domingo, janeiro 29, 2012

O Poder da Informação

Num dos meus textos anteriores falei sobre o poder da informação. Para mim, é pacífica a ideia de que, quem tem informação tem poder. Sim, acredito mesmo que mais poder do que quem tem dinheiro. Ou mesmo muito dinheiro.

Há poucos dias veio à baila a notícia sobre um ex-alto representante da "secreta" portuguesa (e até há bem pouco tempo Administrador de um dos mais grupos económicos que por cá existem), é suspeito de ter utilizado a sua influência para obtenção de informação privilegiada (confidencial) acerca de empresas. Por provar estará essa tese e, acertadamente, este representante optou por se afastar da empresa, possibilitando que as investigações policiais decorram dentro da normalidade e alegando não ser "arma de arremesso" entre os grandes grupos económicos. Julgo que também lhe assiste o direito de ser ouvido e explicar o que significam estas afirmações.

Nos dias que correm, é cada vez mais importante perceber quem tem informação. E que tipo de informação tem. O filme que fui ver ontem ao cinema, "J.Edgar", retrata bem esta questão. E curiosamente, numa altura em que cá por Portugal "deflagra" esta questão do poder que se tem quando se sabem "algumas coisas". Trata-se de um filme que aconselho, na medida em que espelha bem a forma como o FBI conseguiu, aparte do conhecimento de "escapadelas amorosas" e infidelidades de figuras proeminentes da sociedade, travar vários momentos de convulsão sócio-políticos nos Estados Unidos da América. 

Será pois, importante acompanhar o desenrolar dos acontecimentos futuros. Para já, dá para perceber que por cá, neste "pequeno rectângulo", há muita gente com o "rabo preso". E que neste momento já está muito inquieta com esta notícia acerca do facto de terem sido detectados 4.000 contactos pessoais encontrados no telefone deste alto representante. Com muita informação acerca dos mesmos.

Presidenciais Francesas

França tem neste momento em curso a campanha presidencial que tudo indica reconduzirá o Presidente Sarkozy de novo ao poder. E alguns comentários se me oferecem dizer.

Desde há algum tempo que o presidente gaulês é visto junto da "chanceler" alemã. Também eu faria o mesmo. Convenientemente. Afinal, mais vale "cair em graça do que ser engraçado". E cair nas graças daquela que é a responsável pelo país considerado como sendo o "motor" da economia europeia, é obra e também a decisão acertada. Além disso, e na minha opinião, é também sinónimo da "ausência de problemas". Ou seja, constato que em França só agora se fala (timidamente) em medidas da austeridade. E na sequência do "downgrade" atribuído a França por uma conhecida agência de "rating". E que calha muito mal em plena campanha eleitoral.

O "escamotear" da realidade francesa assusta-me um grande bocado. Não detenho um conhecimento profundo acerca da economia internacional e que me permita com propriedade avançar a teoria de que a economia francesa, num contexto europeu, não é mais sólida que a economia italiana, espanhola, irlandesa ou portuguesa. Contudo, tenho para mim que não é o facto do Presidente francês se reunir com frequência com a "chanceler" germânica, que faz com que miraculosamente deixe de haver problemas no seu país. E é aqui que reside a minha grande preocupação. Temo que este "namoro" possa estar a dissimular um grande "icebergue". Não do germânico, mas sim do gaulês. E sinceramente, espero que não suceda o que aconteceu por cá. Em que durante anos foi "mascarada" a realidade e quando foi conhecida....já era tarde.

domingo, janeiro 22, 2012

As reformas do Presidente da República

Há poucos dias atrás, num momento em que foi apanhado de surpresa, o Presidente da República do meu Portugal teceu algumas considerações que me deixaram deveras preocupado. Ainda tentei perceber se os seus conselheiros estavam por perto...mas não. Não estavam. O que é grave. Como se sabe, o Presidente gosta de "ouvir" os seus conselheiros. Uma decisão acertada quando o faz e não tão acertada quando dá entrevistas sem estar devidamente preparado.

O caso não é para menos.  Afinal, fiquei a saber que as reformas que recebe da Caixa Geral de Aposentações (CGA) e referente ao cargo que foi por si ocupado enquanto investigador da Fundação Calouste Gulbenkian rondam os 1.300 euros (o Presidente fez questão de validar se a jornalista tinha percebido bem a sua dicção não fosse a menina estar com a orelha suja). O que não consegui perceber foi se se trata de um valor total de ambos os locais ou se é 1.300 euros de cada um deles. Fiquei muito mais tranquilizado com o seu ar "enigmático-seráfico" que lhe é tão característico. 

Dei-me ao trabalho de pesquisar neste imenso mundo de informação que é a "internet" e realizei que nem eu próprio conseguiria sobreviver com uma reforma três vezes superior ao salário mínimo nacional português. Compreendo e naturalmente que apoio o Presidente nesta sua profunda consternação.

Mas há mais. Uma desgraça nunca vem só. O Presidente teve responsabilidades no Bando de Portugal (BdP). E certamente por esquecimento, não mencionou o montante auferido enquanto colaborador que atingiu o "nível 18" nesta instituição. Acredito que seja um bom nível. Dei-me ao trabalho de fazer novo trabalho de investigação (já me dói a cabeça com tanto texto lido). Estão em causa valores de pensões que apontam "qualquer coisa" entre os 4.000 e os 6.000 euros / mês (quando a pensão máxima nesta instituição atinge o valor de 8.000 euros). 

Feitas as contas, o Presidente acumula duas pensões (tendo abdicado o ano passado do seu vencimento enquanto digníssimo representante da Nação, e que totalizaria o valor de 6.523 euros). Resta-lhe viver com uns míseros 10.000 euros / mês. Também eu quero ser pobre e juntar-me a tantos portugueses que nem pão têm para comer.

Costa Concordia

O mais recente naufrágio de um cruzeiro junto à ilha toscana de Giglio (Itália) deu-me que pensar em vários situações.

Em primeiro lugar, sempre ouvi dizer que "o Comandante do navio é o último a sair". Neste caso, ainda o cruzeiro não tinha tombado, já o Comandante se tinha posto "ao fresco" mais a sua misteriosa "convidada" (e que não constava da lista de passageiros). Foi já na parte exterior do cruzeiro (e devidamente afastado e protegido do mesmo, não fosse o diabo tecê-las)  que entendeu que devia comandar as operações de busca e salvamento das vítimas agonizantes que estavam no interior do mesmo.

Em segundo lugar, não consegui ainda perceber muito bem o que aconteceu. Parece que este cruzeiro, e por forma a garantir uma maior visibilidade comercial, fazia frequentemente esta manobra. Aproximar-se o mais possível de terra e depois afastar-se. Faz-me lembrar aquele adágio popular do "cântaro" e da "fonte". E aconteceu o pior desta vez. Ao que consta, o Comandante terá recebido ordens por parte da empresa proprietária deste cruzeiro (e que lhe pagava o ordenado) para o fazer. O que piora muito mais as coisas.  Porquê? Porque naturalmente que agora pouco há a fazer. Nesta altura do campeonato, nem que tivesse sido sua Eminência "o Papa" a pedir ao Comandante que passasse ao largo de Giglio, tal serviria de atenuante. Há "algo" que está directamente apontado à cabeça deste operacional - o facto de ter abandonado a embarcação. E "isto" não tem perdão possível.

Em terceiro e último lugar, a questão ambiental. O Costa Concordia tem no seu interior toneladas de combustível que (até ao momento) ainda permanecem confinados nos seus tanques. O momento actual é de elevada preocupação e consternação na medida em que as condições climatéricas locais estão a sofrer alterações (para pior), podendo provocar a movimentação da embarcação, dificultando a busca de eventuais sobreviventes e ainda do início dos trabalhos da trasfega (que se prevê durarem meses, na medida em que o combustível deste tipo de barco é espesso, carece de aquecimento para  promover o estado mais líquido e facilitar todo o processo). O que sugere, como se imagina, muitas precauções.

Esperemos que tudo se resolva por bem. E o mais rapidamente possível.

domingo, janeiro 15, 2012

Adopção

Conheço de perto a realidade da adopção. Acompanhei o processo de adopção de uma criança por parte de um casal amigo e consegui perceber a quão complexo pode ser este processo.

Em primeiro lugar, não adopta quem quer. Adopta quem pode, e após ter terminado um escrutínio rigoroso, como é de resto expectável neste tipo de matéria. Compreendo isso. É importante conhecer e avaliar quem se propõe a adoptar, as suas posses, bem como as garantias de sobrevivência / subsistência que terá a criança adoptada no novo lar que a acolherá. Em segundo lugar, constata-se que há uma preferência dos casais pelas crianças mais novas (bebés) em detrimento da adopção de crianças prestes a entrar na complexa etapa da adolescência. Ou pelas crianças saudáveis em detrimento de crianças com alguma deficiência. Também consigo compreender isso. Em terceiro e último lugar, não entendo é a desistência dos casais que adoptaram as crianças e as entregam de novo às instituições de onde as receberam volvido algum tempo de convivência.

O processo de adopção não dura menos de um ano. Durante esse ano (e querendo), é possível ao casal saber tudo e mais alguma coisa da criança. Tudo é tudo mesmo. Há inclusive um período de "experiência" em que se percebe se há uma adaptação pacífica (ou não) da criança no seu novo lar e com os pais adoptivos. Com tudo isto, não entendo como é que há crianças que são devolvidas às instituições que sempre as acolheram. As crianças não são objectos, não são electrodomésticos com quem se brinque e depois se chegue à conclusão que não apetece brincar mais. São seres humanos, com passados traumáticos (em alguns casos), com um legado de alguns anos a viver numa família de tantas outras crianças adoptadas. Chegando aos 15 anos, se não estão em erro, deixam de estar disponíveis para adopção. Sem nunca terem tido uma presença paterna ou materna. O que quero dizer, em jeito de conclusão, é que as pessoas devem ser adultas nas suas decisões. Ponderar bem as suas decisões. Pesar os prós e os contras. E claro, dialogar acerca do que realmente querem (e se querem efectivamente) adoptar uma criança.

Miami

Acabo de chegar de Miami há coisa de três dias onde me desloquei em trabalho. Não conhecia ainda esta cidade integrante do estado da Flórida. Miami está para a Flórida como Albufeira está para o Algarve. Grosso modo é isto. Antes de partir, já tinha conhecimento de ser uma zona dos Estados Unidos onde há uma predominância da comunidade hispânica. E também percebi rapidamente que o espanhol é a primeira língua nesta cidade e que são poucos os habitantes da mesma que se esforçam por "hablar" o inglês. Ou "inglês-americano".

Confirmei mais uma vez que a gastronomia em Miami é igual aos outros locais dos EUA que conheço. Grelhados com o famoso e habitual molho de tomate adocicado. Os clássicos jarros de cerveja. E as famosas "chicken wings" que não são mais que várias parte do frango panados e embebidas num molho picante cujo aspecto faz o óleo do meu jipe parecer um néctar dos deuses. Tem mau aspecto mas sabe bem. Até determinado ponto, a partir do qual é enjoativo.


Miami South Beach é um ponto obrigatório de visita para quem visita Miami. Trata-se de uma zona de Miami onde existe uma avenida conhecida - Ocean´s Drive. Estão aqui algumas das lojas mais caras, restaurantes cujo preço final de uma refeição ronda os três algarismos significativos. Sempre para mais. Foi aqui que pude apreciar o parque automóvel mais caro e exclusivo. E claro a "art deco" referente a arquitectura local. Basicamente, "art deco" é um estilo de contrução que remonta ao século passado e se baseia na cópia (ou preservação, em alguns casos) do estilo utilizado nos edifícios da década de 1950-1960.

Aparte de alguns edifícios com uma arquitectura mais contemporânea, a maioria dos edifícios em Miami South Beach segue esta traça, o que reflecte a preocupação em ser mantida uma harmonia arquitectónica e agradável. Pessoalmente acho que o resultado é muitíssimo bom na medida em que aprecio este tipo de edifícios e com este tipo de linha. Por outro lado torna esta zona única e selecta, o que transmite um carácter exclusivo.


Uma das atracções desta avenida de Miami South Beach, é sem dúvida a casa do estilista Versace. Quem não se recorda do mesmo ter sido assassinado à porta da sua mansão em 1997? Pois, é esta a mansão dele. Linda. Majestosa. Luxuosa. Com um bom gosto extremamente refinado e se não estou em erro, com um valor próximo de 3 milhões de USD. Cara portanto. Só podias, nesta zona.



Para um amante do mundo automóvel, como se sabe que sou, é natural que os EUA represente o estandarte máximo nesta matéria. Não pelo facto de existir modelos que não exista em Portugal. Mas sim pelo facto de ter visto dois carros a gasóleo em centenas de carros movidos a gasolina e com os quais me cruzei. Daqui retiro várias conclusões. Em primeiro lugar, a América não está muito interessada em cumprir as metas definidas no longínquo ponto de partida ratificado em Quioto. Aliás, abandonou na altura as negociações para tal. Já lá vão uns 20 anos.
 
 Em segundo lugar, não será de estranhar, que o menor valor da cilindrada que por lá tenha visto fosse..3.000 centímetros cúbicos. Em terceiro lugar, o preço dos combustíveis. E ainda que recentemente tenha aumentado o preço do galão. Um galão equivale sensivelmente a 3,8 litros. E assumindo que o preço do galão nos EUA é inferior ao preço do litro do combustível em Portugal, justifica-se a despreocupação do americano com a eterna preocupação do europeu com a poupança de combustível ou com a procura de carros económicos que lhe permitam economizar a "gota". E fica naturalmente patente o descompromisso ou desinteresse americano para com as metas ambientais que a generalidade dos países industrializados se comprometeram a cumprir, e por parte de uma nação que é conhecida como uma das mais contributivas para a poluição global do planeta, por via da massificação do recurso à indústria pesada.

De resto, um final de semana gasto em tentar recuperar as horas de sono perdidas na troca de fusos horários. E a certeza que a América continuará a ser o que sempre foi....única!

domingo, janeiro 08, 2012

Grupo Jerónimo Martins e Holanda

Veio há poucos dias a público a notícia relacionada com a transferência do controlo do Pingo Doce passar para as mãos de uma empresa com sede na Holanda. Basicamente, o grupo Jerónimo Martins comunicou ter vendido 56,1%  a uma sociedade sua subsidiária na Holanda. De imediato surgiram apelos nas redes sociais para o boicote das compras no Pingo Doce e o assunto chegou a ser debatido no Parlamento, no debate quinzenal, às Sextas-Feiras, como habitual, e contando com a presença do Primeiro-Ministro.

Na minha opinião, importa apenas perceber se as obrigações fiscais do Pingo Doce serão honradas. No tal comunicado distribuído pelo grupo eram clarificadas algumas questões. Uma das quais foi a assumpção de que os compromissos fiscais continuarão a ser respeitados por cá e na medida em que a sede social e residência fiscal do grupo permanecem em Portugal. Fico bem mais tranquilo na medida em que me iria parecer um tanto ou quanto rebuscado que uma empresa obtivesse receita num determinado país (Portugal) e posteriormente pagasse impostos relativamente à mesma receita noutro país (Holanda) com um uma taxa de incidência inferior, ou seja, como resultado final seriam obtidas margens de lucro significativamente superiores para a própria empresa. Parece-me simples a razão pela qual se levantou tanta celeuma...

Perdão da Dívida Grega

Muito se tem falado na Grécia. Foi efectivamente o país, a seguir à Irlanda, onde houve uma intervenção do FMI, sendo que continuamente tem falhado no cumprimento dos objectivos assumidos com a "troika". Pelo meio, um Governo que "caiu". Bem sei, e como já aqui referi num texto passado, a saída da Grécia seria má para a zona euro. É importante perceber que "o-senhor-que-se-segue" é Portugal, e se, neste momento os "focos" de Bruxelas estão apontados pela dupla "Merkozy" para as economias mais fracas (nas quais se inclui Portugal), mais ficarão quando e se a Grécia sair da zona euro. É uma realidade incontornável. 

Por outro lado, a condescendência de Bruxelas com a Grécia deixa-me pouco tranquilo. Alude ao perdão da dívida por parte dos credores, por forma a garantir algum "oxigénio" à Grécia. Parece-me que ninguém terá dúvidas do quão injusto é que aos portugueses seja pedida mais paciência e esforço - sem que haja qualquer tipo de condescendência - e ao povo grego, assim de repente e que me recorde, já lá vão 3 "borlas". Espero que este tipo de avaliação, que quero acreditar que é conseguida por pessoas idóneas e responsáveis, também seja aplicável ao caso português. Relembro que para a consecução dos objectivos assumidos com o FMI, e objectivamente falando do défice, Portugal recorreu ao fundo das pensões. Tratou-se de uma medida algo controversa, na medida em que se trata do dinheiro devido aos contribuintes portugueses que descontaram uma vida inteira, mas foi a solução encontrada para cumprir o acordado. E foi honrado o compromisso. Será que todos os demais países em dificuldades têm esta visão da realidade e do esforço de contenção / sacrifício? O tempo o dirá.

EDP e Investimento Chinês
Com a recente aquisição de 21,5% do capital da EDP por parte de um novo accionista chinês, algumas coisas poderão mudar nesta tão simpática empresa. Começando no limite ao direito de voto, na medida em que "na calha" dos chineses está também a aquisição de mais 4% de capital da EDP detido pelo Estado Português. Não me choca absolutamente nada este tipo de investimento. Muito pelo contrário.

Contudo, importa referir que este negócio me fez pensar nas diferenças de políticas seguidas por este Governo e o demissionário. Há uns anos atrás, quando a uma conhecida empresa portuguesa tentou comprar a PT, a venda foi tornada inviável. Alegou-se a "golden share" e blindagem de direitos, por outras palavras, havia interesse estatal na contínua supervisão desta empresa. E subsequente distribuição dos lucros. Hoje em dia as coisas mudaram. No caso da EDP, por exemplo, fazia parte da lista de empresas a serem privatizadas. E foi vendida uma significativa parte do seu capital, o que permite aos chineses terem 4 representantes seus no conselho de supervisão da empresa. Esperemos para ver como será esta coexistência.

Implantes Mamários (França)

Segundo veiculado nas notícias, parece que o silicone utilizado nos implantes mamários de algumas mulheres tem aplicação usual em indústrias como a do fabrico de pneus, na indústria petrolífera, como anti-mousse, ou ainda no tratamento de águas residuais. A falha de supervisão deste tipo de intervenção cirúrgica / plástica, bem como o recurso a silicone não adequado, já fez com que fossem contabilizadas uma série de reclamações por parte das visadas e que também têm associado um perigo elevado para a saúde das mesmas. Mas há mais. Trata-se de um problema que afectará mulheres "além-fronteiras" do país gaulês, na medida em que há cerca de 10.000 mulheres do país "aqui ao lado" que também optaram pelos implantes mamários desta marca. O responsável clínico da clínica onde eram feitos os implantes mamários encontra-se naturalmente em parte incerta.

Até daqui a uma semana.