domingo, maio 20, 2018

Nutricionista

Em algum momento da fita do tempo teria de procurar um bom nutricionista. Com o treino todo que tenho vindo a dar nota nestes últimos anos, era quase que "natural" que o passo seguinte, visando o complemento, fosse introduzir uma consulta com um especialista na matéria.
Consegui, por acaso, uma marcação para um nutricionista no final da semana passada. Entre dois outros amigos que me falaram deste nutricionista, e com algumas trocas de consultas que já tinham marcadas entre eles, consegui uma consulta para mim. Acreditem que é complicado. A lista de espera tem meses...e não será por ser mau.
Quando a clínica me enviou por e-mail o endereço e a confirmação do dia e hora da consulta, juntou um questionário para eu preencher e levar no dia da consulta. E assim foi. Respondi ao mesmo o mais sincero que consigo ser até porque o bem é todo para mim. E não para o nutricionista!
A consulta correu muito bem. Mais curta do que eu imaginei, é certo, mas produtiva, como se quer.
Creio que a consulta foi curta muito pelo facto de, desde que treino com PT, ter adoptado uma série de boas práticas alimentares. Coisas tão simples quanto eliminar bebidas gaseificadas, açucares e pão branco, por exemplo. E a balança reflecte isso. Contudo, senti necessidade de ter uma orientação mais profissional, desmistificando alguns mitos urbanos que comummente se ouve falar e daí fazer sentido a consulta.
Não irei aqui detalhar muito o abordado na consulta, até porque cada nutricionista segue uma determinada escola e haverá com toda a certeza opiniões divergentes. Em todo o caso, já tenho um plano alimentar onde pão branco (nem escuro) não entra - em nenhuma das refeições. Nem massas, com pena minha, para ser muito sincero.
A generalidade das orientações que me foram passadas / escritas, são de fácil resolução. Muito mesmo. E tenho como objectivo o ter melhores resultados da próxima avaliação corporal, a ter lugar em Julho próximo. E os resultados vão ser melhores. Só podem ser!

domingo, maio 13, 2018

Auditorias

A actividade de auditor tem aspectos bons e aspectos menos bons. Como aspectos bons, salientaria o facto de ser garantido que o que está "escrito" (documentado) é cumprido. Dessa forma, assegura-se que há conformidade com normas e procedimentos escritos e é verificada, numa base regular, essa mesma "aderência", ou seja, se se mantém essa conformidade aquando da realização das avaliações periódicas. Sem querer mergulhar num detalhe demasiado técnico, é isto que destaco enquanto um dos aspectos bons (e logicamente útil).
Outro aspecto bom, para quem é auditor no sector da aviação - como eu - é a possibilidade de se viajar. Muito, porque haverá sempre empresas que têm de ser auditadas e avaliações de conformidade que têm de ser realizadas. 
Do lado dos aspectos menos bons, referiria em primeiro lugar a imensa reserva que há relativamente aos auditores - não só do sector onde estou, bem como dos meus colegas de outros sectores (estou a lembrar-me das organizações que realizam auditorias financeiras, por exemplo).  Importa aqui partilhar convosco que também eu sou auditado por outras empresas de aviação. E também eu tenho desvios encontrados pelos meus colegas auditores. É perfeitamente normal que assim seja. O truque, como costumo dizer - e é assim que as auditorias têm de ser encaradas - é pensar na óptica da melhoria contínua dos processos. Ou seja, não pessoalizar a auditoria, não achar que é uma crítica ao trabalho de alguém ou que o auditor é o "bicho papão", mas sim, ver a auditoria como uma avaliação do que poderá ser melhorado. É um exercício complexo, mas é por aí que tem de ser visto e interiorizado.
Tenho feito algumas auditorias ultimamente: Guiné e Cabo Verde. Esta semana que entra terei de ir a Paris e noutra semana, ainda tenho de perceber qual, talvez tenha de ir a Londres e a Amsterdão. São auditorias que têm de ser cumpridas. Junta-se o útil ao agradável, no final do dia.

domingo, maio 06, 2018

Riga

A semana que termina é marcada pela minha ida a Riga (Letónia). Fui inserido numa delegação da empresa, para uma reunião com um Cliente local com quem vamos ter uma parceria num futuro breve.
A visita foi muito curta e a viagem muito cansativa. Afinal, a Letónia está 3H à nossa frente. Não há vôos directos de Lisboa para a Letónia (ou por outra, com preços simpáticos) pelo que, a viagem quer para lá, quer para cá, foi feita com escala em Amsterdão. O vôo de ida saía de Lisboa às 0500H pelo que tinha de estar no aeroporto cerca das 0230H. Ou seja, nem dormi. Para cá, a mesma coisa. Acordar às 0600H locais (o que seriam 0300H de Lisboa). Na viagem para lá havia cerca de 1H de chão e para cá com pouco mais de 2,5H, o que permitiu fazer algumas compras ainda que em estado semi vegetativo. Espero não ter surpresas no extracto do meu cartão de crédito. Tipo ter comprado o aeroporto.
A cidade de Riga é bonita. Muito bonita. Muita gente nova a andar nas ruas. Não fosse o pouquíssimo tempo que lá estive - e o estar a chover - e teria certamente muitas mais recordações para partilhar. Penso que as pessoas são frias. Naturalmente frias. Como é qualquer pessoa do Leste Europeu. Não são amistosos. Dificilmente esboçam um sorriso. Mas são prestáveis. Uma cidade para revisitar. Com mais calma!

domingo, abril 29, 2018

O negócio

Há duas semanas estive quase, quase para ficar com uma casa. Na altura, na zona (e prédio) onde quero. Mas quis o destino que a casa fosse vendida antes de eu lhe deitar o olho ou sequer ter a oportunidade de falar com a proprietária.
A zona em causa tem uma procura de casas muito acima daquilo que eu pudesse alguma vez imaginar. No caso que relato anteriormente, a casa estava numa agência o que significa que, se a quisesse mesmo comprar, teria de chegar à proprietária antes da casa ser mostrada a qualquer Cliente. Soube da disponibilidade da casa num Sábado e tive, passados dois dias, informação que estava a decorrer uma visita à casa na 2ª Feira seguinte. Ou seja, a oportunidade única para lá ir, na medida em que a proprietária da casa poderia/deveria estar lá - assumindo que as chaves não tinham sido entregues à agência. A minha ideia era assim que a agência saísse, entraria eu para falar com a dona da casa. Nota: Importa referir que esta casa estava situada no andar por cima da casa da minha prima Sónia que, naturalmente, foi quem me foi dando nota das novidades, inclusive da tal visita de Clientes com a agência.
Infelizmente, na altura em que decidimos ir bater à porta do tal andar - porque deixámos de ouvir barulho e assumimos que as pessoas (agência e Clientes) já se teriam ido embora - já a casa tinha sido vendida. Afinal, o silêncio era pelo facto de já estar a ser assinada a papelada que formalizava a compra da mesma. Não tinha de ser.
A minha ideia, desde o início, e devidamente partilhada com a minha prima, é formalizar a aquisição de uma casa no prédio dela (não concebo outras alternativas) e arrendar a seguir. Se é a melhor opção? Para mim sim. Os bancos não têm produtos atractivos e sinceramente, ter o dinheiro na minha conta (à ordem) é uma temeridade. E em menos de nada, esfuma-se.
Há uma lei nova do arrendamento que tenho acompanhado com especial atenção. A mesma tem por grande objectivo proporcionar aos arrendatários rendas mais suaves e aos senhorios, assim sejam celebrados contratos de longa duração (> 10 anos), isenção de IRS e IMI. Um assunto que me interessa e como tal, irei acompanhar. Entretanto, vai surgir uma nova oportunidade no mesmo prédio. E vai ser desta! 

domingo, abril 22, 2018

Incêndios 2018

Tenho vindo a acompanhar com atenção a preparação para a época dos incêndios que se avizinha. Não vale a pena dizer que não vão acontecer, porque é apenas e só esconder a nossa triste e inevitável realidade. 
Há uma imensa e lógica vontade de formar novos bombeiros. Contudo, a planificação da formação dos mesmos não estará concluída em Junho do corrente ano, altura em que começa a época dos incêndios. A primeira pergunta que coloco é o porquê deste calendário não ter sido cumprido atempadamente. Não sei a resposta.
Combate a incêndios com recurso a meios aéreos. O tema tabu. Ninguém fala. Não se entende - se alguém souber o porquê diga-me, por favor. A minha segunda pergunta tem que ver com a razão pela qual os sucessivos Governos alugam todos os anos os meios aéreos a outros países em detrimento de adquirir estes equipamentos, manter os mesmos e qualificar pessoas para os operar. Acreditem em mim, estamos a falar de valores elevados, mas que no final do dia, seriam plenamente justificados. Em poucos anos o investimento seria perfeitamente amortizado. 
Limpeza dos terrenos. Outro assunto importante - e que este ano se dá algum relevo. Muita tinta correu relativamente ao tema. Foi criada (à pressão) uma Lei que ninguém sabia como aplicar. Depois, e na medida em que se começou a perceber que o referido diploma legal seria de difícil cumprimento apenas e só por parte dos proprietários dos terrenos, optou-se por se colocar o pêso do cumprimento do mesmo (também) nas juntas de freguesia. Claro que as mesmas começaram a miar. Há falta de efectivos, falta de meios e claro, uma responsabilidade acrescida (e pesada) por parte das Juntas no sentido de limparem as áreas dos terrenos daquelas pessoas que não conseguem por alguma razão. Veremos os resultados.
Indemnizações a familiares das vítimas dos incêndios. Como é de esperar, não é no rescaldo dos incêndios que se fazem contas aos valores que cada família das vítimas deverá receber. Mas tem de haver em algum momento temporal, mais à frente, que esse apuramento de valores é conseguido. Afinal, há vítimas fatais que eram o "ganha pão" de algumas casas. Não se percebe como é que o Governo não é mais expedito não só no pagamento destes valores a todas os familiares, bem como demora a construir as habitações para as famílias que ficaram sem um tecto.
Esperemos que a realidade deste ano não seja (tão) má como a do ano passado. 

domingo, abril 15, 2018

O bilhete envenenado

Pedi a um bom amigo o favor de me arranjar um bilhete para a Feira dos Clássicos que houve na FIL. Notem bem que detesto pedir favores a quem quer que seja porque acredito que mais cedo ou mais tarde os mesmos vão ser cobrados. Ainda assim, e porque não vejo qualquer tipo de problema, pedi o bilhete a alguém que já me arranjou uns bilhetes no passado. E este ano disse-me que arranjava. 
Confirmei com ele a meio da semana se tinha arranjado e a resposta foi positiva. Nem me preocupei mais. Acertámos que no final da semana ía ter com ele para me entregar o bilhete. Só tinha conseguido arranjar um, desta vez. À hora combinada de Sexta-Feira saí do trabalho e lá fui. Liguei uma vez para avisar que tinha chegado. Não atendeu. Liguei uma segunda vez e rejeitou chamada. Aguardei. E aguardei. E aguardei mais um bocado. Quase duas horas, à porta do emprego dele. Liguei mais uma ou duas vezes. E nada. Nem uma mensagem. Nem atendeu. Nada. 
Penso que com a idade me tornei menos tolerante. E que não valorizo nem tenho de valorizar estas coisas. Afinal, o custo do bilhete não era significativo (10,00€) e sinceramente, não tenho necessidade de fazer estas figuras nem perder tempo desta forma para ter um bilhete gratuito. Não com esta idade. Fui para a Feira sozinho, comprei o bilhete, vi o que havia para ver e fui para casa. Pelo meio ainda recebi um ou dois sms desse amigo que não entendeu bem a razão pela qual me tinha ido embora. Expliquei-lhe, por mensagem, que tenho mais que fazer que andar a enviar sms e ligar sem retorno durante quase 2H. Ligou uma ou duas vezes e não atendi. Era fim de semana e queria descansar a cabeça. O tempo apaga tudo.

domingo, abril 08, 2018

Livros digitais

Nas minhas deambulações no mundo virtual, encontrei acidentalmente um artigo sobre a crescente automatização dos aviões em contraponto com a menor acção humana. Ou uma tendencial menor acção humana. Um tema interessante para mim.
Em tempos, disse neste fórum que a aviação nunca foi nem nunca será a minha grande paixão. Essa foi e será sempre o mundo automóvel. Mas, por inerência da minha actividade profissional desde há uns anos a esta parte, é natural que haja alguns temas que me despertam mais que outros. Logicamente, de resto.
Mas o propósito do tema de hoje não é esse. Li um artigo muito interessante sobre o tema que refiro acima. E quis ler mais sobre o assunto. Como se costuma dizer, o saber não ocupa lugar. E decidi investigar um pouco mais e procurar pelo livro para encomendar. Quando realizava essa minha investigação descobri algo que me fascinou. Os livros digitais. Até aqui nada de novo, dirão vocês. Concordo. A questão é que quando descobri o tal livro, vi que havia a opção de "kindle book". Qualquer coisa desse género. E que é isso do "kindle book" e porque é motivo de tanta euforia? 
Bom, por um lado porque é algo digital é permite-me continuar na senda do "papel não". Por outro lado, e aqui sim, a grande alegria: totalmente compatível com o iPad. Não podia ser melhor.
Até há uns anos, para a leitura destes livros digitais específicos, era necessário a aquisição de um dispositivo electrónico com esse propósito concreto. Contudo, e após uma breve procura na "internet" (que cada vez vejo como sendo de uma utilidade enorme para esclarecimento destas questões), percebi então a compatibilidade total. Não demorei nada a instalar a aplicação e automaticamente, após compra do tal livro digital, o mesmo foi assumido como que por magia na aplicação. Fantástico. Com isto poupei cerca de 20,00€. Estou extasiado. 

domingo, abril 01, 2018

Domingo de Páscoa

Não há muito (mais) a dizer em mais um dia que faz parte do calendário católico. Mais um momento de grande Fé, desta tão grande e disseminada comunidade católica.
Há muitos anos passei um Domingo de Páscoa no Norte de Portugal (Guimarães). Não me recordo de tudo, em particular do que comi - mas sei que eram pratos típicos, mas lembro-me vagamente das cerimónias. Bem como do facto de haver o "mordomo". E da passagem do padre pelas várias casas da zona.
Vivo a Páscoa com a minha Fé e à minha maneira. A minha relação com Deus não passa pela obrigatória passagem pela casa "Dele" todos os Domingos. Passo sim, mas quando sinto necessidade. Ou, como já aconteceu, quando sinto essa mesma necessidade e vou até ao Santuário de Fátima onde aproveito e carrego baterias.
Esta época, à semelhança do Natal (e do Carnaval), são épocas festivas do calendário católico e que se passam entre amigos e Família. Contudo, como em tudo, há os excessos. De comida, ou não fosse Portugal um País do Sul da Europa e reconhecido bom anfitrião - onde há sempre lugar para mais um à mesa. Por outro lado, porque comida "pesada" pede bebida. E aqui reside o problema. Os excessos e a subsequente condução nas estradas portuguesas. E o resultado dessa "lotaria", por vezes, é tragicamente conhecido. Este será o único ponto destas épocas festivas que penso ser lamentável. 
A quem me segue aqui, uma Santa Páscoa! Muitas amêndoas e ovos de chocolate!

domingo, março 25, 2018

Churrasqueira

Não cozinho muito, mas uma das coisas que aprecio, no Verão, é fazer os churrascos. Em tempos escrevi isso aqui.
A "Bimby", por exemplo, presta-se a outro tipo de confecção de alimentos. Normal. Estupidamente usei meia dúzia de vezes e gostava, mesmo, sinceramente, de a usar mais. Penso que será preguiça. E tenho de reverter isso. Mal empregue dinheiro se não o fizer! E quem sabe não poderá funcionar como complemento de algo grelhado preparado na churrasqueira?
Não conheço ninguém que não goste de churrasco. Carne ou peixe. Em especial no Verão, claro.
Este ano vou comprar uma "maçã". Daquelas com rodas e com uma tampa. A gás. É a diferença para o habitual carvão (mais sujo, embora mais barato).
Estou algo ansioso. A ver vamos!

domingo, março 18, 2018

Museu do Ar

O Museu do Ar é um daqueles locais de visita obrigatória para qualquer aficcionado da aviação. Não é nem nunca foi o meu caso, como se sabe. Não obstante trabalhar no meio, não sou alguém que conheça os aviões todos ou saiba tudo sobre a história de aviões, ou mesmo reconhecera marca de um motor pelo barulho, como alguns colegas meus.
Aproveitando (mais uma) vinda do Afonso a Lisboa acabei por decidir fazer uma visita a este Museu. Se a memória não me trai, devo lá ter ido há coisa de 20 e tal anos atrás, por altura do curso de técnico de manutenção de aeronaves que tirei na transportadora nacional. Tenho uma lembrança vaga de ter feito essa "visita de estudo". 
Visitar o Museu agora, com esta idade, tem outro significado. Começando, mais uma vez, pelos cheiros. O cheiro de combustível misturado com o cheiro do óleo (há por lá aviões que têm um copo por baixo do motor para ir recolhendo uma ou outra gota de óleo que caia) e para evitar que suje o chão. Há vários aviões, há sectores específicos (por exemplo um só para a TAP) o que torna a exposição mais rica e proporciona ainda uma parte da tarde bem passada.
Revisitar o Museu com o Afonso tem um sabor especial. Está numa fase em que está fixado nos aviões. Gosta muito. É claro que nesta altura, são mais as cores fortes dos aviões militares e alguns outros detalhes de aviões mais antigos que acabam por lhe chamar mais a atenção. Um dia mais tarde, se se mantiver o interesse aeronáutico, levá-lo-ei de novo. Um pouco como aconteceu com a visita do Jardim Zoológico. Quando o levei pela 1ª vez era muito novo e acabou por não usufruir da visita. Neste caso, já com alguma idade, penso que ainda não foi mesmo o "timing" certo. Talvez mais tarde. Assim continue  - como me parece que vai acontecer - a gostar de aviões.
Há coisa de dois meses tive uma reunião com um Cliente (Operador Aéreo) que me deu como presente - é prática corrente na aviação dar uma lembrança no final das reuniões -  um modelo plástico daqueles para montar. Pouco maior que a palma da mão. Guardei-o e naturalmente ofereci ao Afonso. Adorou, claro. Mas o pedido dele, depois de montar este modelo, não se fez esperar. Queria um avião da SATA para montar. Pedir, assim do nada, um avião da SATA, é quase a mesma coisa que pedir a um cego para ler um texto meu aqui no blogue. E com a tónica nesta companhia aérea  específica- claro que não é por acaso. É o operador aéreo açoriano e que conhece bem.
Fui ao aeroporto. Durante vários anos houve por lá uma loja que vendia coisas para entusiastas da aviação. Claro que, como não costumo ir a essa zona do aeroporto com regularidade, não dei conta dessa loja ter encerrado e ter dado lugar a uma daquelas lojas que vende jornais, revistas e "souvenirs". Pena. Era essa a minha primeira aposta. Daí, parti para uma loja de aeromodelismo que há num centro comercial aqui perto. E tive de ouvir a "história da vida" do tipo que me atendeu. Que o que procurava eram modelos "estáticos" (aprendi alguma coisa), que não costumam ter em "stock" porque são poucas as pessoas que procuram este tipo de modelo - normalmente querem os rádio-telecomandados, mas que encomendava se eu quisesse. Simpático, mas pouco ajudou. Nem sequer falei na especificidade da SATA. Não iria entender. Agradeci e fui embora. Continuava a querer o avião para "ontem". 
Ainda fiz alguns contactos com colegas que conhecem pessoas naquela companhia. Mas não tive sorte. E acabei por me lembrar que a SATA tem uma loja "online" e por aí resolvi a minha questão. Acabei por comprar dois modelos: um que faz os vôos inter-ilhas (turbo-hélice) e outro avião "normal" (motores a jacto). Infelizmente não vai receber as prendas no dia do aniversário (27.03) mas poucos dias depois - há um amigo meu que lá vai e faz o favor de levar as coisas. E vai adorar as surpresas! Só espero que não me peça aviões de companhias russas...