domingo, maio 27, 2018

1ª Semana da Dieta

Termina hoje a minha 1ª semana de dieta orientada pelo nutricionista. Já aqui tinha dito que a dieta em si não me assustava. E não assusta. Quando temos  um objectivo a cumprir, é normal que assim seja.
Há duas mudanças que posso aqui partilhar, de base. A primeira tem que ver com o facto de ter de comer de manhã. Algo que não fazia. Estupidamente, bem sei. Exactamente o que não se deve fazer. Mas passei a fazer. E a segunda mudança não é bem uma novidade. Mas está relacionada com a reintrodução dos "clássicos" 1,5 litros de água por dia. Já o tinha feito há uns anos e agora reintroduzo.
Também fiz nova avaliação corporal no treino. Os vários indicadores têm sofrido alterações marginais (i.e. IMC, massa gorda, massa magra, gordura visceral, etc.) sendo que aquele que sofre uma alteração maior é o pêso. O que faz sentido. Por um lado pelo tipo de treino que tenho feito - predominantemente cardiorespiratório e intensivo (com défice de Oxigénio para promover a queima de gordura durante um período de tempo superior, no pós-treino). Por outro lado, a dieta. O corte de algumas coisas que, erradamente, tinha na minha dieta tem um reflexo imediato na balança. 
A grande diferença para outras alturas da minha vida em que optei por este tipo de decisão é que agora tenho um plano de exercício e tenho um nutricionista que define uma dieta alimentar. Só pode correr bem. E vai correr.

domingo, maio 20, 2018

Nutricionista

Em algum momento da fita do tempo teria de procurar um bom nutricionista. Com o treino todo que tenho vindo a dar nota nestes últimos anos, era quase que "natural" que o passo seguinte, visando o complemento, fosse introduzir uma consulta com um especialista na matéria.
Consegui, por acaso, uma marcação para um nutricionista no final da semana passada. Entre dois outros amigos que me falaram deste nutricionista, e com algumas trocas de consultas que já tinham marcadas entre eles, consegui uma consulta para mim. Acreditem que é complicado. A lista de espera tem meses...e não será por ser mau.
Quando a clínica me enviou por e-mail o endereço e a confirmação do dia e hora da consulta, juntou um questionário para eu preencher e levar no dia da consulta. E assim foi. Respondi ao mesmo o mais sincero que consigo ser até porque o bem é todo para mim. E não para o nutricionista!
A consulta correu muito bem. Mais curta do que eu imaginei, é certo, mas produtiva, como se quer.
Creio que a consulta foi curta muito pelo facto de, desde que treino com PT, ter adoptado uma série de boas práticas alimentares. Coisas tão simples quanto eliminar bebidas gaseificadas, açucares e pão branco, por exemplo. E a balança reflecte isso. Contudo, senti necessidade de ter uma orientação mais profissional, desmistificando alguns mitos urbanos que comummente se ouve falar e daí fazer sentido a consulta.
Não irei aqui detalhar muito o abordado na consulta, até porque cada nutricionista segue uma determinada escola e haverá com toda a certeza opiniões divergentes. Em todo o caso, já tenho um plano alimentar onde pão branco (nem escuro) não entra - em nenhuma das refeições. Nem massas, com pena minha, para ser muito sincero.
A generalidade das orientações que me foram passadas / escritas, são de fácil resolução. Muito mesmo. E tenho como objectivo o ter melhores resultados da próxima avaliação corporal, a ter lugar em Julho próximo. E os resultados vão ser melhores. Só podem ser!

domingo, maio 13, 2018

Auditorias

A actividade de auditor tem aspectos bons e aspectos menos bons. Como aspectos bons, salientaria o facto de ser garantido que o que está "escrito" (documentado) é cumprido. Dessa forma, assegura-se que há conformidade com normas e procedimentos escritos e é verificada, numa base regular, essa mesma "aderência", ou seja, se se mantém essa conformidade aquando da realização das avaliações periódicas. Sem querer mergulhar num detalhe demasiado técnico, é isto que destaco enquanto um dos aspectos bons (e logicamente útil).
Outro aspecto bom, para quem é auditor no sector da aviação - como eu - é a possibilidade de se viajar. Muito, porque haverá sempre empresas que têm de ser auditadas e avaliações de conformidade que têm de ser realizadas. 
Do lado dos aspectos menos bons, referiria em primeiro lugar a imensa reserva que há relativamente aos auditores - não só do sector onde estou, bem como dos meus colegas de outros sectores (estou a lembrar-me das organizações que realizam auditorias financeiras, por exemplo).  Importa aqui partilhar convosco que também eu sou auditado por outras empresas de aviação. E também eu tenho desvios encontrados pelos meus colegas auditores. É perfeitamente normal que assim seja. O truque, como costumo dizer - e é assim que as auditorias têm de ser encaradas - é pensar na óptica da melhoria contínua dos processos. Ou seja, não pessoalizar a auditoria, não achar que é uma crítica ao trabalho de alguém ou que o auditor é o "bicho papão", mas sim, ver a auditoria como uma avaliação do que poderá ser melhorado. É um exercício complexo, mas é por aí que tem de ser visto e interiorizado.
Tenho feito algumas auditorias ultimamente: Guiné e Cabo Verde. Esta semana que entra terei de ir a Paris e noutra semana, ainda tenho de perceber qual, talvez tenha de ir a Londres e a Amsterdão. São auditorias que têm de ser cumpridas. Junta-se o útil ao agradável, no final do dia.

domingo, maio 06, 2018

Riga

A semana que termina é marcada pela minha ida a Riga (Letónia). Fui inserido numa delegação da empresa, para uma reunião com um Cliente local com quem vamos ter uma parceria num futuro breve.
A visita foi muito curta e a viagem muito cansativa. Afinal, a Letónia está 3H à nossa frente. Não há vôos directos de Lisboa para a Letónia (ou por outra, com preços simpáticos) pelo que, a viagem quer para lá, quer para cá, foi feita com escala em Amsterdão. O vôo de ida saía de Lisboa às 0500H pelo que tinha de estar no aeroporto cerca das 0230H. Ou seja, nem dormi. Para cá, a mesma coisa. Acordar às 0600H locais (o que seriam 0300H de Lisboa). Na viagem para lá havia cerca de 1H de chão e para cá com pouco mais de 2,5H, o que permitiu fazer algumas compras ainda que em estado semi vegetativo. Espero não ter surpresas no extracto do meu cartão de crédito. Tipo ter comprado o aeroporto.
A cidade de Riga é bonita. Muito bonita. Muita gente nova a andar nas ruas. Não fosse o pouquíssimo tempo que lá estive - e o estar a chover - e teria certamente muitas mais recordações para partilhar. Penso que as pessoas são frias. Naturalmente frias. Como é qualquer pessoa do Leste Europeu. Não são amistosos. Dificilmente esboçam um sorriso. Mas são prestáveis. Uma cidade para revisitar. Com mais calma!

Pandemia - Semana 14

As semanas passam e Portugal, que muito recentemente era tido como um dos países referência no reduzido número de casos de pessoas infectad...