O texto de hoje não é mais que um exercício pessoal sobre alguns temas actuais.
Começo por um dos temas mais falados nos últimos tempos. O ambiente. A a principal razão pela qual o ambiente está como está, deve-se, exclusivamente, à acção do ser humano. O avanço tecnológico, na era digital em que vivemos e a passos largos para uma electrificação do parque automóvel - consequência directa de legislação internacional tardiamente produzida, entres outros objectivos, desacelerar o efeito dos gases de estufa - faz emergir outros problemas. Em particular, a questão da extracção de minérios específicos (por exemplo o Lítio) para as baterias. Como sabemos, a extracção não será possível sem recurso a maquinaria pesada. Sendo que esta não funcionará sem combustíveis fósseis. Portanto, o mal da poluição atmosférica não será resolvido integralmente. Ou por outra, será minimizando, mas não resolvido enquanto houver esta necessidade e não houver alternativas concretas.
Outro tema incontornável é a corrupção. À escala planetária. Pensem num país onde nunca tenha havido um acto corrupto. Pois...não existe. O ser humano é naturalmente insatisfeito. Sempre foi assim e continuará a ser. E é guloso. Quer mais e mais e mais. O dinheiro nunca será suficiente. O resto vai-se sabendo pelas notícias.
Há fenómenos que se julgavam adormecidos ou mesmo erradicados e não estão. Um deles, por exemplo, é a constante e notória falta de respeito pelas instituições como a Justiça, Saúde e Educação. Falo das notícias de agressões a Magistrados, Médicos e Enfermeiros e a Professores. Onde chegámos. Quando não há respeito por estes agentes e pilares de uma sociedade, mais nenhum comentário se me oferece fazer. É o bater no fundo.
Na política, mais do mesmo. Não tenho muito a dizer sobre o actual Governo. Assumo que queira o melhor para o País e esteja focado em fazer o melhor que consegue e sabe, embora não tenha oposição, neste momento, à altura. Também há medidas impopulares que terão de ser tomadas - por via de algumas contas deliberadamente mal feitas no Orçamento de Estado que acabará por passar - e que conduzirão a um desgaste substancial do Executivo. E nas próximas legislativas, os desígnios do País passam, de novo, para as mãos do centro direita. Até lá, teremos condições para que desejavelmente haja a constituição de uma oposição mais sólida, mais consistente e sem o ruído interno que tem tido no seu seio. Só assim faz sentido um Estado democrático. E para fazer face à tempestade que aí vem. Um ciclo mau, porque a economia irá colapsar de novo. Não sou (mais um) profeta da desgraça. Consigo é perceber que a economia mundial está prestes a entrar num mau ciclo, de novo. E há conceituados economistas que já têm vindo a alertar para tal em fóruns próprios. Ouve quem quer.
Outro fenómeno que tem vindo a ser exposto é a pedofilia. Um flagelo que marcou a infância de tantas crianças. E que tem vindo a ser, corajosamente, tornado público.
Muito ficou por dizer, certamente. Infelizmente. Fica o compromisso de haver outros textos para abordar esses temas!
Sem comentários:
Publicar um comentário