Desde há umas décadas para cá existe no nosso léxico a terminologia "mundo virtual". Resumidamente, espelha o que de bom e mau a internet pode oferecer enquanto plataforma de comunicação entre as pessoas.
Se por um lado a internet é considerada como sendo uma "auto-estrada de comunicação", tendo em consideração a forma fluida e célere com que a informação é obtida, por outro lado, e como em tudo, se fôr mal utilizada, para fins dúbios e perversos, cai por terra o seu real objectivo - transmissão de dados / informação em tempo infinitesimal rápido.
É igualmente neste mundo de "portas abertas" que têm lugar os mais variados episódios surreais. Seitas que aderem ao sistema de vídeoconferência e cometem suicídios em massa, o Bin Laden que coloca online filmagens em que provoca os USA, instigação de homicídios, pornografia (com todas as suas variantes), e por aí adiante. São centenas de milhar de exemplos que podiam ser dados. E é gritante a falta de controlo.
Não raro, também é na internet que se concretizam negócios / transacções, se podem pagar contas, transferências bancárias, encomendar as compras do hipermercado, ler o jornal / revista, e centenas de outras soluções à distância de um clique no rato.
Importa pois dotar quem de direito dos instrumentos necessários para assegurar uma monitorização contínua da informação que diariamente dá entrada neste meio.
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