domingo, agosto 28, 2016

Pablo Escobar

Tendo aderido há muito pouco tempo à "Netflix" passei a seguir mais uma série: Pablo Escobar
Posso também partilhar aqui a informação quanto à existência de uma outra série, igualmente recente - "Narcos" - que tem como intérprete principal o conhecido actor brasileiro Wagner Moura, que veste a pele deste conhecido narcotraficante. A série mais recente tem a primeira temporada com 10 viciantes episódios e agora, no início deste Setembro sairá a tão esperada segunda temporada. Ainda não sei em concreto com quantos episódios. Em todo o caso, é algo que aguardo com expectativa.
A série "Pablo Escobar" que comecei a seguir há poucos dias tem cerca de 160 episódios. Peca um pouco pelos efeitos especiais mais fracos e ainda por algumas falhas que já observei. Eventualmente devido ao facto de ser uma produção mais barata e não tão mediatizada quanto a "Narcos" que tem um suporte diferente. É uma série pensada de forma diferente da série "Narcos", embora a história seja similar e os factos mais marcantes estejam lá e sejam portanto coincidentes. Enquanto que a primeira série nos transporta desde a infância de Pablo, a série mais recente não o faz. Foca-se mais na vida de Pablo na idade adulta. E aqui reside uma das justificações para uma diferença tão significativa no número de episódios.
Em qualquer uma das séries percebe-se sem margem para qualquer dúvida o carácter bélico e as dezenas de assassinatos por encomenda. Não olhando a quem. Indiscriminadamente. Tudo por um punhado de "pesos" que para ele, barão da droga, não eram mais do que grãos de areia no areal da praia.
Por outro lado, ninguém terá dúvidas da existência de uma curiosidade reflectida nas duas séries e que certamente poucos terão conhecimento: a (breve) incursão de Pablo na política colombiana. Para uma pessoa com a sua personalidade (vincada e egocêntrica), a política seria o elo que faltava para o pleno do centro das atenções. E a história mostra-nos que as coisas não lhe correm de feição. Em grande parte pela resistência que os "anti-cartel de Medellin" conseguem ir fazendo. Até que são executados. Um a um. Interessante.

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