Uma das coisas mais fáceis de fazer é sem dúvida alguma a arte de criticar. Criticar é fácil, na minha opinião. Basta desmontar aquilo que alguém com mais, ou com menos dificuldade construiu. Não oferece grande dificuldade.
Pessoalmente, entendo que uma crítica é válida quando é baseada em factos concretos que a sustentem. Que mostra um ponto de vista consolidado, que é marcada pelo facto de ter associada uma visão construtiva e que ajuda o criticado a melhorar no futuro. O que sucede, é que por vezes a crítica efectuada não tem nada a ver com o que mencionei atrás. Revela ser uma crítica depreciativa ou que peca pela falta de argumentação e/ou exactidão da informação. E que naturalmente e facilmente se revela ser uma crítica estéril, desprovida de essência.
Há igualmente um grupo que me é muito querido. Os críticos de serviço. Aqueles que não sabem o porquê das coisas, mas que criticam por serem do contra. Para estes, a melhor arma é o desprezo. Relevar o que por eles é dito. Têm o prazer em destruir toda uma linha de pensamento, ou uma forma de pensar, ou uma teoria...só "porque sim". Ou "porque não". Não raro exortam quem os ouve que não há necessidade de justificar...mas...a verdade é outra..não têm como ou não sabem como justificar uma opinião contrária!
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1 comentário:
Umm...este tema é "sensivel". Geralmente apenas faço críticas construtivas, críticas com as quais as pessoas possam aprender algo ou que as façam pensar, mas nem toda a gente é assim. Irritam-me as pessoas que criticam outras sem razões plausiveis, sem base de sustento, até mesmo sem as conhecerem pessoalmente. Aceito perfeitamente uma crítica mas tenho que a "entender" e não caiam no erro de a fazerem sem justificação porque aí sim, vai dar "discussão".
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