sábado, dezembro 31, 2016

Último dia do ano

É verdade. Este ano o final de ano calha a um Sábado e como tal antecipo um dia o meu texto semanal.
O ano que hoje termina foi rico em acontecimentos. Uns bons e outros maus. O facto de estar a escrever estas linhas e desse lado alguém estar a ler, para mim, é bom sinal. É sinal que conseguimos chegar aqui. E mais um ano se passa.
Não me irei alongar muito. Muito rapidamente, não consegui atingir um dos meus objectivos para este ano: o mau feitio. Penso que melhorei, mas ainda não consegui chegar a uma melhoria significativa. Mas como parar é morrer e isso não irá acontecer - nem o parar nem o morrer, se Deus quiser - irei continuar a minha luta!
Em termos profissionais o saldo pauta-se por um ano de consolidação de conhecimentos. Algumas fases com mais trabalho e consequentemente mais cansaço, outras nem tanto. O normal. Espero que este crescimento pessoal e esta tendência de amadurecimento se mantenha.
No plano familiar, tudo tranquilo. Desde o início do ano que temos connosco a princesa. Linda. Meiga. Sorridente. E tem sido muito bom ver, com regularidade (não a que eu desejaria por via da distância que nos separa) o crescimento da mesma a olhos vistos e consequentemente a sua interacção connosco. Já o príncipe, cada vez mais reguila e com as birras naturais da idade. Normal.
Este ano gostava e quero tentar melhorar algumas coisas. A questão do feitio é sem dúvida uma delas. Outra é tentar sociabilizar mais. É verdade. Tentar gerir melhor ou um pouco melhor o meu tempo para dar para tudo. O treino irá continuar como até aqui. Vai haver um ligeiro ajuste no horário de treino para tentar apostar um pouco mais na sociabilização. E aqui introduzo o outro tema que falei há umas semanas atrás - o jipe. Penso que será uma meio para atingir um fim. Ou seja, vai ajudar-me a sair de casa e por exemplo, ao fim de semana, programar outras actividades. Veremos. Estou apostado nisso!
Boas entradas para todos(as)! Até para o ano!

domingo, dezembro 25, 2016

Dia de Natal

Em primeiro lugar, os meus votos de um Santo Natal para os(as) meus(minhas) seguidores(as) na companhia daquelas pessoas que mais estimam.
Em segundo lugar, uma palavra de conforto e de força para essas mesmas pessoas que por alguma razão não podem ter alguém especial perto. Quer pela ordem natural das coisas, quer por via de alguém estar longe em trabalho.
Em terceiro e último lugar, (mais uma vez) a minha opinião sobre o Natal. Creio que todos os anos escrevo sobre o Natal. E invariavelmente, a minha opinião não se tem alterado. É a época de Família à volta da mesa. Do bacalhau cozido, do perú, rabanadas, coscorões e das azevias e de tudo o resto que faz parte desta quadra. Um momento de harmonia. De paz. De partilha. Mas também de Fé. E aqui surjem os meus pensamentos.
O Natal é uma festa dos cristãos-católicos. Simboliza o nascimento do único filho de Deus, Jesus Cristo. A troca de prendas que se faz nesta altura é o simbolismo das ofertas que foram dadas pelos Reis Magos ao menino Jesus. Ou seja, em bom rigor é um momento simbólico. E bíblico, facto que ninguém certamente contestará. A minha questão mais uma vez é: porque celebram o Natal os ateus? Ou melhor, porque trocam os ateus as prendas? Tradição, dizem-me as pessoas com quem falo sobre isto. É um argumento interessante, mas que peca por ser "curto". Se passar a ser tradição participar no fim de cada mês numa manifestação pela inocência de um ex-Primeiro Ministro de Portugal que esteve detido...será que haverá uma adesão maciça? Não me parece. E estamos a falar de algo que poderia ser uma tradição mensal.
A questão é que se vive nesta época,e de forma exagerada: hipocrisia e consumismo. A primeira parte (hipocrisia) acabo de referir. Pessoas que não têm Fé ou não vivem a religião católica de forma alguma..trocarem prendas. Não faz sentido na minha cabeça. A segunda tem que ver com o consumismo levado ao extremo. Filas de horas para entrar e para sair dos centros comerciais. Magotes de pessoas que de forma desesperada e ansiosa entram e saem das lojas com a preocupação de comprar uma prenda. Uma qualquer. Nem que a mesma nada tenha a ver com o gosto da pessoa a quem se vai oferecer. Acho isso um completo desvirtuar do que é esta quadra. Mas afinal vivemos numa época de consumismo e tudo isto é permitido. Enfim. O Natal é e será sempre das crianças. E para o ano há mais.

domingo, dezembro 18, 2016

A bebedeira

É verdade. Aconteceu-me mais uma vez. Já há muitíssimo tempo que não apanhava uma bebedeira. Ou também conhecida como "carroça". Ou ir "passear a laica". O que queiram chamar a quem bebe mais que a conta.
A ocasião foi o jantar da empresa. Felizmente para mim (e para os meus colegas) consegui o feito histórico de passar a noite inteira sem dar mau aspecto. Tipo cair redondo no chão e apagar com a bebedeira com que estava. Ou vomitar no meio da pista da discoteca. A esta distância - e tendo em consideração o que bebi - era muitíssimo natural que acontecesse. Sorte a minha não ter acontecido.
Estive até ao último momento de ontem a pensar se levaria carro para o jantar. Naturalmente que se tivesse levado, não teria bebido 1/3 do que bebi. Lógico. Deixei o carro perto da praça de táxis e apanhei um que me levou ao local do jantar. E paguei por esta corrida um balúrdio. Mas entre isso e ficar sem carta ou ser mandado parar uma operação STOP e acusar no balão...ainda que pudesse estar a sentir-me bem para conduzir, preferi jogar pelo seguro. E foi uma boa escolha.
Contam-me alguns colegas que eu, que não gosto de dançar, dancei.Parece que foi toda a noite. Não me lembro e como tal não posso confirmar ou desmentir. O pior de tudo aconteceu quando a noite estava quase a terminar. Quando parei de dançar e dois colegas fizeram o favor de me trazer a casa. A viagem de carro é o pior nestas situações. Sempre foi, para mim, claro. Tem que ver, penso eu, com o equilíbrio. E naturalmente com o excesso de álcool ingerido. Claro que (para não fugir à regra) vomitei quando a viagem terminou - à porta de minha casa, o que é sempre de valor. E não conseguia abrir a porta de casa. Enfiava a chave na fechadura e não conseguia abrir. Foi também um momento único.Lá consegui entrar em casa e fui descansar. Dormi "só" 12 horas tal não foi o "estalo" que apanhei ontem com a bebida. Descobri, já sóbrio, a razão pela qual a porta não se abria de madrugada: a chave estava entortada. Ao tentar entrar em casa devo ter entortado a chave. Daí a dificuldade. Resumo: diverti-me imenso embora tenha para mim que bebi mais do que a minha conta. Devia ter parado no momento em que já estava bem quente. Rasguei o blazer (perto do bolso), as calças foram para a lavandaria bem sujas do vomitado e ainda acordei com a boca a saber a cortiça e com a mão direita com sangue (corte no dedo mais pequeno). Que não sei como fiz, que é o mais giro. Moral da história: Nunca mais na minha vida vou beber álcool. :)

domingo, dezembro 11, 2016

Trânsito no Natal

Todos os anos por esta altura o trânsito fica caótico. Ainda ontem experimentei isso, por ocasião de uma ida a um centro comercial. Um percurso que usualmente me toma 10 minutos, tomou 60. Uma hora. O centro comercial em si, pelo que me foi dado a perceber, nem tinha muita gente. Não entendi bem isto. Em teoria devia estar muito mais gente do que realmente estava.
Tudo isto para dizer que a quadra tem associado um fluxo ou volume de trânsito muito acima do normal. E isso é manifestamente irritante para quem como eu abomina trânsito. É típico da época do ano, mas nem por isso deixa de ser irritante e exasperante estar dentro do carro, parado, à porta de um centro comercial onde vou comprar duas prenditas para os sobrinhos. Haja paciência.

domingo, dezembro 04, 2016

Estágio Krav Maga

Há um momento especial importante no Krav Maga (KM): o estágio.
É o segundo estágio. Tipicamente, os estágios de KM têm uma duração de 4 dias sendo que cada dia tem uma duração de 4,0 horas. Nos estágios aperfeiçoam-se as técnicas que aprendemos nos treinos que temos com o nosso instrutor e habitualmente, são corridos os programas técnicos que permitirão a passagem para o cinto (ou graduação) seguinte. São habitualmente orientados por outros Mestres que, durante cada dia, estão permanentemente disponíveis para esclarecimento de dúvidas e explicação / correcção do que se faz incorrectamente. Foi o meu 2º estágio. E certamente, se tudo correr bem, irei a muitos mais.