Seria incorrecto e não seria 100% verdadeiro se dissesse que esta realidade me é completamente desconhecida. Tenho de assumir que desde sempre me recordo de ter vivido isto. Talvez não tão "extremado". Os carros que lá houve em casa sempre rumaram quer para Norte, quer para Sul de Portugal "cheios até ao tecto". A justificação é simples: podia não haver amanhã, e era preferível "levar a casa atrás" do que chegar ao destino e faltar uma panela ou um toalhão para o pós-duche. Que sacrilégio! Donde, quando este tema em concreto é por mim desenvolvido, é sem dúvida alguma com um profundo conhecimento de causa de quem fez algumas viagens "Lisboa-Algarve" com a panela do jantar ao colo.
Numa altura em que a intensidade de tráfego aumenta substancialmente (quer na ida, quer no regresso para/das férias) importa prevenir ou mitigar a probabilidade de ocorrência de algum evento na estrada que possa perigar a vida dos utentes da mesma. O cansaço acumulado (de várias noites mal dormidas em consequência do período das férias), aliado a viagens que são iniciadas no pico do calor (ou após um almoço bem regado) faz com que haja "per se" algumas variáveis importantes na equação de viagem de "A" para "B" seja bem sucedida e conseguida com segurança.
Boas férias!
