domingo, março 26, 2017

domingo, março 19, 2017

Brio profissional

O brio profissional é das coisas que mais me consome. O não lidar bem com o erro. O querer ser sempre melhor do que já fui, ou sou. Superar-me, em resumo.
Há dias dei conta de um erro cometido por mim. Não directa, mas indirectamente. Causado pela pressão de outra pessoa, que em dado momento alterou uma informação que me tinha dado. Consequentemente, houve um documento que foi emitido e terá de ser corrigido por uma determinada entidade. E não é um processo expedito, ou sumário, na medida em que é necessário ultrapassar um processo burocrático para solicitar a nova emissão do mesmo.
Esta situação consumiu-me estes dias. Perco a paciência, o apetite e claro, a energia. E até ao dia de amanhã, Segunda-Feira, nada posso fazer. Bem sei que se vai resolver..mas derivado da boa vontade e colaboração de uma pessoa e claro, da minha determinação em resolver esta questão. Chama-se a isto brio profissional. Outra pessoa se calhar "teria desligado" no fim de semana. Afinal, de nada adianta viver consumido quando nada se pode fazer. Mas não penso assim. E será até amanhã, dia em que tudo se resolverá, será complicado desligar.

domingo, março 12, 2017

E mais uma vez na oficina!

É verdade. Mais uma vez. Valha-me o facto de não utilizar o jipe durante a semana. Como é só ao fim de semana custa menos. Ainda assim, é tempo que não terei o jipe comigo para uma volta que me apeteça e mais uma despesa.
Por partes. A ideia era ir ontem à oficina para ver níveis de óleos que foram trocados e realizar mais dois trabalhos que tinham ficado por fazer. Cerca de duas horas que iria passar lá. 
Por altura da desmontagem de uma das rodas traseiras (a esquerda) percebeu-se a existência de vestígios de óleo. E na cava da roda também havia marcas do mesmo óleo. Marcas "frescas", ou seja, tinham sido feitas naquela viagem (casa-oficina). Naturalmente que foi tudo desmontado e percebeu-se que era de um retentor (peça cuja função é precisamente impedir que o óleo saia).
O problema já tinha sido identificado o ano passado, por altura de uma inspecção periódica obrigatória que o carro fez. Na altura, verificou-se que a potência de travagem nesta roda era inferior à instalada na posição oposta - aquando do accionamento do travão de mão. Quando o carro fez esta série de trabalhos há duas semanas atrás, o eixo traseiro teve o nível do óleo reposto. Consequência: se na altura da inspecção o nível do óleo baixo era a consequência da pouca potência de travagem nesta corra (esquerda traseira), e devido ao facto de ter havido fuga pelo tal retentor, quando o nível do óleo é aferido, o mesmo tinha de sair por algum lado.
Poderia ser colocado um retentor novo só deste lado. Contudo, pedi para verem o outro lado do eixo, dado que algures no tempo ía acontecer a mesma coisa (material que acusa o pêso da idade). Assim sendo, na próxima semana não vou ter o jipe comigo. Deverei ter após isso. E a tempo da estreia oficial no "offroad" no dia 25.03.17!! Manutenção preventiva. E carteira mais leve!

domingo, março 05, 2017

Finalmente de volta!

Depois de 3 ou 4 semanas, eis que o "meu menino" (jipe) volta a casa. É certo que a minha conta bancária também ficou consideravelmente mais leve, mas tenho a certeza de agora poder usufruir do mesmo com uma utilização despreocupada e segura.
Como referi numa das minhas mensagens anteriores sobre o tema, foi necessário racionalizar o assunto e perceber ou antever que há problemas que iriam aparecer num determinado momento. Bem sei que poderá haver quem ache que é dinheiro desnecessariamente gasto ou mal empregue, mas não vi as coisas assim, e no final do dia é esse o ângulo de análise que me interessa. Os carros têm problemas crónicos - que são conhecidos ao longo dos tempos de um determinado modelo - e esses problemas devem ser corrigidos por quem sabe. Foi nessa linha de pensamento que entendi neste momento gastar mais dinheiro com este mecânico.
A partir de agora, terei carro para alguns passeios. Uma utilização normal e sem surpresas. E muito em breve quero começar a preparar aquela que será uma das minhas viagens da vida. Para o ano que vem. Em todo-o-terreno. Mais novidades num dos próximos textos!

domingo, fevereiro 26, 2017

Fazer-se de morto

Mais uma característica (entre tantas outras) que algumas pessoas têm e que tem o dom de me irritar - alguém "fazer-se de morto".
Para quem nunca ouviu esta expressão, muito resumidamente, consiste em...fingir que uma qualquer situação que envolva uma tomada de responsabilidade, ou que em teoria envolve uma decisão, não foi entendida como tal. Que não é nada com essa pessoa. Comparo com muitíssima facilidade a um teatro de guerra, e associado a alguém deitar-se no chão enquanto os colegas "dão o peito às balas", vão à luta, para que o/a outro/a se finja de morto derivado à falta de coragem (ou de carácter).
Este traço de personalidade é mau. Pessoalmente, vejo como um aspecto muito negativo e que, naturalmente, não me faz ter a melhor ideia da pessoa. Muito pelo contrário. E conheço muitas pessoas assim. Que se fazem de mortos/as. E que só quando deixam de ouvir as balas voar...se levantam. Afinal alguém venceu (ou perdeu) a batalha por eles/as!

domingo, fevereiro 19, 2017

Derrapagem na factura oficina

As facturas da oficina são daquelas que nunca são leves. Por alguma razão, há sempre mais alguma coisa que aparece e no final, a factura, naturalmente, "engorda".
O jipe continua na oficina. A semana que agora termina foi marcada por alguns episódios, que passaram,por exemplo, pela assumpção de responsabilidade de um erro (e a devida e expectável indemnização) bem como mais uma semana de atraso na entrega do jipe. Ontem tive mesmo de ir ver o jipe. Afinal já vou entrar na 3ª semana sem o ter comigo. Calhou o meu sobrinho estar comigo e lá fomos os dois ter uma conversa com o actual mecânico.
Quando se tem uma actividade profissional relacionada com verificação de aspectos ligado à segurança aeronáutica, é normal que haja uma extrapolação, devidamente contextualizada, e determinados aspectos que surgem são vistos ou analisados tendo esse crivo presente.
Vestígios de óleo, tipicamente, sugerem que os vedantes (ou juntas) deixaram de cumprir a sua função. Afinal trata-se de um carro usado e é normal que alguns destes vedantes ou juntas careçam de substituição. Significa isto que a boa prática manda substituir os mesmos. Depois há os problemas crónicos de cada carro. O passar dos anos mostra aos fabricantes dos automóveis o que tem de ser melhorado. E ontem vi dois problemas crónicos que pedi para rectificar. É esta a razão pela qual se costuma dizer que não se devem comprar os primeiros carros de um modelo novo...Não é o caso, mas os problemas crónicos do modelo continuam cá. E vão agora ser corrigidos.
Na 6F passada tinha falado ao telefone com o mecânico acerca de algumas questões que íam encarecer um pouco a factura, face ao valor inicialmente acordado. Ontem, na visita, surgiram outras questões. E do que refiro acima, do tal crivo que utilizo nas minhas inspecções, não podia ter outra decisão que não fosse mandar reparar.
Em bom rigor, não são questões de resolução mandatória ou imediata. Contudo, entendi que o carro devia ficar mais uma semana na oficina para resolver as mesmas e assim conseguir "zerar" o histórico e começar o controlo de manutenção a partir de agora. E daí um incremento significativo do valor inicial.
No meio de tudo isto, só tenho pena que estes trabalhos não tenham sido realizados pela pessoa a quem entreguei o carro logo quando o comprei. "Engonhou" muito - atrasando em muito a entrega - e algumas coisas que fez, não foram bem conseguidas. É precisa muita paciência. Algo que nem sempre abunda por estes lados!

domingo, fevereiro 12, 2017

Verticalidade

A verticalidade, a par e passo da pontualidade, é possivelmente uma, entre outras, das características que mais aprecio nas pessoas.
Em paralelo a uma semana muito intensa no aspecto profissional, também o aspecto particular foi recheado de acontecimentos que mereceram a minha atenção.
O jipe foi para uma oficina para corrigir algo, aparentemente simples. Constatou-se entretanto que tem algumas coisas mal instaladas, desde que esteve nas mãos de um amigo meu - que era o meu mecânico do anterior jipe, de outra marca. Consequentemente, terei uma despesa (avultada) que não estava à espera, mas que, não será da minha responsabilidade. É da responsabilidade de quem instalou e que fez borrada. Todos erramos e quando chega a hora de assumir os erros, temos de assumir. Chegar à frente e assumir. Isto é verticalidade. Ser sério.
Veremos qual será o desenlace da história.

domingo, fevereiro 05, 2017

Pessoas incómodas

É das coisas que mais me aflição me faz. As pessoas não se retratarem e forçarem o contacto comigo. Não há pior. Especialmente quando, por alguma razão, o contacto não é oportuno.
Se tivesse de escolher algo que realmente me incomoda ou aflige, o ser intrusivo, ou o ser incómodo para alguém, seria certamente uma das primeiras coisas, senão a primeira. Talvez pelo facto de no passado já ter sido acusado de o ter feito. Inconscientemente. Mas, penso eu, uma coisa é fazê-lo sem querer...e outra coisa será, já depois de ter avisado alguém, esse alguém continuar a forçar o contacto. Ainda entra-se rapidamente no domínio do incómodo. E em menos de nada é um contacto que elimino. Haja paciência!!

domingo, janeiro 29, 2017

Jipe e oficina

Ontem foi dia de levar o meu menino à oficina. Quando o comprei fiz uma pequena revisão com o meu mecânico habitual (Land Rover) mas agora, fui a uma oficina recomendada por um fórum da Toyota onde costumo participar.
Como seria de esperar, ainda que o meu mecânico tivesse a melhor das boas vontades (porque sei que tem) há detalhes específicos da marca e modelo que não são iguais entre Toyota e Land Cruiser. E isso faz a diferença toda.
Tenho de ver em breve (próxima semana) algumas situações que carecem de especial atenção. Assim sendo, só aguardo "slot" de disponibilidade para o carro ir para a oficina e para realizar uma boa revisão por quem sabe e conhece bem estes modelos.

domingo, janeiro 22, 2017

O início da Presidência Trump

Mais conturbado não podia ser. O rasgar de alguns acordos que o Obama conseguiu. O isolamento gradual dos USA bem como outras medidas proteccionistas que recentemente vieram a público, tendo como visados os cidadão não americanos, e uma taxação severa dos produtos importados, apontam num mau sentido. Já para não falar do muro...o tão célebre muro. Esperar para ver....