A velocidade é um daqueles temas que me é bastante familiar. Desde miúdo que gosto de velocidade. Há variadíssimas formas de experimentar a mesma, mas aquela que prefiro é a experimentada nos automóveis. Acredito que tenho tido uma dose generosa de sorte, na medida em que muito frequentemente circulo a velocidades muito elevadas.
Surge como consequência imediata a necessidade de atenção que tem de ser tida para com a condução dos demais utentes da via. Ou porque estão os mesmos distraídos, ou porque já não têm idade para ter carta de condução, ou porque se assustam com algum outro carro, entre variadíssimas outras hipóteses que poderia elencar. No fundo, é importante ter em linha de conta estes pequenos imprevistos que podem ditar o fim (ou não) seguro da viagem.
Para se atingir velocidades elevadas não é preciso grande ciência. Qualquer "chaço" com 20 anos consegue-o facilmente. Atingir e manter velocidades elevadas, transmitindo segurança ao condutor e passageiros é que já será mais complicado. Há carros preparados de fábrica para terem determinado tipo de prestações (eg: travagem melhorada, potência, afinação das suspensões, etc). Há os outros carros que são alterados a bel-prazer dos vários "Rubens" (ver meu texto dos "Cromos") que vivem por esse mundo fora, sendo que, na maioria das vezes é uma questão de tempo até que um azar aconteça. Sendo que por vezes são azares bem graves.
A velocidade, para mim, quando atingida em determinadas condições (estrada limpa, madrugada) e não perigando outros condutores, pode ter aquilo a que chamo de terapia. Na medida em que adoro conduzir, a ligação que se sente entre homem-carro, o traçado da estrada e a rapidez com que os quilómetros são devorados, é viciante. E tranquiliza-me.
Muito mais haveria por dizer relativamente à condução, mas fica a promessa de desenvolvimento desse tema oportunamente. Com calma...na medida que é um tema que me merece toda a atenção..ou não fosse uma das minhas maiores paixões!
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