quinta-feira, junho 03, 2010

Escolas de Línguas

Quiseram os meus pais que desde miúdo frequentasse escolas de línguas. Lembro-me como se tivesse sido ontem a estopada dos cursos intensivos de inglês e de francês que tive de assistir em alguns verões. Sempre vi aquilo como um castigo por me ter portado mal durante o ano lectivo. O que é certo é que o pretendido era exactamente o oposto, ou seja, garantir uma "bagagem" diferente e uma preparação mais consolidada durante o ano lectivo.

Hoje em dia são muitas mais as escolas de línguas do que aquelas que existiam na altura em que aprendi línguas. Foram mais os anos que tive da língua inglesa do que francesa, embora esta última sempre tenha sido mais "evidente", pelo menos para mim. Por forma a consolidar esse conhecimento, também tive oportunidade de viajar bastante com os meus pais, o que naturalmente possibilitou que exercitasse in loco ambas as línguas. Claro que com o tempo fui deixando de ser fluente.

Relativamente a nomes de escolas, não vou identificar as mesmas. Por uma questão de publicidade e porque ninguém me paga para dizer o nome "a" ou o "b". Sugiro que as escolhas recaiam em escolas que tenham nos seus quadros professores nativos dos países das língua leccionadas. E que tenham as escolas tenham "provas dadas" no ensino das línguas. Por vezes, algumas profissões exigem certificados de línguas em como foram concluídos com aproveitamento determinados níveis do curso. Em algumas posições hierárquicas, e tendo em consideração os frequentes contactos com congéneres estrangeiros, o nível mínimo exigido é o "First Certificate". E será aqui que importa seleccionar a partir da vasta lista de nomes de escolas, aquelas que são mais credíveis. E só me ocorrem dois nomes...

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