domingo, junho 24, 2018

Compras

Sou o mais anti-compras que alguém pode imaginar. Detesto. Abomino ter de fazer compras, mas invariavelmente tenho de as fazer. 
Com a mais recente aposta na dieta - enquanto complemento do exercício físico - tive de passar a procurar nos supermercados os alimentos sugeridos pelo nutricionista. A generalidade deles existe num qualquer supermercado ou mercearia de rua. Mas há algo que uma única vez dei conta de não haver no Pingo Doce: papaia.
A papaia é dos frutos tropicais que comia de tempos a tempos. Nunca foi uma fruta que me estimulasse muito. Preferia outras (e.g. manga, uvas, maçãs, abacaxi, etc.). Mas houve uma clara indicação por parte do nutricionista para a introduzir na dieta dos dias em que não treino - aliás, como agora ao pequeno-almoço o que nunca comi antes (ovos, fruta) além do café que era a única coisa que bebia.
Nesse dia em que não tinha a papaia lembrei-me de um plano B. Qual? Um China (mais um) que há perto de minha casa. Não "o" China que tenho falado. Mas outro que a minha prima me falou e que tem fruta óptima. "Claro que o China vai ter papaia", zombei eu quando saí do Pingo Doce. Era esta a primeira vez que ía vencer. Mas não. Mais de uma dezena delas. Perfeitamente alinhadas. Mesmo ao lado dos pensos higiénicos e tampões. Ou da alface roxa. Mas eram boas. Muito boas. Agora tenho dois fornecedores de géneros alimentícios. Em especial da papaia. Que nunca mais me faltou!

quinta-feira, junho 21, 2018

Apple

Desde que me recordo, sempre houve computadores da Apple em minha casa. Sempre. Quando digo sempre, é mesmo isso. E nunca achei grande piada aos mesmos.  A nossa mente está "formatada" para os PC e desde sempre foi nesse sentido que caminhei. Até que tive o meu primeiro iPhone depois de vários Nokia, Samsung e outras marcas.
Há pessoas que não gostam ou não se adaptam aos iPhone. Eu não me adapto aos Android. Tentei, com dois modelos da Samsung e não consegui. Não resultou. Costumo dizer que na altura em que os tive, para agendar um compromisso na minha agenda, precisava de seguir uma dança de 7 passos. Nada intuitiva. Com o iPhone faço metade dos passos. Ou nem isso.
Mas não é só esta simplicidade que me fez ficar fã dos telefones da Apple. A sobriedade e inquestionável intemporalidade das linhas seduziu-me desde sempre. É um pouco como gostar de uma determinada marca de carros ou de relógios. Há milhares de fabricantes. Mas "aquele" faz segue sempre a mesma receita. E o produto final não poderia ser diferente do que já conhecemos. É certo que os processadores evoluem, as memórias aumentam e até as baterias duram mais tempo (teoricamente), mas não deixa de ter um "padrão" similar ao primeiro iPhone que comprei quando surgiu. Mas com melhoramentos.
Anos mais tarde, já depois de me ter rendido aos telefones, foi a vez do portátil. Consegui um excelente negócio com um "setup" muito bom. A vantagem, imediata, foi o peso comparativamente a um PC (portátil) com o qual andei durante anos. Creio que uns 8 anos. Estamos a falar de alguém que deu formação (muita) recorrendo ao tal terminal que me foi atribuído - na empresa - e que de repente faz o mesmo com metade do peso. Acreditem que no final do dia faz toda a diferença
Já aqui referi que uma das resoluções para o presente ano é / está a ser deixar de usar papel. E tenho conseguido resistir à tentação de o fazer. Tenazmente, posso acrescentar. Mas é mais fácil do que aquilo que pensei. Papel, só mesmo o estritamente necessário e..porque vivemos num mundo que ainda depende muito das árvores para passar informação. Daí ter feito e faz todo o sentido para mim utilizar o iPad no meu dia-a-dia. Fazer as minhas auditorias. E ler as notícias ao fim de semana.
Mais recentemente, e copiando o meu irmão, mais um "gadget" da Apple. Desta feita, o iWatch. Estilizado. Tem um formato único. Discreto. E é prático poder ser notificado de mensagens, e-mails ou ser convidado a ir andar um pouco ou respirar. Ou, por outra, que conseguimos atingir a nossa meta diária de queima calórica, ou não. Engraçado e útil.
Para terminar, e como não podia deixar de ser, comprei um iMac. O computador da Apple. O estilo é o mesmo de tudo o que falei anteriormente. Não é exuberante. Não é pindérico. É simples. Modesto, e para o que pretendo fazer (utilização meramente doméstica), dá e sobra. Estou no processo de adaptação.
Nem tudo são rosas. Em particular para o portátil e para o iMac. Porquê? A linguagem mais utilizada no Mundo, se não me falha a memória de um artigo que li em tempos, era, na altura, a dos PC. Faz sentido. A Apple foi sempre vista como uma linguagem mais fechada. Para pessoas ligadas ao sector do "design", arquitectura e publicidade, em que, sem qualquer sombra de dúvida os programas utilizados nestas máquinas aliados a máquinas (processadores mais potentes) conduzem a resultados óptimos. O problema reside na adaptação. Na chamada "curva de aprendizagem" (learning curve) que, na minha idade será tendencialmente mais longa. Faz sentido. Mas irei, determinadamente, insistir na mesma. Tal como me escuso a utilizar o papel e tenho conseguido. Nos programas da Apple as coisas não estão nos mesmos sítios. Isso irrita-me. Acentuar as palavras com "~" é digno de risota. Já escrevi umas 900 vezes "qu\ao". A razão prende-se com o facto de estar habituado a utilizar um teclado diferente. De PC. E requer hábito. No meu caso, terei de viver com PC (empresa) e Apple, no resto da minha vida. Se há melhor que os produtos que elenquei acima, da concorrência? Sim, há. Mais barato? Sim, sem dúvida. É uma questão de opção. Como sempre.

domingo, junho 17, 2018

Teimosia

Uma das características em mim que tenho vindo a trabalhar nos últimos anos. E infelizmente as pessoas não percebem isso. Ou acham que serei alguém igual a tantas outras pessoas. Não sou.
Tenho uma forma de estar na vida muito própria. Baseada em valores morais e pessoais que tenho como sendo os correctos e adequados.
Já aqui referi que uma das coisas que não gosto e nunca gostei, é de andar atrás da manada. Não é ser do contra. É ser eu mesmo. Não tenho de gostar de sushi porque é moda e porque de repente todas as pessoas gostam. Ou não tenho de gostar do calor porque todos gostam. Não me faltava mais nada.
É importante que quem me conhece há algum tempo perceba isso. Que não tente mudar determinadas coisas. A melhor dica que posso dar é tentar perceber porque penso de determinada forma sobre determinado tema. Não tentar mudar-me "à bruta". É pior. Quem vos avisa vosso amigo é, diz o adágio popular. E subscrevo na íntegra.

domingo, junho 10, 2018

Aniversários dos 40's

Os aniversários dos 40 anos começam a ser uma constante. Tive há relativamente pouco tempo mais um aniversário, de uma boa amiga minha, da pós-graduação.
O convite surgiu umas semanas antes. Daqueles telefonemas que não estamos à espera. E ligou para me convidar. Até aqui tudo bem. Claro que disse logo que sim! Só que o "pequeno detalhe" veio a seguir...o aniversário era em Castelo Branco! Mas não tinha como voltar atrás. Está dito, está dito.
No aniversário aconteceu uma coisa curiosa. Imaginem um local escondido no meio da serra. Nesse local é precisamente onde a minha amiga tem a casa de família. Imaginem também que só conhecem duas pessoas: a aniversariante e o marido. Do nada, alguém vem ter convosco e pergunta-vos se não são primos de alguém. Bingo, sou mesmo. Um bom amigo de um dos meus primos. Que, curiosamente, tinha a casa paredes meias com a casa de família dessa minha amiga!! Coincidência feliz.
O resto do dia (praticamente) foi na conversa com este amigo. Viveu muitos anos em Lisboa e muitas aventuras com esse meu primo. E estabeleceu-se ali uma das tais relações (improváveis) com um final feliz. Excelente final de semana!

domingo, junho 03, 2018

Gripes de Verão

O final da semana passada e o início desta que termina agora foi marcado por mais uma constipação forte. 
As temperaturas altas que se fizeram sentir, por um lado. O deixar de andar com roupa mais quente por outro, bem como as diferenças térmicas das zonas de ar condicionado para as temperaturas exteriores elevadas, só podiam ter este desfecho. Comecei por sentir o nariz congestionado. Depois as clássicas dores de cabeça e claro...os espirros e a tosse.
Detesto estar constipado nesta altura do ano. É completamente atípico. Fora do normal. Nesta altura do ano devia ser proibido haver constipações. Quem fosse apanhado a sair de casa com roupas mais leves, devia ser obrigado a voltar a casa e vestir um pullover de lã. Para não se constipar.
Felizmente sou saudável. A constipação bate forte, é certo, mas em 2-3 dias consigo curar na quase totalidade a maleita. Foi o que sucedeu. Estou quase a 100% mas chateado por mais uma vez ter ficado constipado. É das piores coisas que me pode acontecer! A seguir a ter de ir a uma repartição pública tratar (com urgência) de algum documento.

domingo, maio 27, 2018

1ª Semana da Dieta

Termina hoje a minha 1ª semana de dieta orientada pelo nutricionista. Já aqui tinha dito que a dieta em si não me assustava. E não assusta. Quando temos  um objectivo a cumprir, é normal que assim seja.
Há duas mudanças que posso aqui partilhar, de base. A primeira tem que ver com o facto de ter de comer de manhã. Algo que não fazia. Estupidamente, bem sei. Exactamente o que não se deve fazer. Mas passei a fazer. E a segunda mudança não é bem uma novidade. Mas está relacionada com a reintrodução dos "clássicos" 1,5 litros de água por dia. Já o tinha feito há uns anos e agora reintroduzo.
Também fiz nova avaliação corporal no treino. Os vários indicadores têm sofrido alterações marginais (i.e. IMC, massa gorda, massa magra, gordura visceral, etc.) sendo que aquele que sofre uma alteração maior é o pêso. O que faz sentido. Por um lado pelo tipo de treino que tenho feito - predominantemente cardiorespiratório e intensivo (com défice de Oxigénio para promover a queima de gordura durante um período de tempo superior, no pós-treino). Por outro lado, a dieta. O corte de algumas coisas que, erradamente, tinha na minha dieta tem um reflexo imediato na balança. 
A grande diferença para outras alturas da minha vida em que optei por este tipo de decisão é que agora tenho um plano de exercício e tenho um nutricionista que define uma dieta alimentar. Só pode correr bem. E vai correr.

domingo, maio 20, 2018

Nutricionista

Em algum momento da fita do tempo teria de procurar um bom nutricionista. Com o treino todo que tenho vindo a dar nota nestes últimos anos, era quase que "natural" que o passo seguinte, visando o complemento, fosse introduzir uma consulta com um especialista na matéria.
Consegui, por acaso, uma marcação para um nutricionista no final da semana passada. Entre dois outros amigos que me falaram deste nutricionista, e com algumas trocas de consultas que já tinham marcadas entre eles, consegui uma consulta para mim. Acreditem que é complicado. A lista de espera tem meses...e não será por ser mau.
Quando a clínica me enviou por e-mail o endereço e a confirmação do dia e hora da consulta, juntou um questionário para eu preencher e levar no dia da consulta. E assim foi. Respondi ao mesmo o mais sincero que consigo ser até porque o bem é todo para mim. E não para o nutricionista!
A consulta correu muito bem. Mais curta do que eu imaginei, é certo, mas produtiva, como se quer.
Creio que a consulta foi curta muito pelo facto de, desde que treino com PT, ter adoptado uma série de boas práticas alimentares. Coisas tão simples quanto eliminar bebidas gaseificadas, açucares e pão branco, por exemplo. E a balança reflecte isso. Contudo, senti necessidade de ter uma orientação mais profissional, desmistificando alguns mitos urbanos que comummente se ouve falar e daí fazer sentido a consulta.
Não irei aqui detalhar muito o abordado na consulta, até porque cada nutricionista segue uma determinada escola e haverá com toda a certeza opiniões divergentes. Em todo o caso, já tenho um plano alimentar onde pão branco (nem escuro) não entra - em nenhuma das refeições. Nem massas, com pena minha, para ser muito sincero.
A generalidade das orientações que me foram passadas / escritas, são de fácil resolução. Muito mesmo. E tenho como objectivo o ter melhores resultados da próxima avaliação corporal, a ter lugar em Julho próximo. E os resultados vão ser melhores. Só podem ser!

domingo, maio 13, 2018

Auditorias

A actividade de auditor tem aspectos bons e aspectos menos bons. Como aspectos bons, salientaria o facto de ser garantido que o que está "escrito" (documentado) é cumprido. Dessa forma, assegura-se que há conformidade com normas e procedimentos escritos e é verificada, numa base regular, essa mesma "aderência", ou seja, se se mantém essa conformidade aquando da realização das avaliações periódicas. Sem querer mergulhar num detalhe demasiado técnico, é isto que destaco enquanto um dos aspectos bons (e logicamente útil).
Outro aspecto bom, para quem é auditor no sector da aviação - como eu - é a possibilidade de se viajar. Muito, porque haverá sempre empresas que têm de ser auditadas e avaliações de conformidade que têm de ser realizadas. 
Do lado dos aspectos menos bons, referiria em primeiro lugar a imensa reserva que há relativamente aos auditores - não só do sector onde estou, bem como dos meus colegas de outros sectores (estou a lembrar-me das organizações que realizam auditorias financeiras, por exemplo).  Importa aqui partilhar convosco que também eu sou auditado por outras empresas de aviação. E também eu tenho desvios encontrados pelos meus colegas auditores. É perfeitamente normal que assim seja. O truque, como costumo dizer - e é assim que as auditorias têm de ser encaradas - é pensar na óptica da melhoria contínua dos processos. Ou seja, não pessoalizar a auditoria, não achar que é uma crítica ao trabalho de alguém ou que o auditor é o "bicho papão", mas sim, ver a auditoria como uma avaliação do que poderá ser melhorado. É um exercício complexo, mas é por aí que tem de ser visto e interiorizado.
Tenho feito algumas auditorias ultimamente: Guiné e Cabo Verde. Esta semana que entra terei de ir a Paris e noutra semana, ainda tenho de perceber qual, talvez tenha de ir a Londres e a Amsterdão. São auditorias que têm de ser cumpridas. Junta-se o útil ao agradável, no final do dia.

domingo, maio 06, 2018

Riga

A semana que termina é marcada pela minha ida a Riga (Letónia). Fui inserido numa delegação da empresa, para uma reunião com um Cliente local com quem vamos ter uma parceria num futuro breve.
A visita foi muito curta e a viagem muito cansativa. Afinal, a Letónia está 3H à nossa frente. Não há vôos directos de Lisboa para a Letónia (ou por outra, com preços simpáticos) pelo que, a viagem quer para lá, quer para cá, foi feita com escala em Amsterdão. O vôo de ida saía de Lisboa às 0500H pelo que tinha de estar no aeroporto cerca das 0230H. Ou seja, nem dormi. Para cá, a mesma coisa. Acordar às 0600H locais (o que seriam 0300H de Lisboa). Na viagem para lá havia cerca de 1H de chão e para cá com pouco mais de 2,5H, o que permitiu fazer algumas compras ainda que em estado semi vegetativo. Espero não ter surpresas no extracto do meu cartão de crédito. Tipo ter comprado o aeroporto.
A cidade de Riga é bonita. Muito bonita. Muita gente nova a andar nas ruas. Não fosse o pouquíssimo tempo que lá estive - e o estar a chover - e teria certamente muitas mais recordações para partilhar. Penso que as pessoas são frias. Naturalmente frias. Como é qualquer pessoa do Leste Europeu. Não são amistosos. Dificilmente esboçam um sorriso. Mas são prestáveis. Uma cidade para revisitar. Com mais calma!

domingo, abril 29, 2018

O negócio

Há duas semanas estive quase, quase para ficar com uma casa. Na altura, na zona (e prédio) onde quero. Mas quis o destino que a casa fosse vendida antes de eu lhe deitar o olho ou sequer ter a oportunidade de falar com a proprietária.
A zona em causa tem uma procura de casas muito acima daquilo que eu pudesse alguma vez imaginar. No caso que relato anteriormente, a casa estava numa agência o que significa que, se a quisesse mesmo comprar, teria de chegar à proprietária antes da casa ser mostrada a qualquer Cliente. Soube da disponibilidade da casa num Sábado e tive, passados dois dias, informação que estava a decorrer uma visita à casa na 2ª Feira seguinte. Ou seja, a oportunidade única para lá ir, na medida em que a proprietária da casa poderia/deveria estar lá - assumindo que as chaves não tinham sido entregues à agência. A minha ideia era assim que a agência saísse, entraria eu para falar com a dona da casa. Nota: Importa referir que esta casa estava situada no andar por cima da casa da minha prima Sónia que, naturalmente, foi quem me foi dando nota das novidades, inclusive da tal visita de Clientes com a agência.
Infelizmente, na altura em que decidimos ir bater à porta do tal andar - porque deixámos de ouvir barulho e assumimos que as pessoas (agência e Clientes) já se teriam ido embora - já a casa tinha sido vendida. Afinal, o silêncio era pelo facto de já estar a ser assinada a papelada que formalizava a compra da mesma. Não tinha de ser.
A minha ideia, desde o início, e devidamente partilhada com a minha prima, é formalizar a aquisição de uma casa no prédio dela (não concebo outras alternativas) e arrendar a seguir. Se é a melhor opção? Para mim sim. Os bancos não têm produtos atractivos e sinceramente, ter o dinheiro na minha conta (à ordem) é uma temeridade. E em menos de nada, esfuma-se.
Há uma lei nova do arrendamento que tenho acompanhado com especial atenção. A mesma tem por grande objectivo proporcionar aos arrendatários rendas mais suaves e aos senhorios, assim sejam celebrados contratos de longa duração (> 10 anos), isenção de IRS e IMI. Um assunto que me interessa e como tal, irei acompanhar. Entretanto, vai surgir uma nova oportunidade no mesmo prédio. E vai ser desta! 

domingo, abril 22, 2018

Incêndios 2018

Tenho vindo a acompanhar com atenção a preparação para a época dos incêndios que se avizinha. Não vale a pena dizer que não vão acontecer, porque é apenas e só esconder a nossa triste e inevitável realidade. 
Há uma imensa e lógica vontade de formar novos bombeiros. Contudo, a planificação da formação dos mesmos não estará concluída em Junho do corrente ano, altura em que começa a época dos incêndios. A primeira pergunta que coloco é o porquê deste calendário não ter sido cumprido atempadamente. Não sei a resposta.
Combate a incêndios com recurso a meios aéreos. O tema tabu. Ninguém fala. Não se entende - se alguém souber o porquê diga-me, por favor. A minha segunda pergunta tem que ver com a razão pela qual os sucessivos Governos alugam todos os anos os meios aéreos a outros países em detrimento de adquirir estes equipamentos, manter os mesmos e qualificar pessoas para os operar. Acreditem em mim, estamos a falar de valores elevados, mas que no final do dia, seriam plenamente justificados. Em poucos anos o investimento seria perfeitamente amortizado. 
Limpeza dos terrenos. Outro assunto importante - e que este ano se dá algum relevo. Muita tinta correu relativamente ao tema. Foi criada (à pressão) uma Lei que ninguém sabia como aplicar. Depois, e na medida em que se começou a perceber que o referido diploma legal seria de difícil cumprimento apenas e só por parte dos proprietários dos terrenos, optou-se por se colocar o pêso do cumprimento do mesmo (também) nas juntas de freguesia. Claro que as mesmas começaram a miar. Há falta de efectivos, falta de meios e claro, uma responsabilidade acrescida (e pesada) por parte das Juntas no sentido de limparem as áreas dos terrenos daquelas pessoas que não conseguem por alguma razão. Veremos os resultados.
Indemnizações a familiares das vítimas dos incêndios. Como é de esperar, não é no rescaldo dos incêndios que se fazem contas aos valores que cada família das vítimas deverá receber. Mas tem de haver em algum momento temporal, mais à frente, que esse apuramento de valores é conseguido. Afinal, há vítimas fatais que eram o "ganha pão" de algumas casas. Não se percebe como é que o Governo não é mais expedito não só no pagamento destes valores a todas os familiares, bem como demora a construir as habitações para as famílias que ficaram sem um tecto.
Esperemos que a realidade deste ano não seja (tão) má como a do ano passado. 

domingo, abril 15, 2018

O bilhete envenenado

Pedi a um bom amigo o favor de me arranjar um bilhete para a Feira dos Clássicos que houve na FIL. Notem bem que detesto pedir favores a quem quer que seja porque acredito que mais cedo ou mais tarde os mesmos vão ser cobrados. Ainda assim, e porque não vejo qualquer tipo de problema, pedi o bilhete a alguém que já me arranjou uns bilhetes no passado. E este ano disse-me que arranjava. 
Confirmei com ele a meio da semana se tinha arranjado e a resposta foi positiva. Nem me preocupei mais. Acertámos que no final da semana ía ter com ele para me entregar o bilhete. Só tinha conseguido arranjar um, desta vez. À hora combinada de Sexta-Feira saí do trabalho e lá fui. Liguei uma vez para avisar que tinha chegado. Não atendeu. Liguei uma segunda vez e rejeitou chamada. Aguardei. E aguardei. E aguardei mais um bocado. Quase duas horas, à porta do emprego dele. Liguei mais uma ou duas vezes. E nada. Nem uma mensagem. Nem atendeu. Nada. 
Penso que com a idade me tornei menos tolerante. E que não valorizo nem tenho de valorizar estas coisas. Afinal, o custo do bilhete não era significativo (10,00€) e sinceramente, não tenho necessidade de fazer estas figuras nem perder tempo desta forma para ter um bilhete gratuito. Não com esta idade. Fui para a Feira sozinho, comprei o bilhete, vi o que havia para ver e fui para casa. Pelo meio ainda recebi um ou dois sms desse amigo que não entendeu bem a razão pela qual me tinha ido embora. Expliquei-lhe, por mensagem, que tenho mais que fazer que andar a enviar sms e ligar sem retorno durante quase 2H. Ligou uma ou duas vezes e não atendi. Era fim de semana e queria descansar a cabeça. O tempo apaga tudo.

domingo, abril 08, 2018

Livros digitais

Nas minhas deambulações no mundo virtual, encontrei acidentalmente um artigo sobre a crescente automatização dos aviões em contraponto com a menor acção humana. Ou uma tendencial menor acção humana. Um tema interessante para mim.
Em tempos, disse neste fórum que a aviação nunca foi nem nunca será a minha grande paixão. Essa foi e será sempre o mundo automóvel. Mas, por inerência da minha actividade profissional desde há uns anos a esta parte, é natural que haja alguns temas que me despertam mais que outros. Logicamente, de resto.
Mas o propósito do tema de hoje não é esse. Li um artigo muito interessante sobre o tema que refiro acima. E quis ler mais sobre o assunto. Como se costuma dizer, o saber não ocupa lugar. E decidi investigar um pouco mais e procurar pelo livro para encomendar. Quando realizava essa minha investigação descobri algo que me fascinou. Os livros digitais. Até aqui nada de novo, dirão vocês. Concordo. A questão é que quando descobri o tal livro, vi que havia a opção de "kindle book". Qualquer coisa desse género. E que é isso do "kindle book" e porque é motivo de tanta euforia? 
Bom, por um lado porque é algo digital é permite-me continuar na senda do "papel não". Por outro lado, e aqui sim, a grande alegria: totalmente compatível com o iPad. Não podia ser melhor.
Até há uns anos, para a leitura destes livros digitais específicos, era necessário a aquisição de um dispositivo electrónico com esse propósito concreto. Contudo, e após uma breve procura na "internet" (que cada vez vejo como sendo de uma utilidade enorme para esclarecimento destas questões), percebi então a compatibilidade total. Não demorei nada a instalar a aplicação e automaticamente, após compra do tal livro digital, o mesmo foi assumido como que por magia na aplicação. Fantástico. Com isto poupei cerca de 20,00€. Estou extasiado. 

domingo, abril 01, 2018

Domingo de Páscoa

Não há muito (mais) a dizer em mais um dia que faz parte do calendário católico. Mais um momento de grande Fé, desta tão grande e disseminada comunidade católica.
Há muitos anos passei um Domingo de Páscoa no Norte de Portugal (Guimarães). Não me recordo de tudo, em particular do que comi - mas sei que eram pratos típicos, mas lembro-me vagamente das cerimónias. Bem como do facto de haver o "mordomo". E da passagem do padre pelas várias casas da zona.
Vivo a Páscoa com a minha Fé e à minha maneira. A minha relação com Deus não passa pela obrigatória passagem pela casa "Dele" todos os Domingos. Passo sim, mas quando sinto necessidade. Ou, como já aconteceu, quando sinto essa mesma necessidade e vou até ao Santuário de Fátima onde aproveito e carrego baterias.
Esta época, à semelhança do Natal (e do Carnaval), são épocas festivas do calendário católico e que se passam entre amigos e Família. Contudo, como em tudo, há os excessos. De comida, ou não fosse Portugal um País do Sul da Europa e reconhecido bom anfitrião - onde há sempre lugar para mais um à mesa. Por outro lado, porque comida "pesada" pede bebida. E aqui reside o problema. Os excessos e a subsequente condução nas estradas portuguesas. E o resultado dessa "lotaria", por vezes, é tragicamente conhecido. Este será o único ponto destas épocas festivas que penso ser lamentável. 
A quem me segue aqui, uma Santa Páscoa! Muitas amêndoas e ovos de chocolate!

domingo, março 25, 2018

Churrasqueira

Não cozinho muito, mas uma das coisas que aprecio, no Verão, é fazer os churrascos. Em tempos escrevi isso aqui.
A "Bimby", por exemplo, presta-se a outro tipo de confecção de alimentos. Normal. Estupidamente usei meia dúzia de vezes e gostava, mesmo, sinceramente, de a usar mais. Penso que será preguiça. E tenho de reverter isso. Mal empregue dinheiro se não o fizer! E quem sabe não poderá funcionar como complemento de algo grelhado preparado na churrasqueira?
Não conheço ninguém que não goste de churrasco. Carne ou peixe. Em especial no Verão, claro.
Este ano vou comprar uma "maçã". Daquelas com rodas e com uma tampa. A gás. É a diferença para o habitual carvão (mais sujo, embora mais barato).
Estou algo ansioso. A ver vamos!

domingo, março 18, 2018

Museu do Ar

O Museu do Ar é um daqueles locais de visita obrigatória para qualquer aficcionado da aviação. Não é nem nunca foi o meu caso, como se sabe. Não obstante trabalhar no meio, não sou alguém que conheça os aviões todos ou saiba tudo sobre a história de aviões, ou mesmo reconhecera marca de um motor pelo barulho, como alguns colegas meus.
Aproveitando (mais uma) vinda do Afonso a Lisboa acabei por decidir fazer uma visita a este Museu. Se a memória não me trai, devo lá ter ido há coisa de 20 e tal anos atrás, por altura do curso de técnico de manutenção de aeronaves que tirei na transportadora nacional. Tenho uma lembrança vaga de ter feito essa "visita de estudo". 
Visitar o Museu agora, com esta idade, tem outro significado. Começando, mais uma vez, pelos cheiros. O cheiro de combustível misturado com o cheiro do óleo (há por lá aviões que têm um copo por baixo do motor para ir recolhendo uma ou outra gota de óleo que caia) e para evitar que suje o chão. Há vários aviões, há sectores específicos (por exemplo um só para a TAP) o que torna a exposição mais rica e proporciona ainda uma parte da tarde bem passada.
Revisitar o Museu com o Afonso tem um sabor especial. Está numa fase em que está fixado nos aviões. Gosta muito. É claro que nesta altura, são mais as cores fortes dos aviões militares e alguns outros detalhes de aviões mais antigos que acabam por lhe chamar mais a atenção. Um dia mais tarde, se se mantiver o interesse aeronáutico, levá-lo-ei de novo. Um pouco como aconteceu com a visita do Jardim Zoológico. Quando o levei pela 1ª vez era muito novo e acabou por não usufruir da visita. Neste caso, já com alguma idade, penso que ainda não foi mesmo o "timing" certo. Talvez mais tarde. Assim continue  - como me parece que vai acontecer - a gostar de aviões.
Há coisa de dois meses tive uma reunião com um Cliente (Operador Aéreo) que me deu como presente - é prática corrente na aviação dar uma lembrança no final das reuniões -  um modelo plástico daqueles para montar. Pouco maior que a palma da mão. Guardei-o e naturalmente ofereci ao Afonso. Adorou, claro. Mas o pedido dele, depois de montar este modelo, não se fez esperar. Queria um avião da SATA para montar. Pedir, assim do nada, um avião da SATA, é quase a mesma coisa que pedir a um cego para ler um texto meu aqui no blogue. E com a tónica nesta companhia aérea  específica- claro que não é por acaso. É o operador aéreo açoriano e que conhece bem.
Fui ao aeroporto. Durante vários anos houve por lá uma loja que vendia coisas para entusiastas da aviação. Claro que, como não costumo ir a essa zona do aeroporto com regularidade, não dei conta dessa loja ter encerrado e ter dado lugar a uma daquelas lojas que vende jornais, revistas e "souvenirs". Pena. Era essa a minha primeira aposta. Daí, parti para uma loja de aeromodelismo que há num centro comercial aqui perto. E tive de ouvir a "história da vida" do tipo que me atendeu. Que o que procurava eram modelos "estáticos" (aprendi alguma coisa), que não costumam ter em "stock" porque são poucas as pessoas que procuram este tipo de modelo - normalmente querem os rádio-telecomandados, mas que encomendava se eu quisesse. Simpático, mas pouco ajudou. Nem sequer falei na especificidade da SATA. Não iria entender. Agradeci e fui embora. Continuava a querer o avião para "ontem". 
Ainda fiz alguns contactos com colegas que conhecem pessoas naquela companhia. Mas não tive sorte. E acabei por me lembrar que a SATA tem uma loja "online" e por aí resolvi a minha questão. Acabei por comprar dois modelos: um que faz os vôos inter-ilhas (turbo-hélice) e outro avião "normal" (motores a jacto). Infelizmente não vai receber as prendas no dia do aniversário (27.03) mas poucos dias depois - há um amigo meu que lá vai e faz o favor de levar as coisas. E vai adorar as surpresas! Só espero que não me peça aviões de companhias russas...

domingo, março 11, 2018

Proposta de Emprego

Em boa verdade, o título não devia ser singular. Devia ser plural. Na medida em que têm tido lugar, nos últimos tempos (i.e. semanas) algumas propostas de emprego. Ou desafios, como queiram.
Não vou debruçar-me muito sobre as propostas em si. São todas dentro da mesma área e envolvem um "upgrade" da posição que actualmente detenho, mas noutras empresas.
Uma das propostas que estava em cima da mesa, entretanto deixou de ser válida. Apenas irei falar um pouco mais sobre esta. Como em tudo na minha vida, gosto de transparência, respeito e acima de tudo,  há, quer queiramos quer não, um tributo de gratidão à entidade empregadora que nos paga o vencimento ao final do mês. Se gostamos ou não de trabalhar em determinada empresa, é outra questão, penso eu. Mas costumo dizer que é usual acharmos que a entidade empregadora nos deve algo, quando assim não deveria ser. Não há qualquer tipo de obrigação, além das lógicas e expectáveis (i.e. pagamento do vencimento, desconto para a segurança social e disponibilidade de um local bom para trabalhar, etc.). Aquelas pessoas que têm uma leitura diferente - a fácil - de recorrentemente referir que quem paga o vencimento deve isto e aqueloutro, deviam perder algum tempo e realizar o exercício simples de colocar as coisas em perspectiva. E agradecer o facto de terem um trabalho e não estarem desempregados. Insatisfeitos(as), ainda assim? "A porta da rua é a serventia da casa", sempre ouvi dizer.
Nesse "ângulo de deferência" para com quem me paga o vencimento, envolvi a Administração desde o primeiro momento em que fui sondado para um novo desafio. Seria muito pouco elegante (e mesmo nada ético) que as coisas se soubessem por outros meios. E a decisão teve de "escalar", ou seja, ser do conhecimento do "topo"por forma a ser obtida a sua decisão (i.e incompatibilidade por via de eventual posição em empresa concorrente). Contudo, é importante perceber, e interiorizar que a agenda do Conselho de Administração não é a minha. Nem tem de o ser. E respeito isso. E diariamente fui partilhando com quem me lançou o desafio esse ponto de situação - a não apreciação e consequente "luz verde" para avançar (era um desafio a part-time). E fiz pontos de situação numa base diária. Entretanto recebi uma mensagem que por via de ter "demorado tempo" na resposta tinha sido contratada outra pessoa. Não fiquei chateado comigo, na medida em que agi correctamente e de acordo com a minha consciência. Não foi esse o entendimento e o processo foi interrompido. É porque não tinha de o ser. Azar.
Há outras duas propostas em cima da mesa. Não me vou alongar muito. Mas posso partilhar que a apreciação é sempre com base na sensatez, seriedade e honestidade. Naturalmente que também coloco no prato da balança a minha vida pessoal e em que medida alguma proposta a poderá alterar significativamente. A ver vamos. Não obstante, é bom que haja este interesse. E sim, 2018 é o ano dos desafios!

domingo, março 04, 2018

Personal Trainer (PT)

Quando há uns anos comecei a preocupar-me mais com a minha condição física - após ter deixado o vício do tabaco - comecei a correr. A corrida, como se sabe, tem associado, como grande vantagem, um consumo calórico muito interessante. Em particular a partir dos 30' de corrida. Estaremos a falar, grosseiramente, de 5Km. Mais coisa menos coisa. Outra referência, para atletas (amadores) que perfazem e dezena de quilómetros estará nos 60'
Só corrida, sem mais nada, fez com que perdesse não só massa gorda (objectivo principal), mas também massa muscular (também conhecida como massa magra). Em pouco tempo o físico transformou-se com a flacidez muscular inevitavelmente associada. Daí ser importante, para quem começa a correr (e nestes meses há sempre muita gente a começar a correr para estar "fit" para o Verão que se aproxima) que tenha presente que a corrida terá sempre intimamente associada flacidez do corpo.
Decidi então entrar para um ginásio. Tinha um objectivo delineado - hipertrofia muscular (ganho de massa muscular que tinha perdido) - e nesse sentido foi desenhado um plano de treino pelo, na altura dono do ginásio, e que depois se tornou meu amigo pessoal. Contudo, e quem faz ginásio/máquinas, sabe que o treino de "sala" (ou de máquinas) é solitário. Anda-se com o esquema de treino atrás, vai-se usando as máquinas e evoluindo a pouco e pouco. Mas não deixa de ser rotineiro e a dada altura treinar-se sozinho e...falar com as máquinas.
Resolvi então, pela 1ª vez, apostar num "Personal Trainer" (PT). Curiosamente o mesmo dono do ginásio. Nunca tinha feito nada do género, mas faz toda a diferença. Para começar, não há tempos mortos ou distracções para trocar mensagens no telefone ou ver televisão. Há trabalho. Há esforço. Há suor. Há o conhecimento dos nossos limites, por nós mesmos e também pelo PT. E isso, meus amigos e amigas, faz toda a diferença num treino. E fazia PT e corria. Às vezes com ele.
Entretanto deixei o PT e comecei a fazer "crossfit". Completo. Treino de força, cárdio e ainda corrida em alguns exercícios. E fiz "crossfit" durante uns 2-3 anos. Dificilmente conseguiria obter uma condição física como aquela que consegui ter nesta modalidade concreta. Nem na musculação. E muito menos "só" na corrida.
Escrevi sobre isso aqui no blogue. Nessa altura. E também do início do Krav Maga. Do fim do "crossfit". Da continuação do Krav Maga. Do início do boxe. Da continuação do Krav Maga. E agora, a novidade, é que volvidos alguns anos, voltei a ter um PT. É verdade. Não o mesmo, mas um também amigo e meu ex-instrutor de "crossfit".
Objectivo: tonificar músculo e perder volume abdominal (a chamada gordura visceral). É o mais difícil, tendo presente que somos um povo que gosta de comer e muito. Há uma notória preocupação dos portugueses, cada vez maior com o tema "excesso de pêso", mas a realidade é ainda diferente daquela que seria ideal. E isso percebe-se nos alarmantes valores de obesidade em franjas sociais mais baixas, derivado exclusivamente de maus hábitos alimentares e falta de exercício físico regular.
Para terminar, voltei a treinar às 0700H. Se me perguntarem se gosto de vestir uns calções e ir com 7ºC para o ginásio, acabado de sair da cama, não gosto. Quando passo a cara por água sinto as células da face contraírem-se como que a protegerem-se daquela água proveniente do Árctico. É a paga dos doces que comi no Natal (e se me souberam bem). E a preparação para o Verão. Com resultados muito mais rápidos, na medida em que não treino sozinho...e os "PTs" são todos iguais..nasceram para me fazer sofrer! Mas quem corre por gosto não cansa.

domingo, fevereiro 25, 2018

Brunch

Este é um daqueles conceitos que conheço há muitos anos. Talvez desde 1999 ou 2000, por altura da minha primeira visita aos EUA. 
A palavra "Brunch" é a conjunção de duas outras: "Breakfast" + "Lunch". Ou seja, e para quem anda arredado da língua britânica, será a conjunção de pequeno-almoço e almoço. 
Conheço bem a realidade norte americana, mas não estranharia que em todos os países onde é falada o inglês houvesse esta refeição como também habitual. Por cá, começou agora (de há meia dúzia de anos, que eu tenha conhecimento) a haver locais onde há a possibilidade.
Basicamente, e do que percebo, o "brunch" assenta no conceito de pequeno-almoço reforçado. Ou seja, mais completo que o pequeno-almoço "normal" e não tão completo quanto um almoço. E segundo entendi, tem lugar aos fins de semana, o que não deixa de ser lógico (i.e. tempo de confecção dos alimentos). Hoje é dia experimentar pela primeira vez cá em Portugal!

domingo, fevereiro 18, 2018

Vendas

Referi em tempos que me tinha começado a dedicar às vendas. Nada profissional. Apenas e só começar (com manifestado e já expectável atraso) as vendas no OLX. Digo com atraso porque quando toda a gente que conheço já fez um bom pé-de-meia a vender "traquitanas" naquele "site", só agora eu descobri o potencial vendedor que tenho em mim. É verdade. E os números não enganam.
Alguma vez pensaram que destino dar a algo que têm arrumado a um canto a ocupar espaço? Pois bem. Eu também não. Até há coisa de sensivelmente um ano. Em que comecei a usar conscientemente esta ferramenta. E da qual só posso dizer bem, na medida em que me tem ajudado a esvaziar a garagem e enriquecendo (um pouco) a conta bancária.
A semana que agora termina foi também marcada pela venda do meu jipe. É verdade. Optei por vendê-lo. Porque consegui um bom preço e porque deixei de lhe dar uma utilização que o mesmo merecia. Com uma pequena parte do dinheiro realizado, comprei um pequeno e honesto comercial. Do mais simples que pode haver. E com o restante...vou aplicar na compra de uma casa. Uma coisa simples que me permita entrar no mundo do imobiliário. Arranjar o que tiver ser arranjado e alugar posteriormente por forma - e aqui sim - rentabilizar o investimento. Talvez um(a) universitário(a) na medida em que vai ser renda garantida durante o tempo em que demorar a tirar o curso. 
A compra da casa - ou intenção firme de o fazer - decorre de uma das resoluções desenhadas para o corrente ano. Ser mais coerente. E começar a cortar custos onde podem ser cortados. Passo de um jipe enorme para um comercial pequeno. Mas começo a amealhar. E quem sabe mais tarde não volto aos jipes! 

Vozes incómodas

Existem temas que evito desenvolver em público porque tenho uma opinião bem construída sobre os mesmos. E mais, não são temas em que a minh...