sábado, maio 07, 2011

Dislexia

Sem querer entrar em grande detalhe técnico (deixo isso para os profissionais da saúde - médicos, terapeutas e afins), entendo que a dislexia está associada à dificuldade na leitura, na escrita e na soletração.  Pode igualmente ser identificada nas salas de aula, intimamente associada a uma dificuldade na aprendizagem.

Ao longo dos tempos tenho conhecido vários disléxicos (as).  Há aqueles casos em que será mais evidente e aqueles em que não será tanto. A habitual e sintomática troca de letras na construção de uma palavra e/ou associada a uma deficiente construção frásica são os sintomas típicos de quem é disléxico. Entre vários outros sintomas, naturalmente.

Não existe grande coisa que o comum mortal possa fazer. Não judiar com alguém que é disléxico parece-me ser um bom princípio. Ser compreensivo e não estar recorrentemente a chamar a atenção parece-me igualmente sensato e adequado. É claro que em idades mais jovens, é importante que exista uma preocupação e acompanhamento  dos pais no sentido de prevenir que a dislexia seja agudizada. Para isso há terapias, há acompanhamento profissional.

No caso de adultos, o primeiro passo para a "cura" passa invariavelmente pela interiorização do problema, e naturalmente pela procura de meios adequados para que não esteja tão evidenciada a dislexia no dia-a-dia e seja possível "amenizar" a mesma.

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