domingo, maio 26, 2013

Tenho de partilhar com os meus amigos e amigas um momento histórico na minha humilde existência: aprendi a preparar esparguete. É verdade. Aprendi a cozinhar esparguete de uma forma que fica sempre bem. O que, gostando eu de esparguete, facilmente se depreende que me agrada enormemente. Porquê? Porque desde que me conheço que gosto de esparguete (quase tanto como gosto de carros). De qualquer forma e feitio. Tem é de ser solto. Sem "goma". 
O facto de ter aprendido a cozinhar esparguete abriu-me uma imensidão de opções que como se perceberá terão o "céu como limite". É verdade. Todos os dias penso em acompanhamentos diferentes e aponto numa folha de papel. Agora é experimentar.
Comecei esta minha nova fase de vida pela confecção de um pequeno e saboroso prato de esparguete com cogumelos, natas (magras) e bacon. Foi mais fácil do que eu esperava. Bem mais fácil. Isto aconteceu no Sábado. No Domingo resolvi voltar a comer esparguete ao almoço e daí preparei mais um prato de esparguete, desta vez com camarão. Saiu muito bem também. Em abono da verdade importa referir que numa escala de 0 a 10 a preparação de um prato de esparguete deve ser 0. Ou "-1". E dou comigo a pensar a razão pela qual não "vi a luz" há mais anos. Como é possível que tenha passado tanto tempo sem que aprendesse em 2 minutos a fazer uma pratada de esparguete? Não tenho explicação para isto.
P.S.: A questão agora reside em acertar na quantidade de esparguete. Aí reconheço que tenho tido alguma dificuldade. Por via de fazer meio pacote de esparguete, tenho tido "barrigadas" de esparguete em que fico tipo "jibóia" depois de ter comido uma vaca. Algo a ser afinado no futuro próximo.

1 comentário:

Anónimo disse...

Eu a pensar que não sabias/gostavas de cozinhar...
És uma caixinha de surpresas...boas.
Tb gosto mto de esparguete, mas adoro o fettuccine, aquele "esparguete" mais "largo", se não conheces experimenta, é otimo.
Bj

PAz