segunda-feira, novembro 14, 2011

Teoria do Iceberg

A questão da teoria do iceberg é muito conhecida nas análises financeiras. É também muito aplicável noutro tipo de análises, mas será neste tipo específico de abordagem que é mais utilizada. Imagine-se um iceberg. Há a parte visível (emersa) e parte invisível (submersa). O que sucede é que um iceberg tem por vezes associado um enorme desenvolvimento em profundidade. O que, para um analista, é a parte que interessa explorar, na medida em que é "esta zona" onde estão alocadas as verdadeiras e reais necessidades e pretensões contratuais.

Nos dias que correm, a generalidade das pessoas, analogamente aos maus analistas, tende a  preocupar-se apenas com a parte visível do iceberg. Não digo que seja uma má abordagem. É sim a mais fácil e tem associada uma elevada probabilidade de erro na medida em que peca pela tal superficialidade.

Importa pois, tentar perceber a dimensão real da parte não visível do iceberg. Não tirar ilacções precipitadas e em consequência da análise fácil e imediata do que é visível.

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