Esta semana que agora termina fui a Fátima. Uma ida que já tinha programado fazer há muito tempo mas que, por via de outros assuntos que se meteram pelo meio, acabei por não conseguir realizar.
Penso já aqui ter dito que o meu percurso religioso - ainda que me considere e tenha como cristão católico - não pode ser considerado de praticante, no sentido de ir à Igreja todas as semanas. Naturalmente tenho a minha Fé, rezo todos os dias e vou, tipicamente, no Natal (Missa do Galo) e Páscoa (Vigília Pascal). É tem sido assim desde há alguns anos.
Mas depois há Fátima. O ar que aqui se respira é diferente. E começamos a respirá-lo desde que estacionamos o carro, como que se iniciasse o processo de "purificação". Os crentes vão ao Santuário de Fátima com um determinado propósito: praticar a sua Fé. Firmar a sua ligação com Deus. Ou apenas, tal como eu, carregar as baterias da Fé que tenho.
Ir a Fátima sugere mente aberta. Perceber que há comércio local - direccionado para os crentes de cá e que visitam o nosso País - e que vive à custa da religião. Sempre foi, é e será sempre assim.
Contudo, o Santuário é um espaço de culto, para os católicos, a nível mundial. Intimamente associado ao milagre da aparição de Nossa Senhora aos 3 Pastorinhos. E como tal, acaba por ser um destino obrigatório para todos aqueles que vivem a sua Fé em pleno.
A viagem foi proveitosa e o seu propósito foi atingido. Carreguei plenamente as baterias. E espero sinceramente que este ano possa lá ir mais vezes!
P.S.: Esta ida a Fátima foi muito especial. Em primeiro lugar porque aconteceu no meu dia de anos. Em segundo lugar porque tive como companheiro de viagem o Afonso, que veio cá passar esta última semana e apagar as velas do bolo do tio. Em terceiro e último lugar, porque também o carro novo que entretanto recebi ficou benzido!
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