Mais uma semana que se passa. Contrariamente a muita gente, não vejo (ainda) a luz ao fundo do túnel. Nem tampouco, quando me perguntam, digo às pessoas o que querem ler/ouvir. Estamos ainda longe do fim. Infelizmente para todos nós e claro, para o País.
Num destes meus últimos textos refiro a importância da matemática no tema que nos entra por casa no último mês (sim, ainda não fez um mês que estamos em casa). E da importância daquela ciência exacta que é a matemática. Na mesma, há uma subparte que permite uma análise mais concreta e objectiva dos dados que são obtidos através das amostras de indivíduos ao nível nacional. Apresento-vos a probabilidade e estatística como a conhecemos, muitos de nós, desde a faculdade (penso que alguns ainda abordaram no liceu - não foi o meu caso que só tive contacto no ensino superior). Não irei aqui e agora precisar a importância da mesma no actual momento. Ou nas estimas passíveis de ser avançadas com valores em intervalos de confiança que rondam os 100%
Dito isto, na conferência de imprensa de ontem, a Ministra da Saúde dizia-nos que a pandemia atingiu a fase de "planalto". Por outras palavras, a estabilização do pico da pandemia. Não se tem verificado um aumento significativo de casos de dia para dia. Contudo, e foi realçado na conferência de imprensa, ainda é cedo para festejos. Penso que é uma decisão sensata quando se verifica uma (ainda) descoordenação na partilha dos dados entre as Administrações Regionais de Saúde e a Direcção Geral de Saúde/Ministério - sendo que este binómio é o responsável pelo tratamento dos dados. Se não houver a tal coordenação, o tratamento dos dados é enviesado e naturalmente a informação tornada pública é díspar entre as várias entidades públicas e não terá o grau de fidedignidade que se pretende que tenha neste momento.
Um dos grandes desafios que será colocado já esta semana que amanhã começa, a um número significativo de lares portugueses, é o retorno às aulas em regime de "tv escola" das nossas crianças e jovens. Será o repescar um modelo que foi descontinuado perto do início da década de 1990. Com algum esforço mental, consigo lembrar-me dessa altura. Com os pais em teletrabalho e os filhos em "tv escola", veremos como correm as coisas. Não têm de correr mal, mas acredito que não vá ser tarefa fácil.
Tenho-me vindo a superar nos treinos. E vejo esta superação quer em termos físicos quer em termos mentais. Os últimos treinos que fiz esta semana foram longos e com muitas repetições. Optei por fazer treinos a "correr atrás do relógio" o que significa que tive de reduzir os tempos de descanso para poder reduzir o tempo total do treino. Resulta, na medida em que induzo intensidade no treino e há naturalmente uma queima calórica superior. Vou continuar neste registo. Sinto-me bem, saudável e tenho agora como objectivo perder uns 3 kg num mês. É importantíssimo definirmos objectivos/metas em intervalos de tempo definidos.
Para terminar, a minha culinária. Ontem foi um dia que diria..."passado na cozinha". Na verdade, terá sido um pouco de manhã, em que preparei um creme de cenoura e mais tarde, já depois do almoço, preparei uma quiche de atum e ainda um néctar de cenoura, laranja e limão. A experiência tem sido muito gratificante e, com o tempo posso melhor. Apenas tenho de "acertar a mão" no que toca ao sal e açúcar. Ainda não está a 100%
Santa Páscoa para todos(as)!!

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