A arte de tourear é antiga...Em Portugal não será uma grande asneira se disser que me remete para uns largos séculos atrás. Considerado o segundo "desporto rei " no nosso País.
O ser uma arte antiga e com raízes bem consolidadas na cultura portuguesa, não significa que partilhe ou veja algum prazer na mesma. Muito pelo contrário. Fico logo com palpitações, tenho de beber um copo de água com açucar não vá acontecer uma desgraça na arena!! Aliás, tenho uma carta preparada para enviar para o Dr. António Costa expressando a minha grave e profunda consternação para com a vida dos (e das) cavaleiros (as) de quem tanto gosto.
Na minha visão é uma fantochada. Os cavaleiros mascaram-se, mascaram os cavalos, arranjam-se umas bandarilhas....e aqui vai disto. Se tiver lugar ali no Campo Pequeno, melhor. É ver os tios e tias todos (as) de Cascais, Azeitão e afins por lá. E depois aparecem os "empatas" da defesa dos animais. Deviam era todos ter juízo. Acabava-se a tourada e mais nada. Deixava de haver trânsito ali perto do Campo Pequeno em dia de tourada. Acredito que alguns / algumas dos / das tótós que lá vão nem sequer saibam ou conheçam a tradição em si. Vão lá porque..."é bem ir". Ver e ser visto, afinal.
Paralelamente, se falarmos em "pega de caras" as coisas mudam de figura. Admiro os forcados. Não se trata de terem força física. Trata-se de não ter amor à vida. Quem se mete à frente de uma besta de meia tonelada, em marcha rápida (corrida), é porque realmente não vê qualquer sentido na sua passagem nesta curta incursão que é a vida terrena. É claro que me poderia dar ao trabalho de aqui elencar algumas maleitas (e fazer um brilharete daqueles) que decorrem de uma pega mal feita, mas julgo que o meu / minha leitor (a) decerto conhece as mesmas que eu, donde, não o faço!
A única diferença que vejo entre esta anormalidade, peço desculpa, variante da tauromaquia, é mesmo o não ser uma variante cobarde. É a dualidade entre 1 homem e 1 touro. Não entre homem + cavalo e touro como é a outra...
P.S: Até hoje ainda ninguém me explicou porque é que não se institui, como espectáculo de extra daqueles dias de tourada, que as cavaleiras após os espectáculos, saltem do cavalo e façam uma ou duas pegazitas de caras aos touros. Daqueles bem alimentados com pasto das lezírias ribatejanas...Quando isso acontecer...garanto-vos que serei o espectador da 1ª fila!
Próximo Tema: As Secas
Na minha visão é uma fantochada. Os cavaleiros mascaram-se, mascaram os cavalos, arranjam-se umas bandarilhas....e aqui vai disto. Se tiver lugar ali no Campo Pequeno, melhor. É ver os tios e tias todos (as) de Cascais, Azeitão e afins por lá. E depois aparecem os "empatas" da defesa dos animais. Deviam era todos ter juízo. Acabava-se a tourada e mais nada. Deixava de haver trânsito ali perto do Campo Pequeno em dia de tourada. Acredito que alguns / algumas dos / das tótós que lá vão nem sequer saibam ou conheçam a tradição em si. Vão lá porque..."é bem ir". Ver e ser visto, afinal.
Paralelamente, se falarmos em "pega de caras" as coisas mudam de figura. Admiro os forcados. Não se trata de terem força física. Trata-se de não ter amor à vida. Quem se mete à frente de uma besta de meia tonelada, em marcha rápida (corrida), é porque realmente não vê qualquer sentido na sua passagem nesta curta incursão que é a vida terrena. É claro que me poderia dar ao trabalho de aqui elencar algumas maleitas (e fazer um brilharete daqueles) que decorrem de uma pega mal feita, mas julgo que o meu / minha leitor (a) decerto conhece as mesmas que eu, donde, não o faço!
A única diferença que vejo entre esta anormalidade, peço desculpa, variante da tauromaquia, é mesmo o não ser uma variante cobarde. É a dualidade entre 1 homem e 1 touro. Não entre homem + cavalo e touro como é a outra...
P.S: Até hoje ainda ninguém me explicou porque é que não se institui, como espectáculo de extra daqueles dias de tourada, que as cavaleiras após os espectáculos, saltem do cavalo e façam uma ou duas pegazitas de caras aos touros. Daqueles bem alimentados com pasto das lezírias ribatejanas...Quando isso acontecer...garanto-vos que serei o espectador da 1ª fila!
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