Nos dias que correm, ter um emprego, um sustento ou um "ganha-pão" é fundamental. Crucial, diria mesmo. E cada vez são mais as empresas que fecham as suas portas e com os trabalhadores a ficarem de "mãos a abanar". Pelas últimas notícias que ouvi, o Norte de Portugal tem sido o mais atingido pelo flagelo.
Na minha opinião é essencial manter os postos de trabalho, sempre que tal seja possível, e não esquecendo que se avizinham tempos complicados, tendo em vista o previsível aumento do custo de vida. Morbidamente, não deixa de me divertir um grande bocado que o Governo ainda tenha coragem de pedir aos portugueses mais sacrifícios, como já aqui neste espaço tenho repetido. Quando em alguns lares é sabido que a palavra "sacrifício" é uma constante e não existe mais margem para tal. O que tem como consequência imediata o desespero, e com um amontoar de contas por pagar.
Por outro lado, faz-me alguma confusão ouvir através dos meios de comunicação social, que se vão cortar nos subsídios para os desempregados. E até hoje, nada. Nicles. Quem o recebe, continua a receber. Como sempre foi até aqui. É claro que ninguém está desempregado por opção (embora acredite cada vez mais que há pessoas oportunistas). A classe activa, quem efectivamente trabalha e faz o País andar "prá" frente, paga para a factura, para o "meu amigos ou amigas acordarem às 1000H da matina, tomarem um café na pastelaria mais próxima, lerem a "Bola" ou "O Record", e pela tarde, se apetecer, passar pelo Instituto de Emprego a ver se há alguma coisa. Alguma coisa que interesse, é certo.
Há uns anos atrás, dizia-se (nunca conheci ninguém que tivesse sido alvo de sanção) que os empregos oferecidos pelo Instituto de Emprego tinham de ser aceites. Tanga. Mentira. Nunca tal aconteceu. Em alguns casos, e pelo que me é contado, é melhor estar em casa a usufruir do subsídio de desemprego, do que ir trabalhar. São vários os casos que conheço assim. E acho vergonhoso algo dizer à "cara podre" que se ganha mais estando em casa do que a trabalhar. Literalmente, é gozar com a cara de quem trabalha.
Por outro lado, e finalizando um tema que muito mais teria por dizer, importa dizer que "trabalho" há..."empregos", como muita gente quer...é que infelizmente vão escasseando.
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