domingo, fevereiro 28, 2016

O aniversário

Mais um dia de aniversário. Infelizmente com um temporal que não tenho memória de ter ocorrido nos anos anteriores. Mas estamos em altura do mau tempo (afinal ainda é Inverno)!!
Tal como já aqui tenho referido não sinto a idade que tenho. Aliás, e em bom rigor, sinto-me com mais energia e  mais activo do que há 20 anos atrás. Surpresos(as)? Claro que não. Afinal já entrei nos "entas" e consequentemente a preocupação com o físico desde os últimos anos tem sido maior - como tenho partilhado neste espaço - na medida em que a propensão para a obesidade é largamente amplificada caso haja uma vida mais sedentária. Com a preparação física que ando a ter não me deve faltar muito para concorrer aos jogos olímpicos!!
Este ano não combinei nada (jantar ou alguma festa em especial). Em primeiro lugar por via do mau tempo que se fez sentir como já referi (i.e. chuva, vento e frio glaciar). Em segundo lugar porque 2 grandes amigos meus não podiam estar presentes num jantar mais íntimo que tinha em mente realizar. Certamente que este encontro de amigos ficará para uma outra altura da conveniência de todos.
Por último uma palavra de agradecimento a todos aqueles que me seguem neste espaço (e comentam os textos - mesmo quando não se identificam). Falando mal ou bem, o que interessa é que vêm ao blogue e contribuem para o aumento significativo do número de visitas por dia/mês. Creio que há uma aplicação qualquer que dá dinheiro pelo número de visitas. Quem sabe não exploro isso...e tenho uma fonte adicional (e simpática) de rendimento!! E compro um Porsche. Ou dois!

domingo, fevereiro 21, 2016

Quebrar rotinas

Quebrar ou cortar com rotinas é, sem dúvida, um dos meus grandes desafios pessoais para este ano. Não sei se o irei conseguir, é um facto, mas tentarei.
A questão que se coloca é precisamente o sair da zona de conforto que as pessoas criam. Não quero com isto dizer que comecemos a furar, por exemplo, as rotinas ou horários que têm de ser cumpridas(os). Ou que de um dia para o outro comecemos, por exemplo, a falar em moldavo e a andar na rua sem roupa. Não é por aí. A questão é conseguir eu mesmo alterar algumas coisas no meu dia-a-dia. Coisas simples, como por exemplo, não acordar sempre à mesma hora (sem deixar que isso afecte o cumprimento de horários profissionais). 
Não será nada fácil numa pessoa como eu. Onde há muita disciplina. Muitas regras. Antevejo alguns  (vários) dilemas. Veremos, durante este ano que avanços vou conseguir!

domingo, fevereiro 14, 2016

Tecnologias

Quem, como eu, cresceu nas décadas de 80 e 90 tem de se adaptar rapidamente à evolução tecnológica. Esta é uma verdade incontornável.
Costumo dizer que em vez de estar agarrado aos computadores (quando grande parte dos meus amigos estava), preferia ir andar de bicicleta ou ir namorar. É verdade. Para mim, naquela altura, qualquer uma destas duas actividades era mais desafiante, mentalmente falando. Claro que acabei (acabo) por pagar um preço elevado. Hoje em dia descubro, por necessidade, truques que qualquer pessoa sabe desde há muito tempo. Por exemplo, a simples formatação de um disco rígido. A instalação/remoção de programas e por aí adiante.
Só com a maioridade tive telemóvel. Ou seja, consegui sobreviver (eu e todas as pessoas da minha geração) sem ter um telemóvel para que os meus pais pudessem saber onde estava, com quem estava e para ficarem descansados. Em boa verdade, e aqui entre nós, algumas vezes até seria pior se soubessem!
O meu telemóvel actual (Apple) é recente e do mais simples de utilizar que há. Já tive outros modelos "topo", mas este agrega o aspecto "clean" com a fácil utilização. Já se percebe que é o telemóvel ideal para mim depois do que escrevi anteriormente. Mas há um problema que se começa a adivinhar. Todos os dias (sem exagerar), saem notícias que apontam para problemas que podem deixar o telemóvel bloqueado, sem utilidade alguma. Confesso que ando um pouco ansioso com isso. De um momento para o outro pode ser que fique com um tijolo no bolso. Vamos ver se não perco o sono com isto tudo!!

domingo, fevereiro 07, 2016

Promessas eleitorais

A política é uma coisa engraçada. Diz-se, não raro, que a política é o "ópio do povo". Se durante muitos e muitos anos não percebi esta associação, agora, que me interesso mais pelo tema, consigo compreender o alcance.
Basicamente é tudo uma questão de saber prometer. Sim, não basta prometer. É necessário saber fazê-lo. Ser determinado. Acreditar no que se diz. E acima de tudo, adoptar a táctica de agregar votos nas classes sociais mais baixa e média. Porquê? Porque é onde está situado o eleitorado mais influente no sentido de voto e o maior medo de qualquer político: a abstenção.
Ao que interessa, as promessas eleitorais. Num País marcado pela austeridade nos últimos anos, qualquer promessa eleitoral sustentada em pilares como sejam a determinação e a assertividade é vista como um balão de Oxigénio, É lógico. Principalmente no que toca aquele segmento de eleitorado que..., no final do dia, acaba por pagar a conta.. Já aqui disse, e não é novidade para ninguém, que os pobres não têm dinheiro e os ricos compram formas de fugir. Quem não consegue fugir? A classe média. Claro.
Quando foram avançadas pelo actual Executivo as várias medidas "populares" torci o nariz. Pensei numa frase que uso muito: Não há almoços grátis.
Afinal tinha razões para pensar desta forma que de resto me é tão característica. As promessas eleitorais plasmadas no Orçamento de Estado (OE) apresentado em Bruxelas, não foram aceites. E com razão. Houve dois apontamentos que terão passado ao lado da generalidade das pessoas, mas que retenho como fortes indicadores que teremos uma governação seguida de forma muito próxima pela Comissão Europeia: em primeiro lugar o comentário da chanceler alemã relativo ao trabalho desenvolvido pelo anterior Governo (legitimamente) eleito. Como quem diz...depois de terem feito tanta coisa, de terem feito os portugueses passar por tanto...vão agora estragar o trabalho feito? A segunda (e não menos importante) foi o comentário de um comissário europeu face ao OE apresentado esta semana e que resumidamente fala do "elevado risco de Portugal entrar em incumprimento". Concluindo, o OE não passou sem que o Governo tivesse que justificar muitas das medidas "populares" e ainda comprometer-se com tantas outras (impopulares) para garantir um valor de défice inferior. Que começam agora a ser timidamente ventiladas, com receio da (natural e mais que lógica) contestação social.
Veremos quanto tempo vai aguentar este Governo sem ter greves e paralisações. Ou sem ter a extrema esquerda a começar a deitar as unhas de fora reclamando mais medidas. E mais palco.