domingo, setembro 29, 2013

Ao longo do tempo tenho aprendido a tornar-me uma pessoa mais paciente. Ou por outra, mais paciente com umas coisas e menos com outras. Todos nós em alguma altura das nossas vidas temos (devemos) realizar o(s) exercício(s) de introspecção para perceber "onde estamos". Se estaremos realmente bem. E não estando, o que fazer para que passemos a estar.
Uma boa aproximação, para quem não conseguir efectuar este exercício "a solo", será pedir ajuda a alguém próximo. Falo naturalmente de um bom amigo ou uma boa amiga que nos conheça bem e que tenha uma "fotografia global" de quem somos. Esta ajuda é importantíssima e será tanto mais valiosa (ou produtiva, se preferirem) quanto mais próxima fôr esta pessoa. Porquê? Porque terá presente o nosso quotidiano e conseguirá com mais facilidade perceber o porquê de algumas reacções e eventualmente opinar sobre outras ainda não tomadas e para as quais será solicitada a sua opinião.
A questão que refiro no início deste texto (a paciência) é um bom exemplo do quão útil poderá ser uma boa e válida opinão "vinda de fora". Por vezes uma "segunda leitura" poderá ajudar a desvalorizar aquilo que está a ser valorizado em demasia por nós. Isto acontece tipicamente quando se reage de forma impulsiva. A quente. E a tal pessoa terá o condão de, com a sua opinião, contribuir para que a nossa paciência tenha lugar de forma harmoniosa e natural.

domingo, setembro 22, 2013

Acompanhei de perto nas últimas semanas o processo de entrega de uma cadela (cachorra com 2 meses) por via da dona não ter vida para cuidar dela. 
Falo com conhecimento de causa na medida em que acompanhei (ao telefone) o processo de adopção desde o início, a euforia da visita ao criador, os olhos da cachorra que brilhavam e pediam para a levar, etc..O normal. Já naquela altura, e sendo muito incisivo de assertivo como vem sendo hábito, comentei que um cão muda a vida das pessoas e que por muito que esta pessoa gostasse de animais não recomendava (conhecendo a sua vida pessoal/profissional) que levasse a cachorra para casa. Fez exactamente o contrário. Seguiu o seu impulso e vontade do filho. E conseguiu aguentar 2 meses com a cadela em casa. Resultado...entregou agora a cadela com o coração partido e com o filho em lágrimas porque não queria que a cadela se fosse embora. Embora durante o tempo em que a cachorra esteve lá em casa todas as tarefas de cuidar dela fossem responsabilidade da mãe...
Desculpar-me-ão as pessoas mais sensíveis, mas isto é algo que tenho de partilhar na medida em que não consigo entender ou compreender por muito que tente. Valorizo e respeito quem me diz que gosta de animais mas que não tem tempo ou espaço para cuidar dos mesmos Já não entendo muito bem quem vai buscar um cão, "experimenta" dois meses e como dá muito trabalho entrega o mesmo a alguém. Não é correcto. Há laços (bilaterais, na medida em que o animal também os cria com os seus donos) que do nada são quebrados.
O Paco é o meu segundo cão como sabe quem me conhece há uns anos. Tive outro, há alguns anos atrás, o Kaiser (pastor alemão) que muitas alegrias me deu. Partiu para um mundo melhor e deixou muitas saudades cá em casa. Consequentemente durante muitos anos não entrou cá em casa mais nenhum cão porque ainda estava muito presente a dôr da partida do nosso amigo e daquele que foi um membro da nossa família.
Quando decidi ir buscar o Paco fi-lo conscientemente. Sabia que iriam voltar os passeios de madrugada (quer de manhã, quer de noite). Quer fizesse Sol ou chuva. Não me interessa para nada as condições climatéricas. O bicho tem de passear e eu tenho de o fazer com ele. Se está a chover visto um casaco com capuz ou levo um guarda-chuva. Se estiver vento levo um um corta-vento ou uma camisola. O que não faz qualquer sentido é que o cão não seja passeado. E cá em casa o Paco é também tratado como um membro da família. Merecendo todo e qualquer respeito por essa condição. Posso adiantar que o "meu" jipe é afinal dele. É o meio de transporte que gosta (não gosta dos outros carros). Também posso adiantar que há visitas que deixaram de o ser (vir cá a casa) porque o Paco não tem de ficar preso numa divisão da casa quando há visitas. Anda por onde quer. Não dorme (nem nunca dormiu) na rua. Por isso já se percebe onde estamos.
Entendo que as pessoas que têm este tipo de vontades ou que seguem impulsos deviam ponderar melhor as suas decisões. Se não têm vida/tempo para cuidar de um animal...não o vão ver. E mais...não embarquem na ideia idílica de que as coisas "depois arranjam-se". E mais...quem nunca teve um cão deve ler muito sobre a forma como a vida se altera quando a família aumenta. Eu fi-lo e como tal, foi de forma responsável que fui buscar os meus dois cães. E que sempre me mereceram o melhor e total dedicação. Afinal....quem os retirou da companhia da mãe e irmãos(ãs) fui eu. Não foram eles que pediram para vir cá para casa!! É assim que penso. 

domingo, setembro 15, 2013

"Fanfan"

Li em dois dias um livro chamado "Fanfan" que teve o dom de me fazer rever vários modelos que tinha como dogmas. Além disso acordou-me para várias realidades quotidianas que se vivem comummente nos relacionamentos actuais.
Já aqui falei na "chama" da relação entre duas pessoas. Sim, essa "chama" que existe no início das relações até, sensivelmente (assim sejam as relações sérias) ao terceiro, quarto e porque não quinto ano de relacionamento. A partir desse momento...é necessário que haja uma boa dose de criatividade (de parte a parte) para que as coisas continuem e não se vá procurar "fora" de casa o que não se tem "dentro" de casa. E isso pode acontecer quer do lado masculino, quer do lado feminino. Não tenho qualquer dúvida. Talvez as mulheres o façam de forma mais inteligente e não se denunciem de forma tão infantil e estúpida como os homens, mas também o fazem.
O livro aborda vários temas: a traição (consentida), o adultério e um aspecto que nunca tinha pensado, mas que faz algum sentido perpetuar - o prelúdio dos relacionamentos. A fase em que a "chama" está sempre presente.
Na óptica do autor do livro, o prelúdio dos relacionamentos pode (e deve) ser perpetuado para sempre, ou seja, só assim consegue o autor amar de forma igual aquela mulher que deseja para a eternidade cósmica. Nem que para tal tenha de sacrificar violentamente a sua vontade e controlar-se para não ceder às tentações carnais sempre que avista a sua amada. A definição de paixão platónica, pois então.
Como refiro no início deste texto, foi durante este final de semana que passei algum tempo a pensar neste tema. Na realidade, as coisas sucedem a uma velocidade estonteante que pouco ou nada tem de compatível com a mensagem que o livro pretende transmitir. Quantos de nós pensamos nisto quando estamos verdadeiramente interessados em alguém? Poucos ou nenhuns será a resposta honesta e sincera. Porquê? Porque muitas vezes a carência afectiva/física fala mais alto e o envolvimento físico acaba por se precipitar. O que poderá eventualmente conduzir, mais à frente, ao arrependimento e/ou vazio emocional. Mas como diria alguém sábio "faz parte da experiência de vida cair para depois se levantar". E neste caso acho que faz muito sentido esta frase. É necessário que passemos por várias experiências, nos arrependamos, para depois rever todo o percurso realizado e melhorar em certos pontos. O perpetuar do "período de graça" (ou prelúdio da relação) será portanto o grande objectivo. Resta saber quem é que consegue, nos dias que correm, viver relações platónicas...e fazer com que o "outro lado" também compreenda e o queira!

"Urbanathlon 2013"

Participei ontem numa prova (corrida 10K + 10 obstáculos) organizada pela revista "Men´s Health". Muito grande foi a publicidade aos embaixadores e embaixadoras da prova - caras conhecidas do "jet set" - o que naturalmente me fez criar uma expectativa bastante elevada em torno desta prova à qual cheguei com princípio de taquicardia de tão excitado estava. Confesso que não me preparei especificamente para a mesma, mas dei especial atenção a alguns grupos de músculos que sabia que seriam "recrutados"para a realização da mesma (e.g.: pernas, braços, peito, ombros). 
A prova estava dividida em dois grandes grupos de participantes: os singulares e as equipas. Eu estava integrado no segundo grupo, com uma equipa constituída por 5 elementos. Logicamente que o grupo dos participantes singulares partiu em primeiro lugar e o grupo das equipas em segundo lugar. 
Teoricamente deveria haver uma distância temporal de 10" que separaria a saída dos dois grupos. Acabou por ser de 15", sendo que a espera para a partida do meu grupo foi conseguida debaixo de uma temperatura exterior que rondava os 30ºC. Já se imagina a vontade que tive de enfiar o microfone dos animadores "num-sítio-da-sua-anatomia-onde-o-Sol-não-chega". Mas estoicamente resisti a esta (e outras) ideias dignas de requintes de malvadez e lá comecei a correr. Entre 1000 e poucas pessoas. Um bom exercício que convido o(a) meu/minha amigo(a) a efectuar comigo é imaginar este "magote" de 1000 pessoas a chegar a um obstáculo. Curioso como o verbo "afunilar" surge rapidamente na minha mente. Lógico. Já tinha referido que se tratava de uma prova cronometrada? Não? Mas era. Sendo um prova cronometrada já se imagina que comecei (e todos os outros participantes) logo a bufar porque quem ía à frente não era expedito a saltar para dentro de um contentor de entulho (sendo que era um dos obstáculos) com água pelo joelho...Adiante.
A organização desta prova, de forma muito amadora (diga-se em abono da verdade), não previu que num dia quente (e em esforço físico intenso como é o da corrida e transposição dos obstáculos) a procura da água seria bastante grande. A primeira distribuição da água só teve lugar ao fim de 6,5K e cada concorrente só podia levar uma garrafa pequena de água. A segunda distribuição de água já acontece aos 8,4K, ou seja, na meta. Mas...esperem lá, poderão perguntar...8,4K? Sim, é verdade. Mais uma "partida" da organização. Uma prova que foi "vendida" como sendo de 10K teve uma distância total de menos 1,6K. Faz diferença. Toda, arriscaria a dizer.
Mas há mais (incrível, não é? Um dos obstáculos consistia num camião estacionado a meio de uma pista de areia. Num dos lados de camião havia uma rede de desembarque que permitia subir ao topo do mesmo e do outro lado havia também uma rede que permitia a descida do mesmo. No topo do camião, um contraplacado que cede com o pêso dos participantes. Sem comentários.
Importa referir que há pessoas que independentemente do objectivo da prova ser a confraternização e a prática do exercício físico...levam a mesma muito a sério. É legítimo e compreendo-os(as) perfeitamente. Mas coloquemo-nos "na pele" destas pessoas. Fará algum sentido que uma determinada pessoa que (ainda que participe na prova a título amador), perfaça a mesma com um elevado rendimento, cronometre a sua prova e fique abaixo dos 60" no seu relógio...e apareça na lista geral com um tempo de 240" (4 horas)? É humilhante e francamente frustrante.  A título de exemplo, e para concluir, posso adiantar que numa prova que tive oportunidade de realizar no início deste Verão - e com muito menos publicidade, sem "embaixadores e embaixadoras jet set" as coisas correram na perfeição. Água e fruta (bananas) em abundância e ao longo de todo o percurso da prova. Lembranças com piada oferecidas no final da prova...Enfim...duas provas com o mesmo propósito e com resultados antípodas. 

domingo, setembro 08, 2013

Grande parte do realização do meu objectivo pessoal que aqui tenho referido (o tal de Fevereiro do ano que vem) passa por "fechar a boca". Ou seja, "re-aprender" a comer. Evitar determinados alimentos e naturalmente passar a valorizar a escolha de outros. Faz parte.
A semana que hoje termina é marcada por um evento singular. De uma singularidade tão especial que resolvi partilhá-la neste espaço. E que tem que ver objectivamente com esta questão da alimentação.
Como habitualmente, e desde há uns largos tempos a esta parte, sempre que há peixe ao almoço, opto por esse tipo de prato. Na passada Quarta-Feira foi (mais uma) vez optei pelo salmão grelhado só com salada. Para quem nunca viu salmão é o tal peixe com uma coloração rósea e pele preta. Pode naturalmente cozinhar-se de várias formas, mas sendo um peixe "gordo", torna-se facilmente enjoativo se não fôr grelhado (que é a forma como prefiro).
Certamente que aconteceu a todas as pessoas que comem peixe, quando sentem as espinhas na boca, nterrompem, tiram a espinha e continuam a comer. E era basicamente o que tinha estado a fazer até então. Até ao fatídico momento em que senti que a malvada de uma espinha tinha fugido à minha apurada sensibilidade e foi alojar-se na minha garganta. Para quem não sabe, o salmão tem espinhas finas. Umas maiores e outras menores..mas sempre finas. O que complicou tudo. Ainda comi o miolo de pão ao almoço para tentar que a espinha saísse...mas nada.
Embora não tivesse a sensação de dôr...sentia-me incomodado. Ao engolir resumidamente. E foi um resto de tarde marcada pela sensação de incomodidade. Chegado a casa comi mais miolo de pão continuando sem êxito. E comecei a pensar se iria ficar com a espinha alojada na minha faringe para todo o sempre.
Fui para o ginásio treinar com a espinha espetada na garganta. Bem sei que não é normal. Mas fui. Depois do treino, quando estava a tomar o duche, comecei a sentir uma dôr diferente. Não sendo muito intensa...fazia-se sentir bem o que me fez pensar que com durante o treino a espinha ter-se-ía movimentado e agora sim, estava a surgir mais dôr.
Acabei o duche, vesti-me e fui ao hospital. Nunca tinha necessitado (felizmente) de ir às urgências de um hospital depois do jantar. Mas sentia-me incomodado e fui. Resumindo e concluindo: foi removida uma espinha com um tamanho considerável (ver foto abaixo que reflecte o tamanho da mesma comparativamente com a de um telefone normalíssimo).
Moral da história: Durante os próximos 7 anos não vou comer peixe. Ou peço ao meu sobrinho que mo arranje!!


domingo, setembro 01, 2013

Texto 1 de 3

Preâmbulo

Por via de umas merecidas duas semanas de férias este meu espaço não teve a merecida atenção e assim sendo, 3 textos ficaram por publicar. Dois das duas semanas anteriores e outro relativo à presente semana. Por essa razão, entre hoje e amanhã  desenvolverei os temas respectivos. As minhas desculpas pela interrupção.

Terminado o período de 15 dias de férias aguardo com muita serenidade recomeçar o meu plano de treino. Ou seja, o plano que prevê o retomar das corridas e do ginásio. Posso mesmo avançar que estou ansioso.

Este será um mês marcado pela retoma, com calma, do ritmo em que fiquei há 15 dias. Bem sei que devia ter feito um esforço para fazer algo durante este período, mas entre o "mundo ideal" e a transposição para o "mundo real" vai um grande passo. Optei por descansar a 200% estas férias. Para recomeçar em força. O descanso falou mais alto e ouvi-o.

Esta "reentrèe" nos treinos é muito importante. É o voltar a trabalhar e na expectativa de alterar o plano de treino em meados deste mês. Será "denhado" um plano tornado mais duro e exigente e bem mais focado na obtenção de resultados de acordo com o que pretendo. 

Espero até ao final do presente ano ter atingido cerca de 50% do meu objectivo sendo que o mês de Fevereiro de 2014 foi o mês por mim eleito para ter atingido a plenitude do objectivo a que me propús. Duas novidades: a primeira tem que ver com o facto de ir contar com a ajuda de um "PT" (Personal Trainer) que me ajudará a realizar bem os exercícios durante cerca de uma dúzia de sessões. Posteriormente, já sem a ajuda dele, continuarei a fazer o mesmo nunca perdendo de vista o objectivo. A segunda e última novidade...nos dias da parte "cardio" vou passar a ter companhia...o D. Paco começará a vir correr comigo. Mais notícias em breve....


Texto 2 de 3

Esta semana que termina foi encerrado um ciclo de episódios que uma estação televisiva privada transmitiu sobre um grupo de pilotos portugueses que rumou ao continente africano numa iniciativa de cariz humanitário.

Algumas considerações se me oferecem fazer:

1. Congratulo-me que exista este tipo de iniciativa levada a cabo por pilotos portugueses. Afinal trata-se do continente africano, francamente necessitado como se conhece e onde toda e qualquer ajuda é naturalmente necessária. O que já o que não entendo tão bem é o mediatismo em torno do mesmo. Dado pela estação privada - sendo todos os pilotos portugueses e integrantes da companhia aérea nacional. Será que foram consultados os canais televisivos públicos? Tenho as minhas dúvidas;

2. Não colocando em causa a importância do gesto altruísta que esta iniciativa tem associado, pessoalmente acho descabida a importância que a reportagem tivesse sido transmitida durante 5 dias. Trata-se de um (muy nobre) evento humanitário mas que tem réplicas à dimensão internacional na medida em que muitas outras organizações que não têm a verba que esta teve organizam eventos similares. Eventualmente organizações portuguesas (lembro-me por exemplo das paróquias). Ou seja, porque não publicita esta estação privada esses eventos? Ou outros eventos deste género? Fiquei a pensar nisto. Certamente que  haveria matéria para encher a grelha da estação televisiva durante os próximos meses. Ou anos;

3. Relativamente aos pilotos. Alguns são pilotos comandantes de longo curso, ou seja, auferem naturalmente uma quantia considerável ao final do mês. Acresce o facto de que são todos pilotos da companhia nacional. Da companhia de "bandeira" de Portugal. Essa mesma que é detida pelo Estado. Ou seja, a que tem os vencimentos dos pilotos (e todos os outros seus funcionários) pagos pelo Estado e que por analogia e simplicidade de raciocínio, pagos pelos contribuintes portugueses. Não me recordo de ter sido colocado a discussão pública se o contribuinte português via com bons olhos que 4 pilotos da companhia nacional estivessem envolvidos neste projecto. Ou então, por outro lado, não me recordo que no início do ciclo de episódios transmitidos, tivesse havido uma nota ou referência ao facto dos intervenientes terem aberto mão do seu vencimento (licença sem vencimento). Se é que houve;

4. Num dos últimos episódios transmitidos, um dos "câmaras" focou um dos braços do trem de aterragem de um dos aviões que fizeram este evento. Nenhum dos aviões era português (todos tinham matrícula estrangeira). Porque razão foram feitos "planos" de autocolantes fazendo referência à companhia aérea de "bandeira"? Não será publicitar a mesma e colocando as demais companhias aéreas em desvantagem em termos de imagem e publicidade gratuita em "prime hour"? 

Conclusão: Ainda que reconheça toda a importância deste evento humanitário ficam por esclarecer muitas questões. Quem pagou o aluguer dos aviões? Quem pagou as estadias, alimentação, combustível dos aviões? Quantas pessoas estiveram efectivamente envolvidas neste projecto? Pensei inicialmente que fossem apenas e só 4 pilotos. Afinal, num dos episódios vi mais de 20 pessoas, todos portugueses..Num dos episódios houve um dos motores de um dos aviões que teve um problema num dos motores que o obrigou a uma aterragem forçada. Só a partir daí se falou num mecânico que acompanhava este grupo. Porque razão se fala tanto nos pilotos e não se falou neste mecânico? Terá, porventura, uma importância menor? Não creio...

É de louvar este tipo de iniciativa...mas é importante reter que há perguntas que carecem de resposta. Por forma a que seja tudo claro e transparente. E não, não me parece que o dinheiro dos patrocinadores cobrisse tudo. Mas isso sou eu que penso..baseado na pouca informação veiculada.