domingo, fevereiro 25, 2018

Brunch

Este é um daqueles conceitos que conheço há muitos anos. Talvez desde 1999 ou 2000, por altura da minha primeira visita aos EUA. 
A palavra "Brunch" é a conjunção de duas outras: "Breakfast" + "Lunch". Ou seja, e para quem anda arredado da língua britânica, será a conjunção de pequeno-almoço e almoço. 
Conheço bem a realidade norte americana, mas não estranharia que em todos os países onde é falada o inglês houvesse esta refeição como também habitual. Por cá, começou agora (de há meia dúzia de anos, que eu tenha conhecimento) a haver locais onde há a possibilidade.
Basicamente, e do que percebo, o "brunch" assenta no conceito de pequeno-almoço reforçado. Ou seja, mais completo que o pequeno-almoço "normal" e não tão completo quanto um almoço. E segundo entendi, tem lugar aos fins de semana, o que não deixa de ser lógico (i.e. tempo de confecção dos alimentos). Hoje é dia experimentar pela primeira vez cá em Portugal!

domingo, fevereiro 18, 2018

Vendas

Referi em tempos que me tinha começado a dedicar às vendas. Nada profissional. Apenas e só começar (com manifestado e já expectável atraso) as vendas no OLX. Digo com atraso porque quando toda a gente que conheço já fez um bom pé-de-meia a vender "traquitanas" naquele "site", só agora eu descobri o potencial vendedor que tenho em mim. É verdade. E os números não enganam.
Alguma vez pensaram que destino dar a algo que têm arrumado a um canto a ocupar espaço? Pois bem. Eu também não. Até há coisa de sensivelmente um ano. Em que comecei a usar conscientemente esta ferramenta. E da qual só posso dizer bem, na medida em que me tem ajudado a esvaziar a garagem e enriquecendo (um pouco) a conta bancária.
A semana que agora termina foi também marcada pela venda do meu jipe. É verdade. Optei por vendê-lo. Porque consegui um bom preço e porque deixei de lhe dar uma utilização que o mesmo merecia. Com uma pequena parte do dinheiro realizado, comprei um pequeno e honesto comercial. Do mais simples que pode haver. E com o restante...vou aplicar na compra de uma casa. Uma coisa simples que me permita entrar no mundo do imobiliário. Arranjar o que tiver ser arranjado e alugar posteriormente por forma - e aqui sim - rentabilizar o investimento. Talvez um(a) universitário(a) na medida em que vai ser renda garantida durante o tempo em que demorar a tirar o curso. 
A compra da casa - ou intenção firme de o fazer - decorre de uma das resoluções desenhadas para o corrente ano. Ser mais coerente. E começar a cortar custos onde podem ser cortados. Passo de um jipe enorme para um comercial pequeno. Mas começo a amealhar. E quem sabe mais tarde não volto aos jipes! 

segunda-feira, fevereiro 12, 2018

Experiência Profissional

Quem, consulta anúncios de emprego sabe do que falo. E certamente já se questionou com algo que acho básico. Imaginem um anúncio de emprego em que é solicitado 10 anos de experiência profissional. A menos que a pessoa tenha começado a trabalhar em idade adolescente, rara (ou talvez 2 ou 3 pessoas a nível do planeta Terra) qualificarão para esta vaga. Porque naturalmente não terão o tempo de experiência profissional que funcionará como requisito de contratação.
O meu ponto é simples. Se todos os empregadores solicitarem experiência profissional de monta (tempos superiores a 5 anos) como é que os recém-licenciados penetram no mercado de trabalho? Dificilmente.
Há pessoas (e conheço algumas) cuja experiência de vida é "a" experiência profissional. Pessoas que não tiveram oportunidade de estudar mas que são extremamente válidas no que fazem. O chamado "book of life" é importantíssimo e a experiência que a vida nos dá suplanta, penso eu, qualquer experiência profissional que possamos vir a ter. Falo naturalmente de alguns exemplos concretos. A generalização pode não ser verdadeira. Contudo, ninguém coloca no "curriculum" que tem 25 ou 30 ou 45 anos de "escola da vida". Não faz sentido. E a probabilidade de ser internado(a) é elevadíssima.
Em contraponto, este mesmo tema transporta-me para outras considerações. Cargos ocupados por filhos, enteados, mulheres e outros graus de parentesco. Em boa verdade, não posso ser contra. Faria o mesmo. Mas dificilmente indicaria um nome (com ou sem grau de parentesco) a quem não reconhecesse a capacidade para honrar determinado compromisso. E mais uma vez, um dos (entre outros) factores contributivos para esse juízo, seria, naturalmente a experiência profissional. Não faz muito sentido que alguém que dedicou a vida toda à plantação da batata doce - e que sem qualquer sobra de dúvida será verdadeiramente especializado(a) no tema - vá trabalhar como analista de sistemas de um qualquer departamento de IT de uma empresa. Não digo que seja impossível. Digo que é pouco provável!

domingo, fevereiro 04, 2018

As Feiras

Há uma feira que tem lugar todos os Domingos perto de minha casa.
No outro dia pensava nisto mesmo. Nas Feiras, por altura de uma viagem que fazia de carro, a caminho de casa. Lembrei-me inevitavelmente dos Domingos. Imaginei aquelas feiras medievais em que a moeda de troca era o produto da horta ou ovos. Ou mesmo gado. Também me lembrei que (tipicamente) as feiras têm lugar aos Domingos. Também percebo que é aquele dia da semana que muita gente espera ansiosamente para sair um pouco dos lugares habituais que conhece toda a semana. É o dia em que muita gente veste a sua melhor fatiota para ir à feira. Em família. Todos juntos. Haverá no mundo algum sítio, além da feira, onde comprar uma camisola quentinha para um agasalho deste Inverno que se avizinha rigoroso?  Ou um bom e soutien com uma boa armação metálica e que não se encontra mais barato em lado algum? Não, não há nada melhor. É ali, naquela feira que se encontram essas coisas e muitas mais!
Devo ter ido uma boa dezena de vezes a feiras. Em toda a minha vida. E confesso, aqui e agora, que nada me dá mais prazer. Bom, em boa verdade há outras coisas que me dão, mas não são para aqui chamadas agora...
Ir a uma feira é experimentar um sem número de sensações novas. Quer para mim, reincidente, quer para aquelas pessoas que eventualmente irão a uma qualquer feira pela primeira vez. Para quem como eu gosta de se perder no corredor dos automóveis de qualquer supermercado, onde se encontrarão as ferramentas, lubrificantes e ambientadores, a oportunidade de ir a uma feira é um pouco mais do mesmo. Mas desta feita abordando um ângulo diferente, se é que me entendem. É ao ar livre. Ou , eventualmente, debaixo de algumas lonas verdes da tropa, que dá sempre um toque de originalidade impossível de replicar num supermercado. É só especial.
Nas feiras há bancas que vendem de tudo. Desde roupa, DVD´s e as ferramentas de que falei acima, claro. Por outro lado, percebo que há muita gente que lá almoça. Nas feiras. E que bem que deve saber comer um bom frango assado ou uma suculenta entremeada grelhada no carvão. Ali mesmo. Enfiada em duas metades de uma qualquer carcaça do dia. Excelente.
No próximo Domingo visitem uma feira perto de vocês. É uma experiência única. E para ser repetida sempre que conseguir. Para breve, no meu caso.

Pandemia - Semana 14

As semanas passam e Portugal, que muito recentemente era tido como um dos países referência no reduzido número de casos de pessoas infectad...