O Estoril Open é um excelente exemplo do quão dinamizadora e agregadora de massas poderá ser uma actividade desportiva. No caso, o ténis.
Nunca fui assistir a nenhuma das várias eliminatórias que sei terem lugar nesta maravilhosa e importante prova. Gostava de ir. Um dia. Mas não para me sentar nas bancadas, onde se sentam aqueles (e aquelas) que realmente percebem do que vêem. Ou seja, percebem a essência do ténis, as regras, as pontuações, as faltas, e por aí adiante. A ideia é mesmo ficar nos "bastidores". No cocktail. Na converseta. Ver e ser visto. É aqui que a esmagadora maioria das pessoas passa o tempo do set.
Tal como o golfe, também o ténis conquistou uma importância especial no panorama desportivo. Desporto de elites, que move milhões, e prova consumada de que os jovens podem alemejar atingir posições respeitosas. É certo que há toda uma vida de dedicação ao treino, de privações, de sacrífico por trás. São jovens que pouco ou nada terão em comum com os jovens da sua idade. É a realidade.
Para terminar, uma palavra de alento à organização da prova, que mais uma vez conseguiu com que a Estoril Open não saísse do circuito da modalidade. Contrariamente a outras provas de igual valor que desapareceram.
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