domingo, maio 30, 2010

Cartões de Crédito

Desenvolvi desde há alguns anos a este momento, uma relação simbiótica com o cartão de crédito que o meu banco amavelmente me disponibiliza anualmente. Para tal, o meu querido banco pede-me uma quantia "simbólica" de 5 contos (na moeda antiga) para a emissão do mesmo e disponibilização de um plafond associado. Estou muito contente por isso, ou seja, pelo facto de sentir que o meu querido banco se preocupa comigo. E com outros Clientes. É claro.

Toda e qualquer transacção comercial nos dias que correm pode ser efectuada com recurso ao cartão de crédito. O que não deixa de ser giro e ao mesmo tempo fantástico. Posso ir a qualquer  stand da Porsche e fazer um brilharete daqueles à moda antiga usando comprando um magnífico 911 turbo "sacando" de um cartão de crédito platina (cartão sem limite de crédito).

Por outro lado, a utilização do cartão de crédito é consensual e aceite internacionalmente.  Permite efectuar compras online em empresas baseadas no outro lado do globo terrestre e comparativamente ao que sucedia há uns anos atrás, representa um avanço e uma facilidade ímpar nas compras.

Subsistem contudo alguns cuidados obrigatórios com o manuseamento dos cartões de crédito. Para começar, o bom senso na sua utilização. O facto de terem um plafond associado faz com que algumas pessoas abusem e se descontrolem nos movimentos que fazem com o mesmo. Enquanto houver dinheiro há festa...e não deve ser bem assim. O cartão de crédito deve ser utilizado de forma consciente e com moderação, até porque há uma taxa cobrada pelo banco nos seus movimentos. E não raro aparecem extractos bancários com valores com três zeros..após o algarismo significativo! Por outro lado, e um dos problemas que mais cabelos brancos tem feito aos profissionais das várias polícias, tem que ver com o crime da clonagem de cartões de crédito. Ou seja, duplicar determinado cartão de crédito e usar a conta de outrém para efectuar compras.

Como conselho, nunca perder o cartão de crédito de vista..Solicitar ao funcionário da loja que faça o que tem a fazer sempre à nossa frente.

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