Todos temos ilusões. Ou já tivémos em algum momento da nossa vida. O que resta, no final, é um sentimento de frustração ou de irritação por termos pensado de determinada forma. Ou daquela única vez pontualmente, ou por mais uma vez termos acreditado em algo.
As ilusões não são boas. Muito pelo contrário. Pensa-se durante "n" tempo que algo vai correr / ser / acontecer de determinada forma, e posteriormente não acontece. Porquê? Porque há variados factores que concorrem para que as coisas nem sempre corram de feição. Nem sempre factores óbvios ou imediatos. Acabam por surgir naturalmente. E nem sempre são facilmente explicáveis.
Creio que muita gente vive no mundo da ilusão. Em variadíssimos aspectos. Começando na forma de estar na vida, que inclui inevitavelmente as relações interpessoais, passando pela forma como hoje em dia se gere o dinheiro (de forma totalmente destituída de bom senso) e culminando na habitual actividade profissional. É um exercício simples que convido a tentar fazer e que certamente sortirá resultados muito interessantes se houver empenho.
A vida não está para ilusões. O "momento" presente não me parece propício para ilusões. Se no profissional e forma como se gere o "faz-me rir" a ilusão é mais facilmente controlável, já no campo das relações interpessoais as coisas complicam-se. A variável "incógnita" está sempre presente, e o que é certo no dia de hoje, não o é no dia de amanhã. Ou o que por vezes é dito e parece seguro, não estará tão consolidado assim. É a razão pela qual terminam as relações. Uma das partes nunca está à espera. Até ao dia.
E muita coisa fica por dizer.
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