domingo, outubro 30, 2016

Transparência

Mais um tema quente desta semana que hoje termina. Aparentemente que os Administradores da Caixa Geral de Depósitos (CGD), o banco do Estado, deixaram de ser equiparados a Gestores Públicos desde Julho do corrente e como tal são isentados de comunicar ou apresentar declaração do seu património. Não faz sentido. Nenhum.
Espero que os partidos da coligação não deixem passar esta situação em branco. Seguindo a linha de pensamento de contestar todas as medidas (e mais algumas). Se para isso a actual Administração do banco tiver de cair, que caia. A bem da transparência.

domingo, outubro 23, 2016

Brinquedo novo

Estou a poucos dias de ir buscar o meu brinquedo novo. Há ainda um detalhe importante que consiste na minha inspecção e do meu mecânico, que vai comigo ver o carro. Isto porque o carro está longe de Lisboa. E vamos os dois vê-lo no início da semana que entra. Mas tudo indica que terá um novo dono.
É um regressar ao todo-o-terreno depois de uns anos afastado, e por via de ter abraçado o restauro / recuperação de um clássico. Contudo, constatei que a utilização do clássico não era aquela que pensei que ía ser e optei por vender o mesmo, tendo formalizado a venda a semana que agora termina. Donde, a opção recaiu, com muita naturalidade, no jipe. 
Este jipe é diferente do que já tive em tempos. É maior. Muito maior. Mas permite-me realizar algumas coisas que com o outro não me eram permitidas: velocidades mais altas e estáveis (claro que não será a loucura) e, quem sabe, uma incursão pelo Norte de África. E claro, é um carro maior para o Afonso (e a Maria Luísa, mais tarde) se deliciarem a andar. Com o tio. 

domingo, outubro 16, 2016

Falta de brio profissional

Consigo compreender que todos temos as nossas pressões. Ou por via de outras pessoas ou pressões nossas para cumprimento de prazos. Há sempre pressões. Até aqui tudo bem.
Mas há algo que me faz uma imensa confusão. Reside no facto das pessoas não terem brio profissional. Não serem rigorosas, exigentes. Escudam-se na falta do tempo e nas 1001 coisas que têm para fazer em paralelo. Recorrentemente avança-se com a teoria de não terem tempo para o detalhe (forma) e terem como objectivo a questão do conteúdo. Pessoalmente, entendo que a linha que separa esta aparente "falta de tempo" e a "falta de brio profissional" é muitíssimo ténue. Por vezes inexistente. E não entendo - nem tampouco aceito em contexto profissional.
Não confundir rigor e imparcialidade com mau feitio ou inflexibilidade. Não é disso que se trata. Trata-se sim de apreciar e valorizar que as pessoas - e assim eu perceba que são capazes disso - consigam produzir algo que é consentâneo com as suas capacidades. E não algo mal trabalhado ou mesmo atabalhoado. Pelo menos naquilo que me é dado a conhecer.

domingo, outubro 09, 2016

Troca do Clássico

É verdade. Não vou continuar com o projecto do clássico. Em quase um ano, devo ter andado cerca de 10 vezes no carro. Se tanto. À data de hoje, nem o vejo há quase dois meses. Está com o meu mecânico, na medida em que não tinha urgência no mesmo e porque precisava do espaço da garagem.
Penso que o voltar ao todo-o-terreno é uma realidade. Tenho pensado nisso nestes últimos dias e vejo com relativa facilidade (e proximidade) o acordar de manhã cedo ao fim-de-semana e ir fazer os passeios. Se bem que agora será com uma postura mais serena, mais "estradões" de terra batida. Não o todo-o-terreno que já fiz...de gostar de ir atolar o carro e depois tirá-lo de lá!! 

domingo, outubro 02, 2016

Cartões de Pontos

Sou um confesso ávido coleccionador de cartões de desconto: desde hipermercados, combustíveis, lojas de roupa, etc.. Poucos serão os cartões que não devo ter. É um facto. Em alguma altura fidelizei-me ou aderi a determinado programa de descontos/pontos dessa empresa na convicta expectativa que no futuro ía poder usufruir de um agradável e interessante desconto. Daqueles descontos que nos fazem ficar com um sorriso vitorioso na cara - após 9 longos e extenuantes anos de acumulação de pontos - e o querer ter à vontade de olhar para as pessoas que estão atrás de nós na fila, e repetindo de forma autista e em voz alta o valor de 200 euros da despesa e entregando o cartão dos pontos para pagar, em vez do VISA ou MB. E dar-se o caso de, nesse dia,  esse cartão não ser lido pela máquina e termos mesmo de usar o cartão de débito. Como até aí!
Mas há outros inconvenientes. Um dos inconvenientes destes programas de pontos (fidelização) é precisamente a quantidade de cartões com que alguém passa a ter de andar. Dezenas. Sendo que alguns deles são utilizados uma única vez - no momento da adesão e para ser obtido um desconto de 15%. Outro inconveniente associado com o anterior - e já me aconteceu muitas vezes - é precisamente não andar com todos os cartões sempre que ando na rua. E claro, invariavelmente acabo por ir - sem que tivesse pensado nisso quando saí de casa - e algum local onde poderia ter tido desconto. E não usufruo do mesmo. Ou seja, de nada vale ter os cartões se não andarmos sempre com eles. Por último, a validade dos pontos. Na generalidade destes programas há uma validade dos pontos. Ou seja, a partir de uma determinada data, uma quantidade de pontos perde a validade. Passado algum tempo, a outra quantidade de pontos acontece o mesmo. É uma grande desvantagem para quem quer amealhar pontos para poder pagar as compras (com o tal sorriso) ou rebater os pontos numa mala com 340 ferramentas auto.