
Se há coisa para a qual não tenho paciência, são as consolas de jogos (Eg.: Playstation ou X-Box). E não consigo entender quem tem, embora respeite. Não consigo perceber como é possível que criaturas (conheço vários adultos) combinem sessões contínuas de jogos, quando para mim, 5 minutos chegam e sobram para que sinta tonturas, suores frios, vertigens e uma imensa falta de paciência para continuar a jogar. Mais a mais, não raro, os meus jogos são sumários, passam por ser morto 45 vezes (isto sempre no primeiro nível) e ainda um óbvio motivo de chacota por parte de quem passa demasiado tempo agarrado a estas brincadeiras. Regra geral a chacota essa perdura mais de 4 semanas regra. Ou até que qualquer um dos ilustres se recorde.
Até poderia considerar a playstation uma boa forma de descomprimir ao final de uma semana de trabalho. Se fosse utilizada como tal, conscientemente e não como meio para evitar a sociabilização. O problema é aquilo vicia (diz quem já está curado). As consolas são concebidas para viciar os jogadores. E claro, quando começam a haver despiques entre os vários compinchas, as coisas assumem outro patamar - defesa da honra pessoal.
Parece-me óbvio que o terminar qualquer um dos jogos das consolas, ou atingir o complexo nível 2.000.000, deve ser motivo de gáudio e merecida recompensa. Ando a pensar recorrentemente nisso. Talvez oferecer-me para lavar o carros dos meus amigos que o conseguem fazer. Talvez ir comprar os jornais todos os dias e deixar à porta de casa. Qualquer coisa que reflicta o quão melhor ficou a minha vida após o nível ter sido completo e consequentemente o jogo ter sido terminado. Venha outro jogo e comece nova odisseia...
Nunca serei capaz de entender. Da mesma forma que me recuso a oferecer jogos para consolas a crianças. Por uma questão de princípio. Por achar que é um erro oferecer a uma criança algo que fará com que não leia. Com que não dialogue com os pais. Por outras palavras, algo que sei que não contribui para a sua educação.
Próximo Tema: Jazz
Até poderia considerar a playstation uma boa forma de descomprimir ao final de uma semana de trabalho. Se fosse utilizada como tal, conscientemente e não como meio para evitar a sociabilização. O problema é aquilo vicia (diz quem já está curado). As consolas são concebidas para viciar os jogadores. E claro, quando começam a haver despiques entre os vários compinchas, as coisas assumem outro patamar - defesa da honra pessoal.
Parece-me óbvio que o terminar qualquer um dos jogos das consolas, ou atingir o complexo nível 2.000.000, deve ser motivo de gáudio e merecida recompensa. Ando a pensar recorrentemente nisso. Talvez oferecer-me para lavar o carros dos meus amigos que o conseguem fazer. Talvez ir comprar os jornais todos os dias e deixar à porta de casa. Qualquer coisa que reflicta o quão melhor ficou a minha vida após o nível ter sido completo e consequentemente o jogo ter sido terminado. Venha outro jogo e comece nova odisseia...
Nunca serei capaz de entender. Da mesma forma que me recuso a oferecer jogos para consolas a crianças. Por uma questão de princípio. Por achar que é um erro oferecer a uma criança algo que fará com que não leia. Com que não dialogue com os pais. Por outras palavras, algo que sei que não contribui para a sua educação.
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