domingo, dezembro 28, 2014

Balanço de 2014

Chegámos ao último texto de 2014 e é altura de fazer um balanço daquele que foi um ano rico em acontecimentos que contribuíram para a vida aqui do escriba.
Infelizmente não consigo identificar um evento que mereça mais destaque. Também não há uma situação que me tenha marcado particularmente e que mereça um destaque particular. Posso é dizer que globalmente me sinto mais maduro com o que vivi e experimentei neste ano que termina. E sem grandes problemas posso adiantar que o saldo é positivo.
Como em tudo, é normal que algumas pessoas tenham ficado desiludidas comigo. Umas mais, outras menos. Este ano acredito que sejam muitas. Um pedido especial de desculpa para todas essas pessoas cujos sentimentos, de alguma forma, foram feridos por mim. Ou cujas expectativas foram de alguma forma defraudadas. A vida é assim. E é feita de momentos e expectativas que poderão (ou não) ser partilhadas. O tempo em que são vividas pode ser divergente e aí há alguém que se sente frustrado(a).
Um ano é tempo o suficiente para ser realizado um exercício de introspecção e se perceber onde se pode melhorar. Acredito que, como em tudo, haja pessoas que prefiram posição acomodada (ou estar na zona de conforto) e não que vejam necessidade de mudar nada. Eu sinto essa necessidade. Constantemente. Melhorar sempre. Um processo contínuo que, como resultado final, uma pessoa (desejavelmente) melhor.
Não me vou alongar muito neste texto. Apenas e só quero desejar tudo de bom para aqueles que regularmente me lêem. Muita saúde e muito dinheiro é o que se quer. Já agora, bem hajam pelas críticas à minha escrita (cada vez mais) maravilhosa. Até 2015!!

domingo, dezembro 21, 2014

Desistência da carta de mota

Dou o dito pelo não dito. A vida é feita destas coisas. Avanços e recuos. Com a mesma determinação que referi no meu texto anterior que pensei até há dias em tirar a carta de mota...após alguma reflexão sobre o assunto optei por não avançar. Não sei explicar. Talvez tenha ajudado o facto de algumas pessoas - que se preocupam verdadeiramente comigo - terem partilhado algumas histórias de acidentes (uns graves e outros nem tanto) de conhecidos que se magoaram. Uns a sério e outros apenas arranhões. Algo que me diz que as coisas não correriam bem comigo. Vou ouvir a voz da consciência / maturidade. Em detrimento da voz do coração. Tenho dito. Com pena. Mas a minha "praia" sempre foram, são e serão os automóveis.

domingo, dezembro 14, 2014

A carta de mota

Decidi há umas semanas que vou tirar a carta de mota. Porquê? Porque perspectivo a compra de uma mota. Não sei se num futuro próximo..mas irá acontecer.
Durante muitos anos não tive mota porque a ideia de me oferecer uma afligia os meus pais. Acredito que continue a afligir. Afinal, é sabido que a protecção é precisamente o corpo do "motard" e nem sempre os acidentes são culpa de quem anda de mota. Mas sim dos automobilistas desrespeitadores. Praticar muito a condução defensiva. Mais do que nunca.
Mas a minha idade é outra. E a responsabilidade também. Tenho em mente uma mota e um determinado modelo. Por acaso (só mesmo por acaso) da mesma marca preferida de carros. Não vou dizer qual é para não fazer publicidade. Mas é linda e tem a minha cara.
Acho que vai ser bom e permitir-me muitos passeios. Assim tenha cuidado (que espero ter sempre) e evite andar de mota à chuva. Para tudo isto é necessário ter a carta de mota. Vamos ver como corre. Agora... em 2015! 

domingo, dezembro 07, 2014

Os afilhados

Afilhado, por definição, é alguém que tem um padrinho. Lógico. Se num contexto "familiar", os padrinhos são pessoas escolhidas pelos pais para serem os "segundos tutores" e intervirem na educação dos filhos, num contexto laboral as coisas são diferentes.
O padrinho é alguém (com poder) que "apara os golpes". Que protege e que orienta para os melhores (e mais convenientes) caminhos. 
No presente momento há um recluso famoso em Portugal. Todos os dias se fala no mesmo. Tão famoso que se tem assistido a uma autêntica romaria de ex (e actuais) governantes rumo a um estabelecimento prisional localizado algures no Alentejo. E é precisamente isto que me apraz constatar e me leva a escrever este pequeno comentário que hoje partilho convosco.
Como é que alguém que ficou conhecido pela sua fácil irascibilidade e actualmente no foco de toda a atenção judicial....merece tantas visitas? Não entendo. A primeira (e única) justificação que me ocorre é que o recluso terá "estendido a mão" a muitos destes que o vão visitar. E que sabem que "ganham crédito" se foram respirar os ares alentejanos e aproveitarem para visitar o tal recluso. Sempre que é noticiada mais uma visita...penso para comigo que favor terá feito o padrinho. E em que medida a tal visita poderá ser indiciada criminalmente se o "outro" puser a boca no trombone...A ver vamos!