domingo, julho 26, 2015

Assédio Sexual

Li recentemente (mais um) caso de uma funcionária de uma Junta de Freguesia que acusou o Presidente da mesma de assédio sexual. Um entre tantos outros, certamente.
Não me apetece perder muito tempo com aquilo que adjectivo de imoral. De sacanice. Do mais baixo que um ser humano pode ser. E para agravar...utilizando o grau hierárquico para impunemente poder /dizer e fazer o que quiser. 
Espero do fundo do meu coração que este verme um dia destes explique algumas coisas ao irmão/pai/namorado/marido desta pobre funcionária. Comigo podia rir-se. Mas fá-lo-ia sem dentes. E sentado numa cadeira de rodas durante muito tempo.

domingo, julho 19, 2015

Dieta

Pois bem. Já aqui tinha partilhado em tempos aqueles que são os factores que conduzem a uma boa condição física. Não é nada inventado por mim. Nada disso. Está escrito nos livros: boa alimentação, exercício físico e dieta alimentar. Por dieta alimentar entenda-se comer bem e saudável.
É precisamente neste último ponto que a partir de Setembro irei começar a apostar a sério. Porquê Setembro? Por duas razões essenciais: a) É importante definir uma meta temporal para os nossos objectivos (data para a consecução ou para o início do mesmo) e b) Em pleno Verão são muitas as tentações que há: gelados, cerveja, petisco, etc.. E não vale a pena enganar-me. Começar a dieta hoje e "furar o esquema" amanhã. Não faz qualquer sentido e de resto nem parece uma aposta séria.
Irei ter a ajuda preciosa da "Bimby". 
Há uma variedade imensa de receitas "low calories" para aquela que vai ser a minha fiel "parceira" neste novo desafio. Por outro lado, e estritamente ligado com a questão anterior, irei passar a fazer as minhas próprias refeições. Poupa-se dinheiro e come-se bem.
Este é o meu novo desafio. Até Setembro quero começar a preparar o organismo. Preparar e "limpar". Vou cortar com açucares e produtos de pastelaria (i.e. bolos e pão branco). Apostar mais nas carnes brancas (i.e. perú, frango e avestruz). Cortar nas bebidas gaseificadas...entre tantas outras coisas. Vai ser muito complicado. Mas...estamos cá para isso!

domingo, julho 12, 2015

Barbear à maneira antiga

Desde há um mês (sensivelmente) que comecei a fazer a barba à "maneira antiga". Exactamente. Mesmo essa que estão a pensar: pincel, espuma e uma daquelas máquinas que usam as lâminas espalmadas com dois gumes. Que cortam bem. Demasiado bem como veremos mais à frente.

Como em tantas outras coisas que acontecem na minha vida, não há necessariamente uma razão especial  para ter aderido a este novo ritual. Não terá sido o argumento da poupança significativa que me fez aderir a esta moda (embora seja consideravelmente mais em conta). Da mesma acontecia com a "multi lâminas" normal e que facilmente se adquire numa grande superfície. Mas eu explico tudo.
A preparação do barbear
Fazer a barba (ou desmanchar a barba como dizem os mais puristas) tem que se lhe diga. Obedece a um sequência religiosa de passos. E para a qual necessário reter alguns detalhes específicos. Por exemplo, nunca se faz a barba antes de um banho bem quente com a pele quase a estalar tipo leitão da banho a cara tem de ser (novamente) banhada com água tépida (como se fizesse alguma diferença) para abrir ainda mais (?) os poros.  E finalmente a lâmina também tem de passar pela água quente. A ferver, claro. E se se conseguir abrir os olhos. Nem sempre consigo imediatamente porque tenho as pálpebras adormecidas com o calor da WC. Além de começar agora a perceber os formigueiros que sinto nos dedos....
O pincel
O pincel tem que se lhe diga. Comprei um pincel de pêlo de texugo (disseram-me que era do pêlo desse bicho). Como nunca vi um texugo à minha frente, o pincel bem pode ser pêlo do rato que diria na mesma que é macio e que espalha bem o sabão na cara. Mas é um objecto giro e pelos vistos é o que se usa mais nestas andanças.
O sabão
Permitam-me que neste momento me levante da cadeira e com o peito inchado partilhe que uso um sabão italiano. A marca é "Figaro". Não sei bem se é uma boa marca boa ou má marca. Tem um cheiro neutro ligeiramente mais aromatizado que o "sabão macaco" (também conhecido como sabão azul e branco) e não faz muita espuma. Ou seja, evito cortar o que não devo (ou o que não é suposto como a veia carótida ou um lóbulo de uma orelha). Mas confesso que me sinto sempre importante (e até adulto) quando vejo a cara bem ensaboada. 
O escanhoar
E eis que chegamos à parte mais delicada. O escanhoar (gosto da palavra) da barba. É para o qual é necessária mestria na mão. Doçura e delicadeza na forma como se pega na máquina. Meiguice. A mesma que os barbeiros têm quando usam as lâminas nas navalhas (sempre fiquei deliciado a vê-los usar a navalha).  Pelo que li e vi nos cerca de 20 vídeos (ou mais) estas máquinas fazem o trabalho  todo sozinhas. É deixar a lâmina escorregar pelo sabão e os pêlos desaparecem. Fiquei com essa ideia. A minha experiência? Bom, resume-se numa singela palavra...."sangria". 
Todo o santo dia. Sem falhas. Desde há duas semanas a esta parte que não há um dia (um que seja) em que não faça pelo menos 4 cortes no pescoço. Esta área é particularmente sensível. Por outro lado parece-me igualmente que os pêlos que aqui tenho no pescoço não crescem todos na mesma direcção. Só assim se justifica o ter de passar a lâmina  20 vezes na mesma área para ficar com a pele lisa. E massacrada. E com os conhecidos cortes. Naturalmente.
Vou demorar mais uns tempos a ficar profissional. Talvez uns largos tempos até que a barba seja feita à "moda antiga"...sem cortes!

domingo, julho 05, 2015

A carga emocional das pessoas

Se há uns anos alguém me dissesse que a "carga emocional das pessoas" era possível de ser sentida (e em alguns casos ser percebida) eu acharia que estava a ser filmado para um qualquer programa cómico qualquer e  naturalmente iria rir com vontade na cara da pessoa. Sem cerimónia. 
Com muita dificuldade iria fazer sentido para mim saber que as pessoas têm pudessem ter "carga emocional". Quanto muito aceitaria que tivessem "carga eléctrica" baseado nos (vários) choques eléctricos que apanho diariamente...
Pois bem, mas não é a carga eléctrica que falo. É essa carga emocional que sou capaz de sentir. São várias as situações em que já aconteceu. Pode ser num determinado momento, em que esteja no mesmo local físico que determinada pessoa está - e nesse momento percebo claramente a sua carga emocional - ou posso estar num local onde esteve alguém e perceber o estado de espírito da pessoa que esteve nesse mesmo espaço. 
Sim, é verdade. Na minha concepção, carga emocional está associada, de forma directa (ou nem tanto), com estado de espírito. E é precisamente isso que consigo sentir. É complicado explicar por palavras, mas é fácil sentir. Não me devo alongar muito mais porque é uma realidade para a qual despertei há pouco tempo. A seu tempo quero perceber melhor do que se trata. E quando o conseguir partilharei aqui!