Ser mais descontraído. Ora aí está mais um (entre tantos outros) defeitos que usualmente me são apontados.
O ser descontraído, na minha leitura e perspectiva simplista das coisas passaria, para começar, por usufruir mais o momento. O tal "carpe diem". Talvez passe por não viver tão tenso no dia-a-dia. E esse parece-me ser um exercício tão bom quanto o correr 10 km com as cuecas do fato de banho cheias da areia grossa da praia. Tem piada? É a mesma piada que eu vejo quando me falam em pensar em ser mais descontraído. A parte boa é que fazia um "peeling" gratuito nas partes baixas...
Não me imagino com aquelas calças (cintura descaída) que a canalha agora usa e que parece ter a fralda suja. Analogamente não me consigo imaginar a fazer uma noitada a uma 5ª Feira e ir trabalhar na 6ª Feira de manhã. Aliás, em bom rigor, só o pensar em deitar-me de dia faz com que fique com os pelos (poucos) do peito todos arrepiados. E o rol de exemplos poderia continuar perpetuamente.
Mas há mais. Muita gente diz-me (e acredito que com a melhor das intenções) para tentar descontrair e viver o momento. É um chavão, lamento informar. É o mesmo que dizer para ir raspar as unhas da mão direita numa placa de mármore ou ir passar a língua no ralador de cenoura da minha mãe. Só para experimentar a sensação. Não custa nada. As coisas não acontecem porque sim. E muito menos porque alguém acha que devemos descontrair "naquele" momento. É preciso tempo. Jamais comecei a dançar de forma lânguida numa coluna de uma discoteca por alguém me disse que devia dançar.
Há vários factores que concorrem para que a pessoa seja (ou nem por isso) mais descontraída. Mas por vezes até consigo ser. Nessas vezes sou gozão. Embora utilize um humor acutilante e que apenas quem me conhece muito bem percebe. É um misto de humor negro com sarcasmo e alguma pitada de sadismo à mistura. Mas que no final tem um resultado magnífico e digno do meu muito restrito repertório de piadas e afins.
Veremos o que me reserva o futuro. Positivismo não me falta. Resta saber se haverá paciência!
Não me imagino com aquelas calças (cintura descaída) que a canalha agora usa e que parece ter a fralda suja. Analogamente não me consigo imaginar a fazer uma noitada a uma 5ª Feira e ir trabalhar na 6ª Feira de manhã. Aliás, em bom rigor, só o pensar em deitar-me de dia faz com que fique com os pelos (poucos) do peito todos arrepiados. E o rol de exemplos poderia continuar perpetuamente.
Mas há mais. Muita gente diz-me (e acredito que com a melhor das intenções) para tentar descontrair e viver o momento. É um chavão, lamento informar. É o mesmo que dizer para ir raspar as unhas da mão direita numa placa de mármore ou ir passar a língua no ralador de cenoura da minha mãe. Só para experimentar a sensação. Não custa nada. As coisas não acontecem porque sim. E muito menos porque alguém acha que devemos descontrair "naquele" momento. É preciso tempo. Jamais comecei a dançar de forma lânguida numa coluna de uma discoteca por alguém me disse que devia dançar.
Há vários factores que concorrem para que a pessoa seja (ou nem por isso) mais descontraída. Mas por vezes até consigo ser. Nessas vezes sou gozão. Embora utilize um humor acutilante e que apenas quem me conhece muito bem percebe. É um misto de humor negro com sarcasmo e alguma pitada de sadismo à mistura. Mas que no final tem um resultado magnífico e digno do meu muito restrito repertório de piadas e afins.
Veremos o que me reserva o futuro. Positivismo não me falta. Resta saber se haverá paciência!




