domingo, novembro 25, 2018

O dia (refeição) livre

Quem já consultou um nutricionista sabe que há um dia da semana em que é possível comer o que quisermos. Sem restrições. A questão é que andei vários anos enganado. Não será um dia, mas uma refeição. Esse foi um dos mitos urbanos que foi "desmontado" na minha primeira consulta com o Sérgio.
Também já aqui partilhei que na altura em que comecei a olhar mais por mim, de há 6-7 anos a esta parte, li bastante sobre a actividade desportiva e a alimentação. Na altura sem o necessário acompanhamento profissional de um nutricionista, mas ainda assim consegui absorver alguns conceitos que se aplicam integralmente.
Retive que esta questão da refeição livre funciona de duas formas na nossa mente. Em primeiro lugar, um prémio pelo facto de, em alguns casos e estoicamente, termos conseguido comer areia e ar durante uma semana. Isto sem cair na tentação de ir a uma pizzaria e devorar 5 pizzas familiares. Em segundo lugar, trata-se de uma refeição semanal em que os nutricionistas entendem ser mais vantajoso que haja a quebra de algumas regras, do que as ir quebrando ao longo da semana. Tipo, estar acordado entre as partes (nutricionista e pessoa) que naquele dia, tipicamente, e numa das refeições do dia há a loucura.
Há contudo uma ressalva que ecoa na minha mente desde que a li, há alguns anos. Não se deve confundir, nestes momentos mais "livres", o "à vontade" com o "à vontadinha". Uma coisa será comer uma ou outra coisa que, durante a semana não comemos. Outra coisa será comer 9 "Vianettas". Mal comparado, será como aquelas pessoas que dizem que só fumam socialmente. Penso várias vezes que essas mesmas pessoas a dada altura devem passar a ter tantos eventos sociais, que do fumar apenas e só ao fim de semana extrapolam para um ou dois dias por semana. No fim de contas, fumam tanto ou mais que um fumador normal.
Como tudo na vida, tudo o que é excessivo é mau. Mantenho bem presente esta máxima. Tento aplicá-la à minha refeição livre. Que tanto penso durante a semana!

domingo, novembro 18, 2018

Foco e Determinação

Foco e determinação são dois aspectos que nos últimos anos têm, inquestionavelmente, norteado a minha vida e forma de estar. O deixar de fumar. O ter seguido o meu caminho depois ter terminado uma relação afectiva longa e com tanta coisa já construída. O desporto que comecei a praticar e a olhar mais para mim tendo actualmente um resultado que não tinha, por exemplo, há 20 anos. E claro, alguns novos desafios que tenho vindo a abraçar. 
Nada do que refiro anteriormente seria possível sem o foco. Sem a perseverança e determinação. Pelo caminho fica, naturalmente a minha (menor) capacidade de tolerância e compreensão para com todas as coisas que de alguma forma fogem daquilo que considero normal e aceitável. Bem sei que todos os anos, daqui por algum tempo (determinações para 2019) me vou repetir. E dizer que tenho de melhorar o feitio. Bla, bla, bla. Sempre a mesma conversa. Mas começo a chegar à conclusão que se calhar não sou eu quem está mal. Tenho é tido azar com as pessoas que conheço e que passam pela minha vida.
Foram essas mesmas pessoas que passaram pela minha vida que não compreenderam de todo a pessoa que sou. Não lhes foi possível valorizar a pessoa que sou ou o Amigo que sei ser. Não conseguiram entender porque estão demasiado centradas em si mesmas, para o seu bem-estar não conseguindo ver para além disso mesmo. Para essas pessoas, não posso deixar de desejar o melhor deste mundo e boa viagem. Não preciso de más energias neste momento da minha vida. Agora, mais do que nunca, preciso de força, incentivo e reconhecimento. Que por acaso até consigo ter para comigo mesmo. Mas os verdadeiros Amigos ajudam. Não colocando obstáculos.

domingo, novembro 11, 2018

O (contente) nutricionista

É verdade. Voltei a ver um sorriso estampado na cara do Sérgio (meu nutricionista) a semana passada.
Esta terá sido a 4ª consulta de um percurso conjunto que começou em Maio passado. Falei nisso na altura neste espaço. Em paralelo com a prática do exercício físico, que nunca abandonei, os resultados estão à vista. Mas só agora, na medida em que no passado mês de Setembro - após período de férias e alguns (muitos) excessos - os resultados não foram bons.
O Sérgio é uma pessoa extremamente profissional e focado nos resultados. Como deverão ser todos os bons profissionais, concordarão comigo. Não só esclarece todas as dúvidas em termos de dieta alimentar, bem como mostra caminhos alternativos. E regista tudo num documento que me entrega no final da consulta com as novas opções. Faz todo o sentido, na medida em que na consulta a seguir (tipicamente intervalada em 2 meses) fará a avaliação da evolução / regressão face ao documentado. Com a dieta prescrita e acordada comigo e não outra.
Se a avaliação de Setembro me frustrou (é verdade, a mim também), a desta semana, volvidos que são 2 meses, não teve esse efeito. Reduzi o pêso em quase 2 Kg, reduzi o perímetro abdominal em quase 2 cm e reduzi também as pregas (cintura, braço e costas). Bons e agradáveis valores. Estamos no bom caminho, portanto. Aproxima-se, bem sei, e para mal dos meus pecados, a época natalícia. Mas nada como continuar a disciplina e o foco. Afinal, até Janeiro tenho de atingir o meu objectivo - perder mais 2 kg. Custe o que custar! 

domingo, novembro 04, 2018

Helloween

Para não variar muito, não sou um grande fã desta festividade. Começando e terminando pelo facto de ser uma festividade (acho que se pode chamar assim) que nem sequer é nossa. Ou por outra, por cá celebra-se o "pão por Deus" em locais onde esta tradição sempre existiu. Com algum esforço e  algumas "mentes-focadas-no-dinheiro-fácil", colou-se a nossa celebração religiosa à palhaçada das máscaras de filmes de terror e à tão conhecida "doçura ou travessura" de algo que se vive predominantemente nos EUA. E no final do dia, vemos crianças mascaradas de chitas e pedir o "pão por Deus"...

Pandemia - Semana 14

As semanas passam e Portugal, que muito recentemente era tido como um dos países referência no reduzido número de casos de pessoas infectad...