quarta-feira, novembro 16, 2011

Óculos Escuros

Comprei (mais) um par de óculos escuros. Há uns dias atrás. Na medida em que tenho tido algum azar com os pares que tenho tido (e.g.: lentes partidas, hastes que se desconjuntam), tive de comprar mais um par, depois de quase ter ficado cego com a luz solar numa das últimas manhãs em que fui trabalhar.

À semelhança de tantos outros objectos, um par de óculos escuros diz muito da pessoa. Naturalmente que não posso levar a sério uma pessoa que usa um par de óculos de massa branca ou encarnada com dimensões que superam a dimensão da cara. Da mesma forma que não me parece sensato manter uma conversação com alguém que usa uns óculos escuros cuja armação tem o formato de coração ou de gota de água. Há limites para tudo. E nesta matéria são muito facilmente ultrapassados assim se opte pelo esotérico.

Bem sei que cada um tem os seus gostos. Confesso que ainda não consigo pensar em manter uma conversa séria com alguém que fala comigo olhando para mim através de um par de óculos como os que descrevo acima. É mais forte que eu.

Um par de óculos escuros, na minha opinião, deve ser discreto. O máximo possível. Acima de tudo deve dar-se preferência a óculos que proporcionem uma boa protecção dos olhos. No caso das pessoas com olhos claros (tipicamente mais fotossensíveis), a escolha de um bom par de óculos revela-se de extrema importância. No meu caso (e julgo que no caso das demais pessoas com olhos escuros), a escolha de um bom par de óculos tem por objectivo dar resposta  à incontornável dificuldade que há em conduzir de manhã com muita claridade. Ou de sair de casa com essa típica claridade matinal (para quem não conduz, por ex).

Em qualquer dos casos...que impere o bom senso na escolha dos óculos escuros!

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