá com um "Pode ir à sua vida" proferido pelo Sr. Dr. Juíz. E com o sentimento de dever cumprido.

domingo, maio 14, 2017

Aquarius + Visita do Papa + Mata Leão

Aquarius 
 
Comecei há relativamente pouco tempo a seguir (mais uma) série. Chama-se "Aquarius", tem cerca de 2 anos e é, essencialmente, sobre a vida de Charles Manson.
Muito resumidamente, esta personagem - ainda vivo e condenado a prisão perpétua - é considerado o fundador e líder de um grupo de culto nos anos 60, nos USA. A história tem duas personagens principais: o detective Sam Hodiak (muito bem interpretado pelo já nosso conhecido David Duchovny) e o próprio Charles cujo papel é interpretado pelo (para mim desconhecido) Gethin Anthony. E em resumo é uma história que se desenrola em torno destas duas personagens, o grupo de seguidores de Charles e mais 3 ou 4 personagens que dão forma e consistência a esta história. Muito interessante, e para quem gosta do género de enredo para se perceber um pouco a mente deste criminoso.

Visita do Papa

Sem  dúvida o melhor dos Papas dos últimos anos. Elemento agregador e conciliador. Corajoso. É aceite pelos vários líderes religiosos e todos os líderes das nações ao nível internacional. Esteve em Portugal por ocasião do 13 de Maio. Excelente momento para os cristãos católicos (e não só) que puderem presenciar a aura que este representante da Igreja Católica tem ao vivo. Muitos portugueses (emigrados) vieram mais cedo a Portugal para poder ver, na sua Pátria, o Papa em Fátima. 

Mata Leão

O mata leão é uma técnica de estrangulamento utilizada em algumas artes marciais. Trata-se de uma técnica muitíssimo poderosa, na qual o agressor apenas e só tem de se preocupar em executar bem a técnica e a vítima em saber defender-se da mesma. Não é fácil. E falo por experiência própria, na medida em que sei executar a técnica e conheço a defesa. 
Este estrangulamento é, logicamente, tanto mais eficaz quanto melhor fôr executado. Umas das consequências é efectivamente o desmaio.
A razão do desmaio em consequência deste estrangulamento está associada mais ligada com a alteração da vascularização cerebral do que com a diminuição do fluxo de ar para os pulmões. 

O cérebro tem uma actividade bastante intensa, sendo responsável, em repouso, por cerca de 20% da energia consumida por todo o nosso organismo. Para a manutenção dessa actividade, é necessário que o aporte de sangue seja bastante elevado para o fornecimento da energia e de Oxigénio. 

Um estrangulamento bem realizado dificulta naturalmente a ventilação dos pulmões e a troca de ar através da respiração, mas também se sabe que um indivíduo saudável (não-treinado) consegue  manter-se em apneia (sem respirar) por um período médio de tempo de 60 a 120 segundos sem perder a consciência, já que a concentração do Oxigénio transportado pelas hemácias (glóbulos vermelhos do sangue) vai caindo lentamente após a interrupção da respiração. 

Por outro lado, ao exercermos uma pressão sobre ambas as laterais do pescoço de um oponente em um estrangulamento bem feito, promovemos com que ocorra uma interrupção imediata da circulação cerebral por compressão das artérias carótidas e veias jugulares, cessando abruptamente todo o aporte de energia e de Oxigénio ao cérebro. Por esta razão, a interrupção da circulação, por apenas 10 segundos, já é suficiente para levar à uma alteração do funcionamento do tecido cerebral que tem, como consequência, o desmaio.

Tudo isto serve para partilhar a minha opinião sobre o vídeo do cidadão brasileiro e do militar da GNR. Estou 100% de acordo com a acção do militar. Afinal, trata-se de um cidadão que desobedece a uma ordem de um agente da autoridade - identificado como tal - e que regressou à repartição de finanças depois de ter sido escoltado pelo militar até ao exterior. Até aqui estou de acordo. A acção do militar foi atempada. 

O que não posso concordar é precisamente com a utilização do "mata leão" para uma pessoa que não ofereceu resistência (e.g. lutou) ou seja, não configurava uma ameaça tal que justificasse a aplicação desta técnica de estrangulamento. E posso dizer isto, como refiro acima, com conhecimento de causa. 

Para a situação em causa, o militar tinha ao seu dispôr outro tipo de medidas dissuasoras disponíveis. Basicamente, o que aconteceu foi não ter sido efectuada uma leitura correcta da ameaça. E que este militar, em concreto, sendo praticante de artes marciais, teria de ser conhecido o tempo de prática cada uma delas. Mas nunca a técnica do mata leão deveria ter sido utilizada nesta situação em particular. 

Agora, resta saber o que  irá acontecer ao militar, na medida em que o código da GNR (revisto em 2014) é claro na forma como estas situações concretas têm de ser abordadas pelos militares.

domingo, maio 07, 2017

Resgate de Viaturas no TT

O TT (Todo-o-Terreno) ou o fora de estrada, é uma actividade de lazer que reúne cada vez mais adeptos. Afinal, é algo pode ser praticado durante todo o ano, na medida em que há centenas de passeios organizados para esse fim e, claro está, sendo praticado por várias pessoas, há uma necessidade imperiosa de haver a adopção de algumas práticas seguras.
Realizei ontem um curso de resgate de viaturas TT. Resumidamente, um curso que permitiu perceber a abordagem correcta das várias técnicas utilizadas neste tema (resgate de viaturas TT) para que um passeio entre amigos não fique estragado marcado por alguma técnica mal realizada. Ou que não se passem horas intermináveis a executar algo que pode ser resolvido de forma célere. Ou, e o mais importante de tudo isto, poder evitar algum acidente grave.
Este curso, entre tantos outros que espero vir a realizar, complementa a minha formação no TT. Quando me iniciei há alguns anos devia de imediato ter tido este tipo de acção de formação. Não que tenha tido necessidade de aplicar muitas das técnicas que aprendi ontem...mas sim porque aquelas que vi realizar, poderiam ter sido realizadas em ambiente de segurança. E na generalidade das vezes não o são.
Como se costuma dizer, o saber não ocupa lugar. E nunca é tarde para aprendermos aquilo que poderá fazer a diferença em situações concretas! E em casos pontuais, poderá mesmo ser a condição necessária para a preservação da nossa vida.

domingo, abril 30, 2017

Novo Desafio

Este é um dos temas que (para já) não posso desenvolver muito. O que posso aqui e agora partilhar é que o facto de alguém se ter lembrado do meu nome para me lançar um novo desafio pessoal. A seu tempo, e caso se concretize, partilharei mais dados e, naturalmente, falarei um pouco mais do tema. Para já, e neste momento, pouco mais posso dizer.  Tenham mais um pouco de paciência!

domingo, abril 23, 2017

Passeio de Sábado

Ontem foi dia de passeio longo. Fiz algo que já queria ter feito há muito tempo e que, aqui entre nós, adoro fazer. Ir à Baixa a pé. Tive a sorte de ter um dia de feição pelo que o passeio ainda correu melhor. Nem muito frio nem muito calor, com uma agradável brisa.
Ir à Baixa é algo que vai buscar as minhas memórias de infância. O apanhar o táxi (ou o autocarro de dois andares) no Rossio. O andar a pé (eu e o irmão a passar as passas do Algarve) e entrar em todas as lojas que a minha mãe queria entrar. Pior que isso só mesmo levar uma martelada com toda a força no dedo mindinho da mão esquerda. Mas fazia parte.
A ideia do passeio de ontem não era tanto o visitar lojas, mas sim o passear um pouco a pé na Baixa. Saí no Saldanha e desci tudo até à Avenida da Liberdade, passei pelo Chiado, Largo de Camões e fui até ao Cais do Sodré. E depois fiz o caminho inverso até ao Saldanha (estação de metro onde cheguei e onde parti para voltar para casa).
Nesta altura do ano a Baixa é "assaltada" pelo turismo. Muitos, muitos mesmo. Aliás, começa nesta altura e deverá durar até cerca de Setembro ou Outubro, a época "alta". As lojas estão abertas até tarde e as esplanadas cheias. O tempo é convidativo e, pela primeira vez, vi não só uma organização clara desta zona da cidade (tendo por objectivo o atrair e bem receber o turista) bem como uma clara oferta de "tuc tuc". Isto sim. Nunca imaginei que houvesse tanta, mas tanta oferta. Chego a pensar que a oferta é superior à procura...para ser sincero.
Gostei muito deste passeio. Nas calmas. Sem pressas. Foi um dia inteiro muito bem passado.

domingo, abril 16, 2017

Páscoa

Mais uma Páscoa. Não há muito a dizer sobre o dia, a não ser uma repetição de todo uma série de rituais próprios da época. Não podia deixar de aqui vir e deixar uma Santa Páscoa a todos(as) os meus seguidores(as).

domingo, abril 09, 2017

Final das Férias

O final das férias é, normalmente, um momento nostálgico. Durante "n" dias não há horários, e não raro podemos dormir até não aguentar mais.
Nesta semana de férias tive os miúdos comigo. Ele muito mais interactivo e, mais do que nunca, cúmplice. É giro perceber isso e naturalmente explorar esse ângulo, provocando uma série de momentos a dois em que aumenta significativamente a partilha de experiências. Ela ainda muito dependente dos pais e a querer colo dos mesmos. Noto uma evolução imensa, na medida em que já anda imenso, mas ainda não está naquele ponto que permita ir dar um passeio.
Não sendo a minha praia, consegui arranjar dois convites para a exposição das motas na FIL e acabei por ir com o Afonso. Eu gosto de motas, como é sabido, mas não é uma paixão como aquela que tenho com os carros. Mas era (mais) um momento em que podia usufruir da companhia do meu cúmplice. E correu tudo optimamente bem. Sendo que foi quando já estávamos a sair da exposição  lembrou-se de tirar fotos em cima das motas. E acho muito bem. Não estava era ter de ver a exposição toda de novo e tirar cerca de 50 fotos. Mas faz parte. A seguir às motas fomos comer um gelado - claro que ele teve mais olhos que barriga e só comeu metade - e terminámos a tarde com uma volta de teleférico. 
Fica sempre uma sensação de vazio quando os miúdos não estão por cá. Penso que o facto de interagirem cada vez mais faz com que a presença seja mais efectiva e a sua ausência mais sentida.

domingo, abril 02, 2017

1ª Semana de Férias

A 1ª semana de férias deste ano vai ser com os meus sobrinhos. Vêm cá por ocasião do aniversário do meu irmão. Esperemos que dê para passear com eles (especialmente com o mais velho, na medida em que está mais autónomo e não dependente dos pais). Depois coloco aqui a experiência.

domingo, março 26, 2017

Estreia no TT

Teve lugar no dia de ontem a estreia do meu "menino" no Todo-o-Terreno (TT). Comigo, claro. A ocasião foi um curso de aperfeiçoamento de técnicas de condução fora de estrada, e, sinceramente, melhor era impossível.
Não partilho o texto pelo facto de ser um (orgulhoso) proprietário de um veículo da marca nipónica. Partilho sim, pelo facto de ter tido outro jipe, de outra marca concorrente e conseguir, com conhecimento de causa e propriedade comparar a utilização que fiz com o passado e aquela que faço agora, bem como as prestações de um jipe e do outro.
Bom, para começar, as dimensões exteriores. O meu actual jipe deverá ser cerca de duas vezes superior na cota de comprimento. Já na cota da largura, mais um palmo e meio. E por último, em altura, deve ser ela por ela. Significa isto, grosseiramente falando, que tenho um "tanque de guerra".
Para quem conhece os princípios básicos do TT, há 3 ângulos que é necessário serem tidos em consideração nesta actividade - ver figura abaixo exemplificativa: a) Ângulo de Ataque, b) Ângulo Ventral e c) Ângulo de Saída. Não irei dissertar muito sobre os mesmos até porque não é meu objectivo entrar num detalhe muito técnico. O que interessa reter é que os ângulos de a) e c) estão relacionados com a abordagem de obstáculos, quer de frente e na saída dos mesmos, respectivamente, e o de b) com a transposição dos mesmos (altura da barriga do jipe ao solo):

Comparativamente com o jipe anterior, o actual perde em quase todos os ângulos. Razão? Tem mais plásticos (i.e. pára-choques dianteiro e traseiro), estribos (para facilitar a entrada para o habitáculo) - aspectos que o outro jipe não tinha - e consequentemente há um maior compromisso na abordagem de alguns obstáculos - ainda que não tenha sentido durante este curso, na medida em que o mesmo foi pensado numa óptica de transposição facilitada dos vários obstáculos. O "pisar" sim, é diferente. Por "pisar" entenda-se o quão filtrado pode ser o contacto entre o solo e o que se sente no interior do carro - por mim e pelos ocupantes, claro. E aqui sim, o actual jipe é muitíssimo superior. É um carro mais pesado e mais largo, pelo que a estabilidade é necessariamente superior. Na transposição de alguns aspectos, onde eventualmente teria algumas reservas com o meu anterior jipe (ainda que fosse perfeitamente capaz de os ultrapassar), aqui sinto confiança. Determinação. Segurança quando o faço. Em termos de conforto não há qualquer comparação possível. Estamos perante um carro anterior facilmente conotado com carro de trabalho (e obviamente espartano em termos de equipamento) e um carro que já foi o topo de gama da marca nipónica e com equipamento consequentemente mais luxuoso.
Foi quase tirada a ferros a minha ida ao curso. O jipe só me foi entregue na noite do dia anterior ao curso, porque houve um atraso significativo na chegada de umas peças (i.e sistema de travagem). Consequentemente, e perante todo o atraso, fui avaliando a situação com o mecânico e, em alternativa à não realização do curso, optámos por voltar a montar tudo (o carro tinha sido desmontado entretanto) e fui fazer o curso. Terei agora de o ir entregar de novo para realizarem o trabalho que ainda está por fazer.
O saldo não podia ser melhor. Venham mais passeios/cursos!