segunda-feira, dezembro 12, 2011

Ser honesto

Contam-se pelos dedos de uma mão (ou de meia mão) as pessoas que conheço e que são honestas. Dessa meia mão, um dos dedos, diz respeito aqui ao escriba.

Em primeiro lugar, ser honesto significa ser uma pessoa íntegra, vertical, com valores morais muito bem consolidados e definidos. É mais fácil ser desonesto que honesto, é uma realidade. É mais fácil encontrar uma carteira, retirar o dinheiro que lá está dentro (dizendo que já se encontrou a carteira assim), do que a devolver com tudo o que lá estava dentro, incluindo o dinheiro. Nos dias que correm até calha bem. A honestidade, para quem encontrou a carteira, baseia-se portanto no facto de a mesma ter sido encontrada e entregue (e.g: PSP). Sempre se poupa na trabalheira de ir tirar todos os documentos de novo...

Em segundo lugar, ser honesto é o pautar-se por uma forma de estar na vida diferente da dos demais. É valorizar aspectos como a integridade, frontalidade, sensatez e tendo como "baliza" os valores morais e éticos apreendidos no decurso da vivência. É neste processo que muito boa gente diverge e que, mais tarde se evidenciará como sendo algo que influiu de forma errada no molde da personalidade. E há muita gente assim. Infelizmente.

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