Mais um Verão e mais uma série de incêndios florestais que se avizinham. Infelizmente acaba por ser normal e é com pena que anualmente vejo grande parte do terreno fértil ser dizimado pelo fogo.
A receita passa pela prevenção e a mesma em como obrigatórias as limpezas às matas. Passa por alocar funcionários camarários, reclusos, militares e outros cidadãos voluntários nesta tarefa. Pode passar por aproveitar a matéria orgânica para a compostagem (subsequentemente utilizada como adubo), entre outros tipos de aproveitamento natural do material recolhido nas várias matas e terrenos por esse País fora.
Como sempre, a acção de combate ao fogo é reactiva. Ou seja, quando o desastre está a acontecer ou já aconteceu. Causas? Beatas mal apagadas, foguetes da festarola lá da aldeia que caem onde não devem, o paiol de foguetes que explode...entre tantas outras possibilidades. Na minha opinião evitáveis, assim sejam respeitadas e cumpridas as regras de segurança básicas.
Todos os anos o Executivo diz serem tomadas medidas de prevenção dos incêndios florestais. O que sucede, não raro, é que as mesmas pecam por ser tardias ou inexistentes. O que naturalmente não surte grande efeito quando o mal já está feito...
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