domingo, junho 24, 2018

Compras

Sou o mais anti-compras que alguém pode imaginar. Detesto. Abomino ter de fazer compras, mas invariavelmente tenho de as fazer. 
Com a mais recente aposta na dieta - enquanto complemento do exercício físico - tive de passar a procurar nos supermercados os alimentos sugeridos pelo nutricionista. A generalidade deles existe num qualquer supermercado ou mercearia de rua. Mas há algo que uma única vez dei conta de não haver no Pingo Doce: papaia.
A papaia é dos frutos tropicais que comia de tempos a tempos. Nunca foi uma fruta que me estimulasse muito. Preferia outras (e.g. manga, uvas, maçãs, abacaxi, etc.). Mas houve uma clara indicação por parte do nutricionista para a introduzir na dieta dos dias em que não treino - aliás, como agora ao pequeno-almoço o que nunca comi antes (ovos, fruta) além do café que era a única coisa que bebia.
Nesse dia em que não tinha a papaia lembrei-me de um plano B. Qual? Um China (mais um) que há perto de minha casa. Não "o" China que tenho falado. Mas outro que a minha prima me falou e que tem fruta óptima. "Claro que o China vai ter papaia", zombei eu quando saí do Pingo Doce. Era esta a primeira vez que ía vencer. Mas não. Mais de uma dezena delas. Perfeitamente alinhadas. Mesmo ao lado dos pensos higiénicos e tampões. Ou da alface roxa. Mas eram boas. Muito boas. Agora tenho dois fornecedores de géneros alimentícios. Em especial da papaia. Que nunca mais me faltou!

quinta-feira, junho 21, 2018

Apple

Desde que me recordo, sempre houve computadores da Apple em minha casa. Sempre. Quando digo sempre, é mesmo isso. E nunca achei grande piada aos mesmos.  A nossa mente está "formatada" para os PC e desde sempre foi nesse sentido que caminhei. Até que tive o meu primeiro iPhone depois de vários Nokia, Samsung e outras marcas.
Há pessoas que não gostam ou não se adaptam aos iPhone. Eu não me adapto aos Android. Tentei, com dois modelos da Samsung e não consegui. Não resultou. Costumo dizer que na altura em que os tive, para agendar um compromisso na minha agenda, precisava de seguir uma dança de 7 passos. Nada intuitiva. Com o iPhone faço metade dos passos. Ou nem isso.
Mas não é só esta simplicidade que me fez ficar fã dos telefones da Apple. A sobriedade e inquestionável intemporalidade das linhas seduziu-me desde sempre. É um pouco como gostar de uma determinada marca de carros ou de relógios. Há milhares de fabricantes. Mas "aquele" faz segue sempre a mesma receita. E o produto final não poderia ser diferente do que já conhecemos. É certo que os processadores evoluem, as memórias aumentam e até as baterias duram mais tempo (teoricamente), mas não deixa de ter um "padrão" similar ao primeiro iPhone que comprei quando surgiu. Mas com melhoramentos.
Anos mais tarde, já depois de me ter rendido aos telefones, foi a vez do portátil. Consegui um excelente negócio com um "setup" muito bom. A vantagem, imediata, foi o peso comparativamente a um PC (portátil) com o qual andei durante anos. Creio que uns 8 anos. Estamos a falar de alguém que deu formação (muita) recorrendo ao tal terminal que me foi atribuído - na empresa - e que de repente faz o mesmo com metade do peso. Acreditem que no final do dia faz toda a diferença
Já aqui referi que uma das resoluções para o presente ano é / está a ser deixar de usar papel. E tenho conseguido resistir à tentação de o fazer. Tenazmente, posso acrescentar. Mas é mais fácil do que aquilo que pensei. Papel, só mesmo o estritamente necessário e..porque vivemos num mundo que ainda depende muito das árvores para passar informação. Daí ter feito e faz todo o sentido para mim utilizar o iPad no meu dia-a-dia. Fazer as minhas auditorias. E ler as notícias ao fim de semana.
Mais recentemente, e copiando o meu irmão, mais um "gadget" da Apple. Desta feita, o iWatch. Estilizado. Tem um formato único. Discreto. E é prático poder ser notificado de mensagens, e-mails ou ser convidado a ir andar um pouco ou respirar. Ou, por outra, que conseguimos atingir a nossa meta diária de queima calórica, ou não. Engraçado e útil.
Para terminar, e como não podia deixar de ser, comprei um iMac. O computador da Apple. O estilo é o mesmo de tudo o que falei anteriormente. Não é exuberante. Não é pindérico. É simples. Modesto, e para o que pretendo fazer (utilização meramente doméstica), dá e sobra. Estou no processo de adaptação.
Nem tudo são rosas. Em particular para o portátil e para o iMac. Porquê? A linguagem mais utilizada no Mundo, se não me falha a memória de um artigo que li em tempos, era, na altura, a dos PC. Faz sentido. A Apple foi sempre vista como uma linguagem mais fechada. Para pessoas ligadas ao sector do "design", arquitectura e publicidade, em que, sem qualquer sombra de dúvida os programas utilizados nestas máquinas aliados a máquinas (processadores mais potentes) conduzem a resultados óptimos. O problema reside na adaptação. Na chamada "curva de aprendizagem" (learning curve) que, na minha idade será tendencialmente mais longa. Faz sentido. Mas irei, determinadamente, insistir na mesma. Tal como me escuso a utilizar o papel e tenho conseguido. Nos programas da Apple as coisas não estão nos mesmos sítios. Isso irrita-me. Acentuar as palavras com "~" é digno de risota. Já escrevi umas 900 vezes "qu\ao". A razão prende-se com o facto de estar habituado a utilizar um teclado diferente. De PC. E requer hábito. No meu caso, terei de viver com PC (empresa) e Apple, no resto da minha vida. Se há melhor que os produtos que elenquei acima, da concorrência? Sim, há. Mais barato? Sim, sem dúvida. É uma questão de opção. Como sempre.

domingo, junho 17, 2018

Teimosia

Uma das características em mim que tenho vindo a trabalhar nos últimos anos. E infelizmente as pessoas não percebem isso. Ou acham que serei alguém igual a tantas outras pessoas. Não sou.
Tenho uma forma de estar na vida muito própria. Baseada em valores morais e pessoais que tenho como sendo os correctos e adequados.
Já aqui referi que uma das coisas que não gosto e nunca gostei, é de andar atrás da manada. Não é ser do contra. É ser eu mesmo. Não tenho de gostar de sushi porque é moda e porque de repente todas as pessoas gostam. Ou não tenho de gostar do calor porque todos gostam. Não me faltava mais nada.
É importante que quem me conhece há algum tempo perceba isso. Que não tente mudar determinadas coisas. A melhor dica que posso dar é tentar perceber porque penso de determinada forma sobre determinado tema. Não tentar mudar-me "à bruta". É pior. Quem vos avisa vosso amigo é, diz o adágio popular. E subscrevo na íntegra.

domingo, junho 10, 2018

Aniversários dos 40's

Os aniversários dos 40 anos começam a ser uma constante. Tive há relativamente pouco tempo mais um aniversário, de uma boa amiga minha, da pós-graduação.
O convite surgiu umas semanas antes. Daqueles telefonemas que não estamos à espera. E ligou para me convidar. Até aqui tudo bem. Claro que disse logo que sim! Só que o "pequeno detalhe" veio a seguir...o aniversário era em Castelo Branco! Mas não tinha como voltar atrás. Está dito, está dito.
No aniversário aconteceu uma coisa curiosa. Imaginem um local escondido no meio da serra. Nesse local é precisamente onde a minha amiga tem a casa de família. Imaginem também que só conhecem duas pessoas: a aniversariante e o marido. Do nada, alguém vem ter convosco e pergunta-vos se não são primos de alguém. Bingo, sou mesmo. Um bom amigo de um dos meus primos. Que, curiosamente, tinha a casa paredes meias com a casa de família dessa minha amiga!! Coincidência feliz.
O resto do dia (praticamente) foi na conversa com este amigo. Viveu muitos anos em Lisboa e muitas aventuras com esse meu primo. E estabeleceu-se ali uma das tais relações (improváveis) com um final feliz. Excelente final de semana!

domingo, junho 03, 2018

Gripes de Verão

O final da semana passada e o início desta que termina agora foi marcado por mais uma constipação forte. 
As temperaturas altas que se fizeram sentir, por um lado. O deixar de andar com roupa mais quente por outro, bem como as diferenças térmicas das zonas de ar condicionado para as temperaturas exteriores elevadas, só podiam ter este desfecho. Comecei por sentir o nariz congestionado. Depois as clássicas dores de cabeça e claro...os espirros e a tosse.
Detesto estar constipado nesta altura do ano. É completamente atípico. Fora do normal. Nesta altura do ano devia ser proibido haver constipações. Quem fosse apanhado a sair de casa com roupas mais leves, devia ser obrigado a voltar a casa e vestir um pullover de lã. Para não se constipar.
Felizmente sou saudável. A constipação bate forte, é certo, mas em 2-3 dias consigo curar na quase totalidade a maleita. Foi o que sucedeu. Estou quase a 100% mas chateado por mais uma vez ter ficado constipado. É das piores coisas que me pode acontecer! A seguir a ter de ir a uma repartição pública tratar (com urgência) de algum documento.

Pandemia - Semana 14

As semanas passam e Portugal, que muito recentemente era tido como um dos países referência no reduzido número de casos de pessoas infectad...